Concurso Biomédico

Concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) 2023 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) (2023), banca Quadrix: 39 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) de 2023 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca Quadrix. A prova tinha 40 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial e 2 já com comentário.

O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (4), Hematologia (2), Imunologia (2), Microbiologia (1), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (1). Os temas mais cobrados foram Anemias hemolíticas, Hemoglobinopatias, Bacteriologia, Eletroforese, Esterilização.

Disciplinas gerais: Legislação do SUS e Saúde Pública (11), Língua Portuguesa (10), Informática (5).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) 2023 para Biomédico?

A banca foi Quadrix. Temos 4 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) 2023?

A prova teve 40 questões.

O que mais caiu na prova de Biomédico Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) 2023?

Nas específicas: Bioquímica Clínica (4), Hematologia (2), Imunologia (2), Microbiologia (1). Temas mais cobrados: Anemias hemolíticas, Hemoglobinopatias, Bacteriologia.

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) 2023?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)?

Resolva esta e as outras provas da banca Quadrix, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti-histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos). A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em medicamentos prescritos no mesmo período. E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos por semana. Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto. Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles influenciam o comportamento humano.” A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular, que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição. Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois de tomar o medicamento. Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”

De acordo com o texto, relativamente aos efeitos dos medicamentos no organismo humano, é correto afirmar que os

  1. A) medicamentos comuns afetam as emoções tanto quanto as drogas alucinógenas.
  2. B) medicamentos comuns tornam as pessoas mais propensas a terem emoções negativas que a terem emoções positivas.
  3. C) pesquisadores estão mais interessados em descobrir os efeitos fisiológicos que em descobrir os efeitos comportamentais dos medicamentos.
  4. D) efeitos comportamentais das estatinas permanecem desconhecidos pela comunidade médica nos dias atuais.
  5. E) medicamentos comuns afetam igualmente as emoções e a fisiologia humana.
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Gabarito oficial: C

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Questão 2 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti-histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos). A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em medicamentos prescritos no mesmo período. E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos por semana. Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto. Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles influenciam o comportamento humano.” A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular, que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição. Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois de tomar o medicamento. Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”

Segundo as ideias apresentadas no texto, o uso de medicamentos atualmente no mundo é

  1. A) desnecessário.
  2. B) irreversível.
  3. C) controlado.
  4. D) excessivo.
  5. E) benéfico.
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Gabarito oficial: D

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Questão 3 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti-histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos). A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em medicamentos prescritos no mesmo período. E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos por semana. Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto. Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles influenciam o comportamento humano.” A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular, que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição. Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois de tomar o medicamento. Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”

A expressão “à medida que” (linha 9) poderia ser substituída no texto, mantendo-se seu sentido original e sua correção gramatical, por

  1. A) a partir do momento em que.
  2. B) na medida em que.
  3. C) contanto que.
  4. D) já que.
  5. E) como.
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Gabarito oficial: B

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Questão 4 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti-histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos). A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em medicamentos prescritos no mesmo período. E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos por semana. Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto. Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles influenciam o comportamento humano.” A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular, que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição. Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois de tomar o medicamento. Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”

A correção gramatical e a coerência do trecho “suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás” (linhas 12 e 13) seriam mantidas caso ele fosse reescrito da seguinte forma:

  1. A) suspeitou haver uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade há quase duas décadas.
  2. B) desconfiou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade a quase duas décadas atrás.
  3. C) suspeitou que tinha uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade a quase duas décadas.
  4. D) afirmou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade fazem duas décadas.
  5. E) cogitou haver uma conexão entre estatinas e mudanças personalizadas quase duas décadas atrás.
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Gabarito oficial: A

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Questão 5 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti-histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos). A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em medicamentos prescritos no mesmo período. E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos por semana. Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto. Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles influenciam o comportamento humano.” A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular, que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição. Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois de tomar o medicamento. Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”

As concordâncias verbal e nominal do texto seriam mantidas caso se substituísse

  1. A) “existem” (linha 2) por existe.
  2. B) “poderia” (linha 5) por poderiam.
  3. C) “impactantes” (linha 14) por impactante.
  4. D) “trata” (linha 17) por tratam.
  5. E) “toma” (linha 30) por tomam.
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Gabarito oficial: E

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Questão 6 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade, falta de apetite e isolamento social podem denunciar que algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni, diretora de uma escola em Brasília. O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque 100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em relação ao mesmo período de 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, foram registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração sexual – e psíquicas. A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações; estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual psíquica, com 480 denúncias e 631 violações. Os dados foram consolidados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Conforme as ideias do texto, o abuso sexual

  1. A) pode ser consequência de agressividade, falta de apetite e isolamento social.
  2. B) raramente é cometido na residência da vítima ou de pessoas próximas a ela.
  3. C) pode ocorrer em ambiente virtual ou não.
  4. D) geralmente é subnotificado.
  5. E) é um tipo de crime que deve ser denunciado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 7 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade, falta de apetite e isolamento social podem denunciar que algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni, diretora de uma escola em Brasília. O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque 100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em relação ao mesmo período de 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, foram registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração sexual – e psíquicas. A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações; estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual psíquica, com 480 denúncias e 631 violações. Os dados foram consolidados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

De acordo com o texto, em relação ao número de ocorrências de abuso sexual,

  1. A) o número de casos de violência sexual no início de 2023 aumentou, com relação ao mesmo período do ano de 2022.
  2. B) o aumento no número de casos de abuso sexual mundialmente assusta.
  3. C) o maior número de casos de abuso sexual no Brasil é contra crianças e adolescentes.
  4. D) o número de casos de violência sexual psíquica é maior que o número de casos de violência física.
  5. E) o número de casos de abuso sexual durante a pandemia de covid-19 foi o maior já registrado no mundo.
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Gabarito oficial: A

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Questão 8 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade, falta de apetite e isolamento social podem denunciar que algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni, diretora de uma escola em Brasília. O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque 100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em relação ao mesmo período de 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, foram registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração sexual – e psíquicas. A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações; estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual psíquica, com 480 denúncias e 631 violações. Os dados foram consolidados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescrita que une o primeiro e o segundo períodos do segundo parágrafo do texto em um só, mantendo a correção gramatical e a coerência textual.

  1. A) O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta, só nos quatro primeiros meses deste ano
  2. B) O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta, porque, só nos quatro primeiros meses deste ano
  3. C) O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta: Só nos quatro primeiros meses deste ano
  4. D) O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta, logo, só nos quatro primeiros meses deste ano
  5. E) O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta, porém, só nos quatro primeiros meses deste ano
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 9 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade, falta de apetite e isolamento social podem denunciar que algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni, diretora de uma escola em Brasília. O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque 100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em relação ao mesmo período de 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, foram registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração sexual – e psíquicas. A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações; estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual psíquica, com 480 denúncias e 631 violações. Os dados foram consolidados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Mantendo-se o sentido original e a correção gramatical do texto, a locução verbal “foram registradas” (linhas 14 e 15) poderia ser substituída por

  1. A) ocorreu.
  2. B) houveram.
  3. C) foi noticiado.
  4. D) foram enviadas.
  5. E) registraram-se.
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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Questão 10 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade, falta de apetite e isolamento social podem denunciar que algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni, diretora de uma escola em Brasília. O abuso sexual é uma das causas de comportamentos como esses e o crescimento desse tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque 100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em relação ao mesmo período de 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, foram registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração sexual – e psíquicas. A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações; estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual psíquica, com 480 denúncias e 631 violações. Os dados foram consolidados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Com relação aos travessões empregados nas linhas 18 e 19, seria mantida a correção gramatical do texto caso fossem

  1. A) substituídos por parênteses.
  2. B) substituídos por aspas.
  3. C) substituídos por vírgulas.
  4. D) substituídos por vírgula e ponto e vírgula, respectivamente.
  5. E) omitidos.
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Gabarito oficial: A

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Questão 11 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Na arquitetura de computadores, a memória volátil utilizada pelo computador para armazenar, temporariamente, os dados em uso recebe o nome de

  1. A) placa-mãe.
  2. B) RAM.
  3. C) barramento.
  4. D) slot.
  5. E) BIOS.
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Gabarito oficial: B

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Questão 13 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Em redes de computadores, o comando ping tem como principal funcionalidade

  1. A) testar a conectividade entre equipamentos de uma rede.
  2. B) testar a velocidade de download da conexão de Internet.
  3. C) enviar mensagens de texto para outros dispositivos na rede.
  4. D) realizar uma varredura de portas em um computador remoto.
  5. E) desligar um computador remoto.
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Gabarito oficial: A

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Questão 14 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

O phishing consiste em tentativas de fraude para obter informações ilegalmente, como, por exemplo, número da identidade, senhas bancárias e número do cartão de crédito, por intermédio de e-mail com conteúdo duvidoso. Em relação a esse cibercrime, assinale a alternativa correta.

  1. A) Pelo fato de o phishing fazer uso de técnicas modernas, não há como se proteger contra ele.
  2. B) Ataques de phishing não são considerados ataques de engenharia social, pois não interagem diretamente com o usuário.
  3. C) O phishing, geralmente, utiliza e-mails que contêm uma história para induzir o usuário a clicar em um link ou abrir um anexo.
  4. D) A principal característica do phishing é que ele não pode ser um ataque direcionado, ou seja, focado em um indivíduo específico.
  5. E) Somente usuários domésticos estão vulneráveis a esse tipo de praga virtual, já que, nas instituições, os usuários estão completamente protegidos.
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Gabarito oficial: C

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Questão 15 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

É um tipo de backup que copia apenas os dados que foram alterados ou criados desde que a atividade de backup anterior foi realizada. Uma abordagem desse tipo de backup é utilizada quando a quantidade de dados que deve ser protegida é muito grande para se fazer um backup completo desses dados todos os dias. Ao fazer o backup apenas dos dados alterados, esse tipo de backup permite economizar tempo de restauração e espaço em disco. O texto se refere ao tipo de backup denominado

  1. A) full.
  2. B) automático.
  3. C) nuvem.
  4. D) frio.
  5. E) incremental.
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Gabarito oficial: E

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Questão 16 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

A recente crise sanitária que se espalhou pelo mundo, atingindo milhões de pessoas, foi causada pelo coronavírus. Devido à dimensão e aos efeitos, a doença foi declarada pandemia pela(o)

  1. A) assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
  2. B) Organização Mundial de Saúde (OMS).
  3. C) conselho de segurança da ONU.
  4. D) Fundo para Agricultura e Alimentação da ONU (FAO/ONU).
  5. E) programa para o desenvolvimento da ONU (Pnud/ONU).
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Gabarito oficial: B

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Questão 17 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

O Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência internacional do Brasil. Inclusivo por excelência, sua importância foi realçada durante a pandemia da covid-19. O SUS foi instituído

  1. A) durante o Regime Militar (1964-1985).
  2. B) pela Era Vargas (1930-1945).
  3. C) pelo Ato Institucional n.º 5 (AI 5).
  4. D) por plebiscito (1962).
  5. E) pela Constituição Federal de 1988.
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Gabarito oficial: E

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Questão 18 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Entre as agências especializadas da ONU, a que atua no campo da educação, da ciência e da cultura é conhecida pela sigla

  1. A) OMS.
  2. B) OIT.
  3. C) Unicef.
  4. D) Unesco.
  5. E) Acnur.
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Gabarito oficial: D

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Questão 19 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Apesar das enormes desigualdades que ainda apresenta, as quais se manifestam, inclusive, na insuficiência alimentar de parcela considerável da população, o Brasil é uma das maiores economias do mundo e figura entre os mais importantes exportadores globais de alimentos. Os sucessivos êxitos de sua produção na agricultura e na pecuária contam, em larga medida, com o suporte de uma cinquentenária instituição de pesquisa voltada para o campo, cujo trabalho é reconhecido internacionalmente. Essa instituição é o(a)

  1. A) CNPq.
  2. B) Capes.
  3. C) Embrapa.
  4. D) Fapesp.
  5. E) IPEA.
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Gabarito oficial: C

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Questão 20 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Quanto à globalização, assinale a alternativa correta.

  1. A) É fundamentada, em larga medida, no desenvolvimento científico, que responde por incessantes inovações tecnológicas.
  2. B) Impede a formação de blocos de países cujo objetivo seja a inserção vantajosa nos mercados mundiais.
  3. C) Elimina a possibilidade de haver algum tipo de controle e de ordenamento nas relações comerciais entre os países.
  4. D) Defende enfaticamente o protecionismo econômico, de modo a dificultar, ao máximo, a livre concorrência.
  5. E) Incentiva a agricultura de subsistência e propõe a volta dos sistemas de produção anteriores à Revolução Industrial.
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Gabarito oficial: A

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Questão 21 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Assinale a alternativa que apresenta uma ação da Administração Pública que, conforme previsto pela Lei n.º 8.080/1990, é de responsabilidade de um órgão que está incluso no campo de atuação do SUS.

  1. A) controle da qualidade dos alimentos comercializados em um município
  2. B) fornecimento de assistência financeira para famílias em extrema vulnerabilidade social
  3. C) recapeamento de vias públicas
  4. D) recenseamento para controle populacional estatístico
  5. E) controle de exemplares arbóreos em um município
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Gabarito oficial: A

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Questão 22 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Artur é um médico de família que atua na unidade básica de saúde (UBS) José da Serra. Em um certo momento, ele foi chamado pela recepcionista Marlene, que pretendia tirar uma dúvida com ele acerca do seguinte caso: William é norte-americano e buscou a UBS devido a um corte, necessitando, portanto, de atendimento. Ele não possuía documentos brasileiros e estava ilegal, visto que já haviam transcorrido os noventa dias de liberação para sua permanência no País. Artur, então, orientou Marlene a liberar o atendimento para William e explicou que há um princípio no SUS que deve ser respeitado nesse contexto. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta esse princípio.

  1. A) competência cultural
  2. B) acesso
  3. C) integralidade
  4. D) equidade
  5. E) universalidade
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Gabarito oficial: E

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Questão 23 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Alexa, uma mulher de 23 anos de idade, procurou uma unidade de pronto-atendimento em sua cidade, com dor no corpo intensa, cefaleia e febre de 39,5 °C, que teve início súbito há um dia. Na última semana do mês de junho deste ano, ela viajou para uma fazenda em Campinas, no estado de São Paulo, em virtude de um festival de música. Em seu exame físico, há o registro de uma lesão papular eritematosa com halo claro, seguida de halo escuro em membro inferior direito. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a suspeita diagnóstica e o tipo de notificação a ser empregado pela vigilância sanitária.

  1. A) caso suspeito de dengue e notificação compulsória imediata
  2. B) caso suspeito de febre maculosa e notificação compulsória imediata
  3. C) caso suspeito de dengue e notificação compulsória semanal
  4. D) caso suspeito de febre tifoide e notificação compulsória imediata
  5. E) caso suspeito de febre maculosa e notificação compulsória semanal
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Gabarito oficial: B

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Questão 24 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

O número de reprodução efetivo (Re) da infecção foi um dado amplamente discutido durante a pandemia de covid-19 e norteou diversas decisões, como, por exemplo, o isolamento social. Considerando essa informação, assinale a alternativa que explica corretamente esse indicador.

  1. A) o número estimado de pessoas infectadas em um determinado local
  2. B) o número médio de indivíduos contagiados por cada infectado, nas condições existentes em um momento determinado
  3. C) o número de replicação viral médio em um determinado local e organismo vivo
  4. D) o número básico de indivíduos contagiados por um vírus, em um ambiente onde ninguém adquiriu a infecção
  5. E) o número de dias de transmissibilidade viral de uma pessoa infectada
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Gabarito oficial: B

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Questão 25 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Conforme a Constituição Federal de 1988, a melhor representação da universalidade, na organização do SUS, é:

  1. A) redução da desigualdade de acesso aos recursos do sistema, pela livre iniciativa privada, na administração dos serviços de saúde.
  2. B) necessidade de prover saúde aos que trabalham em defesa da justiça social.
  3. C) oposição ao sistema de saúde marxista e definição de um sistema fundamentado em valor.
  4. D) criação de um sistema que atenda apenas aos mais pobres e vulneráveis.
  5. E) sobreposição do sistema de seguridade social ao sistema de saúde meritocrático.
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Gabarito oficial: E

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Questão 26 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Em relação à equidade, assinale a alternativa que apresenta a definição mais adequada dos eixos horizontais e dos eixos verticais, respectivamente.

  1. A) igualdade entre iguais e desigualdade entre desiguais
  2. B) desigualdade entre iguais e igualdade entre desiguais
  3. C) igualdade entre desiguais e desigualdade entre iguais
  4. D) desigualdade entre desiguais e igualdade entre iguais
  5. E) inequidade entre iguais e igualdade entre iguais
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Gabarito oficial: A

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Questão 27 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Em um município de 20 mil habitantes, o indicador de mortalidade infantil tem sido consistentemente elevado. Desse modo, chama a atenção o elevado valor do coeficiente de mortalidade neonatal precoce registrado na região. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a ação mais efetiva para a redução desse coeficiente de mortalidade neonatal precoce.

  1. A) criação de uma UTI neonatal
  2. B) intensificação do aleitamento materno
  3. C) desenvolvimento de um ambulatório de puericultura
  4. D) melhoria de acesso e disponibilidade ao pré-natal
  5. E) aumento da cobertura vacinal
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Gabarito oficial: D

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Questão 28 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

O modelo de Leavell e Clark acerca da história natural da doença tem sido amplamente discutido e, com isso, novas propostas passaram a ser mais aceitas, sendo uma delas o modelo teórico de Marc Jamoulle. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta a principal diferença entre o modelo de Jamoulle e o modelo de Leavell e Clark.

  1. A) É um modelo linear sequencial, com o estabelecimento de uma fase pré-sintomática.
  2. B) É um modelo sequencial linear, com a incorporação da prevenção quaternária após o diagnóstico da doença.
  3. C) É um modelo circular sequencial obrigatório, no qual a prevenção quaternária é realizada após as ações de prevenção terciária.
  4. D) É um modelo bidimensional que incorpora a dimensão da percepção do paciente.
  5. E) É um modelo bidimensional, com fluxo de ação fixo e sequencial.
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Gabarito oficial: D

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Questão 29 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Amália compareceu a uma consulta de rotina preocupada com sua vitamina B12, apesar de não manifestar nenhum sintoma. Recentemente, muitas de suas amigas foram diagnosticadas com deficiência de vitamina B12 e, então, começaram a realizar exames de check-up, cujos resultados mostraram valores conflitantes. A paciente informou, também, que realizou uma pesquisa no Google e, nesse site, leu que os valores de referência da vitamina B12 são controversos para se indicar suplementação. Ela não é vegetariana nem apresenta qualquer restrição alimentar. Sua alimentação é compatível com a alimentação saudável de um brasileiro residente da região Sul, segundo anamnese clínica. Marcos, que é um médico experiente, disse que não há necessidade de Amália realizar a dosagem de vitamina B12 e que não seria prudente realizar a investigação com a punção venosa. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o nível de prevenção em que Marcos está atuando, ao fazer a negativa do exame para Amália.

  1. A) primário
  2. B) secundário
  3. C) terciário
  4. D) quaternário
  5. E) quinquenário
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Gabarito oficial: D

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Questão 30 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Em relação ao Programa de Saúde da Família, é correto afirmar que seu principal precursor é o(a)

  1. A) Política Nacional de Humanização (HumanizaSUS).
  2. B) Programa de Residência Médica de Medicina da Família e Comunidade.
  3. C) Programa de Agentes Comunitários de Saúde.
  4. D) Programa Mais Médicos.
  5. E) Cuida mais Brasil.
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Gabarito oficial: C

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Questão 31 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto-socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto-socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm³) e plaquetas (518.10³/mm³). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando-se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm³), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm³) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm³ e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell-Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm³ e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S.

Considerando o caso clínico apresentado acima, assinale a opção que apresenta a causa mais provável para o desencadeamento do quadro relatado.

  1. A) β-talassemia
  2. B) anemia falciforme
  3. C) anemia hemolítica autoimune
  4. D) anemia aplástica
  5. E) anemia megaloblástica
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Gabarito oficial: B

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Questão 32 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto-socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto-socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm³) e plaquetas (518.10³/mm³). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando-se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm³), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm³) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm³ e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell-Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm³ e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S.

Com base no caso clínico apresentado, é esperado que a análise por eletroforese de hemoglobina para um indivíduo adulto homozigoto normal apresente o perfil HbA

  1. A) representando mais de 95% de todas as hemoglobinas, a HbA2 entre 2% a 3% e a HbF (fetal) menor que 1%.
  2. B) representando até 90% de todas as hemoglobinas, a HbA2 entre 4% a 8% e a HbF (fetal) até 6%.
  3. C) representando até 10% de todas as hemoglobinas, a HbA2 entre 4% a 10% e a HbF (fetal) entre 90% a 96%.
  4. D) representando até 25% de todas as hemoglobinas, a HbA2 com 0,5% e a HbF (fetal) entre 75% a 80%.
  5. E) entre 0% e 30%, a HbA2 entre 0% a 10% e a HbF (fetal) entre 6% a 100%.
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Gabarito oficial: A

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Questão 33 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto-socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto-socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm³) e plaquetas (518.10³/mm³). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando-se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm³), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm³) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm³ e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell-Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm³ e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S.

Ainda em relação ao caso clínico apresentado, caso a urocultura tivesse revelado um resultado positivo, é correto afirmar que, em um caso de cistite, o agente etiológico mais provável é a bactéria

  1. A) gram-positiva enterobacter sp.
  2. B) gram-negativa staphylococcus aureus.
  3. C) gram-negativa mycoplasma sp.
  4. D) gram-negativa escherichia coli.
  5. E) gram-positiva klebsiella sp.
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Gabarito oficial: D

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Questão 34 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto-socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto-socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm³) e plaquetas (518.10³/mm³). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando-se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm³), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm³) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm³ e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell-Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm³ e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S.

Para a investigação da hipótese diagnóstica do caso clínico apresentado, na técnica de eletroforese em pH ácido, o tampão fosfato é bastante utilizado. Suponha-se que, no preparo desse tampão, um biomédico utilizou 50 mL de Na₂HPO₄ 0,5 mol/L e 150 mL de H₃PO₄ 0,25 mol/L, sabendo que o ácido fosfórico é um ácido poliprótico, com valores de pKa₁ = 2,12, pKa₂ = 7,21 e pKa₃ = 12 e considerando os valores de log 3 e log 5 como iguais a 0,47 e 0,69, respectivamente. Nesse caso, é correto afirmar que o pH da solução final do tampão preparado será

  1. A) igual ou superior a 5,9 e inferior a 6,1.
  2. B) igual ou superior a 6,1 e inferior a 6,3.
  3. C) igual ou superior a 6,3 e inferior a 6,5.
  4. D) igual ou superior a 6,5 e inferior a 6,7.
  5. E) igual ou superior a 6,7 e inferior a 6,9.
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Gabarito oficial: C

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Questão 35 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

O equipamento utilizado para a esterilização, por meio de calor úmido sob pressão, de diversos instrumentos e materiais é denominado

  1. A) estufa.
  2. B) mufla.
  3. C) autoclave.
  4. D) câmara de fluxo laminar.
  5. E) bico de Bunsen.
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Gabarito oficial: C

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Questão 36 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

A realização de análises espectrofotométricas compõe a rotina de um laboratório de análises clínicas. Considere que, na realização de um ensaio de espectrofotometria de absorção no ultravioleta visível, uma solução contendo uma espécie absorvedora a uma concentração igual a 2,4·10⁻³ mol/L apresente a absortividade molar igual a 40 L·mol⁻¹·cm⁻¹, em dado comprimento de onda. Mantendo as condições experimentais, é correto afirmar que, para que a absorbância seja igual a 0,480, o caminho óptico da cubeta utilizada no referido ensaio deverá ser, em mm, igual a

  1. A) 5.
  2. B) 10.
  3. C) 20.
  4. D) 40.
  5. E) 50.
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Gabarito oficial: E

Pela Lei de Beer-Lambert, b = A ÷ (ε·c) = 5 cm = 50 mm.

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Questão 37 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

A doença neurológica desmielinizante autoimune crônica, na qual as células T CD4+ das subpopulações TH1 e TH17 reagem contra autoantígenos de mielina, resultando em inflamação com ativação de macrófagos ao redor dos nervos no cérebro e na medula espinhal e comprometendo a mielina é denominada

  1. A) esclerodermia.
  2. B) esclerose múltipla.
  3. C) lúpus eritematoso sistêmico.
  4. D) doença de Behçet.
  5. E) doença de Crohn.
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Gabarito oficial: B

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Questão 38 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

As células presentes nos tecidos e na circulação que atuam como sentinelas de infecção, fagocitando microrganismo e, assim, iniciando respostas inatas rápidas que, por intermédio da exibição de antígenos proteicos em sua superfície, promovem a ligação da resposta inata à resposta imune adaptativa são do tipo

  1. A) linfócito T CD4.
  2. B) neutrófilo.
  3. C) basófilos.
  4. D) linfócito T CD8.
  5. E) células dendríticas.
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Gabarito oficial: E

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Questão 39 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Em uma paciente do sexo feminino, de vinte anos de idade, foi coletado sangue para gasometria arterial, cujos resultados foram: pH = 7,5; pCO₂ (pressão parcial de gás carbônico) = 46 mmHg; [HCO₃⁻] (concentração de íons bicarbonato) = 35 mmol/L . Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a condição ácido-base da referida paciente.

  1. A) alcalose respiratória parcialmente compensada por acidose metabólica
  2. B) acidose metabólica não compensada
  3. C) acidose metabólica compensada por acidose respiratória
  4. D) alcalose metabólica parcialmente compensada por acidose respiratória
  5. E) alcalose mista
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Gabarito oficial: D

pH 7,5 com HCO3- alto (35) e PCO2 discretamente alta (46): alcalose metabólica parcialmente compensada por retenção de CO2.

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Questão 40 · Quadrix · 2023 · Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH)

Paciente do sexo masculino, de cinquenta anos de idade, foi atendido na emergência com queixas de náuseas, vômitos, dores musculares difusas, queda do débito urinário e ocorrência de urina de coloração marrom há quatro dias. Ele relatou ser praticante não rotineiro de esportes radicais, sendo que os sintomas tiveram início após ele ter realizado uma descida de um cânion, na qual foi utilizada uma espécie de cadeira feita de cordas, para a sustentação do peso do corpo. No decorrer da atividade, ele relatou ter sentido fortes dores nos membros inferiores. Após a chegada ao solo, observou micção escurecida, mialgia nos membros inferiores, dificuldades de manter-se em pé e fraqueza. O paciente relatou, ainda, que realizou uma caminhada de cinco horas por caminhos íngremes e extenuantes, tendo que transpor riachos de águas gélidas e que, durante todo o trajeto, houve a manutenção do quadro clínico. Ele negou relato de patologia renal passada ou familiar, negou ter quadro infeccioso, negou fazer uso de estatinas, cocaína, anti-inflamatórios não esteroidais, medicamentos antagonistas do receptor da angiotensina II e não havia imunologia positiva para leptospirose. Os resultados dos exames laboratoriais foram os seguintes: creatinofosfoquinase (CK) 5195 mg/dL (valores de referência = 35 a 232 mg/dL); aldolase 16 UI/L (valores de referência = 3 a 7 UI/L); creatinina 13,2 mg/dL (valores de referência = 0,6 a 1,30 mg/dL – homens); ureia 230 mg/dL (valores de referência = 13 a 43 mg/dL); potássio 5,1 mEq/L (valores de referência = 3,8 a 5,1 mEq/L); e lactato desidrogenase 182 UI/L (valores de referência = 120 a 246 UI/L). Um exame complementar, realizado no terceiro dia de internação, evidenciou mioglobina sérica 117 ng/mL (valores de referência = 25 a 72 ng/mL). Após a avaliação laboratorial, atestou-se que se tratava de um caso de insuficiência renal aguda (IRA), secundária à rabdomiólise. Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa correta.

  1. A) O aumento nos níveis de ureia e creatinina no sangue do paciente são exemplos de parâmetros indicativos de IRA.
  2. B) A realização de exercícios exaustivos, principalmente por indivíduos não treinados ou em situação de muito calor e umidade, não é considerada um fator definitivo para rabdomiólise.
  3. C) Medicamentos utilizados para a redução dos níveis de colesterol no sangue, tais como as estatinas, causam redução dos níveis séricos de CK.
  4. D) A urina escura observada pelo paciente é um indicativo de lesão muscular traumática, com liberação de exclusiva de hemoglobina.
  5. E) No caso clínico acima, a CK-BB, encontrada no músculo esquelético, é a isoenzima predominante.
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Gabarito oficial: A

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