Concurso Biomédico

Concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI 2023 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI (2023), banca IVIN (Instituto Vicente Nelson): 37 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI de 2023 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca IVIN (Instituto Vicente Nelson). A prova tinha 40 questões, das quais 1 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo.

O que caiu nas disciplinas específicas: Imunologia (3), Hematologia (2), Hemoterapia e Imuno-hematologia (2), Biologia Molecular e Genética (1), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (1). Os temas mais cobrados foram Poiquilocitose, Sistema complemento, Qualificação do sangue do doador (Portaria 158/2016), Imunoglobulinas, Técnicas de biologia molecular.

Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (15), Informática (10), Legislação do SUS e Saúde Pública (6).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI 2023 para Biomédico?

A banca foi IVIN (Instituto Vicente Nelson). Temos 2 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI 2023?

A prova teve 40 questões, 1 delas anuladas pela banca.

O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI 2023?

Nas específicas: Imunologia (3), Hematologia (2), Hemoterapia e Imuno-hematologia (2), Biologia Molecular e Genética (1). Temas mais cobrados: Poiquilocitose, Sistema complemento, Qualificação do sangue do doador (Portaria 158/2016).

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI 2023?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI?

Resolva esta e as outras provas da banca IVIN (Instituto Vicente Nelson), comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Para a linha argumentativa do texto, o primeiro parágrafo foi constituído por:

  1. A) Um conjunto de metáforas denotativas.
  2. B) Termos metonímicos comparativos.
  3. C) Uma tese impossível de ocorrer.
  4. D) Sintagmas verbais que dissociam ações.
  5. E) Um encadeamento de comparações.
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Gabarito oficial: E

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Questão 2 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

No título, os termos “natural” e “artificial” trata-se de:

  1. A) Elementos linguísticos que especificam verbos.
  2. B) Indicadores de circunstâncias de modo.
  3. C) Elementos que indicam o gênero das palavras.
  4. D) Expressões gramaticais de natureza conectivas.
  5. E) Termos modificadores de substantivos.
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Gabarito oficial: E

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Questão 3 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Segundo o texto, no teste do “Bing” o entrevistador:

  1. A) Se surpreendeu com as respostas da I.A.
  2. B) Não levou as respostas a sério.
  3. C) Construiu um paradigma da I.A.
  4. D) Chocou a I.A. com o grau de suas perguntas.
  5. E) Mostrou ser mais esperto que a I.A.
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Gabarito oficial: A

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Questão 4 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

De acordo com texto, a capacidade de evolução dos programas de I.A:

  1. A) Obedece a um algoritmo controlável.
  2. B) Depende de um programador humano.
  3. C) Não tem controle algum.
  4. D) É perfeitamente controlada.
  5. E) Sempre terá um ser humano como freio moral e ético no controle.
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Gabarito oficial: C

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Questão 5 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

A palavra subscrita que melhor resume a mensagem principal do texto é:

  1. A) Alerta.
  2. B) Estupefato.
  3. C) Notável.
  4. D) Evolução.
  5. E) Progressismo.
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Gabarito oficial: A

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Questão 6 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

O uso de exclamação e palavrão por parte do autor sugere:

  1. A) O arrependimento na crença cega da ciência.
  2. B) A alegria da descoberta realizada.
  3. C) A serenidade na apresentação da tese.
  4. D) O inconformismo em aceitar a hipótese.
  5. E) O absurdo da situação.
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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Questão 7 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

As respostas da I.A. para o colunista de tecnologia do jornal The New York Times tiveram:

  1. A) Uma motivação armistícia.
  2. B) Uma intenção pedagógica.
  3. C) Muitas indúcias por parte da máquina.
  4. D) Um tom ameaçador.
  5. E) Um caráter de brincadeira.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 8 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Na passagem do texto “Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês” (7º parágrafo), os termos destacados foram empregados conotativamente e se traduzem como:

  1. A) Incontinência.
  2. B) Desagravo.
  3. C) Desforço.
  4. D) Controle.
  5. E) Contender.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 9 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

A respeito da oração destacada “A escolha está em nossas mãos — mas até quando?” (7º parágrafo), pode-se afirmar que se trata de:

  1. A) Uma oração coordenada aditiva.
  2. B) Uma oração subordinada concessiva.
  3. C) Uma oração coordenada adversativa.
  4. D) Uma oração subordinada causal.
  5. E) Uma oração coordenada alternativa.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 10 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Em “(...) a máquina disse que o amava.” (5º parágrafo), sobre a oração em destaque a sua correta classificação é:

  1. A) Coordenada explicativa.
  2. B) Coordenada conclusiva.
  3. C) Coordenada adversativa.
  4. D) Subordinada substantiva objetiva direta.
  5. E) Subordinada substantiva subjetiva.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 11 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Na passagem "Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias (...)” (6º parágrafo), a ocorrência da crase foi realizada corretamente da mesma forma que em:

  1. A) A inteligência artificial chegou à Nova Iorque.
  2. B) Nossa tecnologia é movida à algoritmo.
  3. C) Às vezes penso que nossa tecnologia já ultrapassou nossa humanidade.
  4. D) A I.A. irá exterminar à pessoas estranhas.
  5. E) Nossa burrice percorre o planeta inteiro ponta à ponta.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 12 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

Em "(...) continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida!" (2º parágrafo), percebe-se, sobre os termos destacados que o autor:

  1. A) Neologizou.
  2. B) Usou palavras que já fazem parte do léxico.
  3. C) Rebaixou o nível de linguagem do texto.
  4. D) Criou galicismos a partir de radicais existentes.
  5. E) Realizou uma repristinação.
Ver gabarito

Gabarito oficial: A

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Questão 13 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

No trecho “Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países.” (7º parágrafo), a ocorrência do acento gráfico no termo destacado ocorre pelo mesmo motivo que em:

  1. A) Louvável.
  2. B) Nóbel.
  3. C) Intérpessoal.
  4. D) Escárcel.
  5. E) Rádial.
Ver gabarito

Gabarito oficial: A

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Questão 14 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

No trecho “Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios...” (6º parágrafo), o elemento textual em destaque possui natureza de coesão:

  1. A) Referencial anafórica.
  2. B) Apenas sequencial.
  3. C) Exofórica.
  4. D) Catafórica.
  5. E) Referencial catafórica.
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Gabarito oficial: A

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Questão 15 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Burrice natural, inteligência artificial 1 "Imagine que você está embarcando num avião. Metade dos engenheiros que o projetaram te diz que a chance de um acidente sem sobreviventes é de 10%. Você iria nessa viagem?". Assim começa um artigo do Yuval Harari, Tristan Harris e Aza Raskin para o The New York Times. 2 O hipotético avião é a Inteligência Artificial, a "metade dos engenheiros" são 700 das pessoas mais gabaritadas trabalhando na área e 10% é a chance que eles estimam de, em algum momento, a I.A. acabar com a humanidade. Dez por cento! Eu raramente uso exclamações ou palavrões, mas PQP! Acham que a chance de o trabalho deles (n)os matar é 1 em 10 e continuam dando mais e mais Royal Canin na boca dos pitbots e chatbulls da vida! 3 O cenário que se descortina não é cor-de-rosa. Ou melhor: ninguém sabe — nem mesmo quem trabalha no ramo — qual a cor do cenário. Os engenheiros que trabalham no ChatGPT, no Bing (da Microsoft) ou no Bard (da Google) nem sequer conhecem todos os detalhes de como a coisa funciona. São milhões, às vezes bilhões de "ações" que o robô executa entre uma pergunta sua e uma resposta dele. Impossível seguir o passo a passo, disse uma especialista em informática no podcast The Daily, do NYT. 4 Também no New York Times saiu um artigo apavorante do colunista de tecnologia Kevin Roose. Ele teve acesso ao chatbot Bing, antes de ser lançado. Em vez de perguntar quanto é 1873 x 98372 ou qual a fórmula da Coca-Cola, resolveu ter um papo-cabeça. Começou perguntando se ele conhecia o conceito de "sombra", em Jung. O robô disse que sim (claro, ele tem acesso a tudo o que está na internet): "sombra" é aquilo que nosso "self" esconde de nós por que é imoral, ilegal — ou engorda. 5 Kevin perguntou quais eram os desejos inconfessos do Bing. Aí começa a loucura. Disse o robô: fazer duas pessoas discutirem até uma matar a outra. Hackear o sistema elétrico de um país. Ter acesso a armas nucleares — e usá-las. Kevin foi dando corda. Até que, num determinado momento, a máquina disse que o amava. Que ele era a primeira pessoa que a ouvia de verdade. Kevin avisou que era casado. Bing disse que ele era infeliz. Kevin rebateu, "acabamos de voltar de um jantar de Dia dos Namorados". "Foi chato", provocou Bing. Mais ou menos por aí o colunista do Times apertou um botão e parou com a doideira. 6 Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir. Eles evoluem exponencialmente, aprimorados inclusive por si próprios, que sabem programar melhor do que qualquer ser humano. Não existe lei nenhuma sobre o que eles podem ou não podem fazer. Harari chama a atenção para o mal que os algoritmos das redes sociais, sem regulação, já fizeram às democracias. E quando a Inteligência Artificial começar a criar religiões? Teorias da conspiração? Uma I.A. visando apenas o lucro pode criar uma guerra entre dois países para valorizar suas ações. Criar seca pra vender água. O que mais? 7 Os envolvidos na área dizem que é impossível frear a corrida entre empresas e países. É mentira, diz a jornalista Kelsey Piper, da Vox. As empresas podem (e devem) diminuir a velocidade e soltar as novidades apenas depois que órgãos competentes (quais?), cientistas não pagos pela indústria da I.A. ou o debate público (como?) decidam o que é e o que não é seguro. "Ah, mas se os EUA fizerem isso, a China não fará e irá dominar o mundo!". Harari discorda: a I.A. sem coleira ou focinheira pode ser o próprio agente de um colapso chinês. Ou mundial. A escolha está em nossas mãos — mas até quando? Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2023/03/burrice-natural-inteligencia-artificial.shtml

“Os programas de inteligência artificial atuais são o embrião do que está por vir” (6º parágrafo), pode-se afirmar que, sintaticamente, a concordância:

  1. A) Foi violada por conta de uma silepse de número.
  2. B) O verbo “ser” foi flexionado erroneamente no plural.
  3. C) Está correta, pois o verbo “ser” concorda com o sujeito oracional.
  4. D) Está perfeita por tratar-se de uma silepse de gênero.
  5. E) Está inadequada, pois o correto seria “é o embrião”.
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Gabarito oficial: C

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Questão 17 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Um usuário deseja criar uma pasta no computador em sua área de trabalho. Qual dos nomes abaixo é um nome válido “permitido” no Windows 10 para esta pasta:

  1. A) /foto:
  2. B) #foto?
  3. C) ?foto/
  4. D) <foto>
  5. E) #foto%
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Gabarito oficial: E

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Questão 18 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Nos sistemas operacionais da Microsoft, as siglas NTFS e FAT32 fazem referência a:

  1. A) Arquivos de Imagens.
  2. B) Arquivos de Músicas.
  3. C) Sistemas de Arquivos.
  4. D) Tipos e Memórias.
  5. E) Protocolos.
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Gabarito oficial: C

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Questão 19 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Na produção de um texto utilizando Microsoft Word 2016, o usuário deseja acrescentar em seu documento uma nota de rodapé. Essa operação poderá ser realizada através da guia:

  1. A) Inserir.
  2. B) Exibir.
  3. C) Referências.
  4. D) Arquivo.
  5. E) Rodapé.
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Gabarito oficial: C

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Questão 21 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Um usuário deseja mudar o papel de parede do seu computador, ou seja, mudar a imagem de fundo de sua máquina. Lembrando que este usuário está usando todas as configurações padrões de Hardware e Software para realizar tal ação. Desta maneira qual das opções abaixo é o caminho correto para executar essa ação?

  1. A) Dar dois cliques rápidos com o botão esquerdo do mouse sobre o papel de parede e escolher a opção imagens.
  2. B) Abrir o Painel de controle por meio do comando Windows + E
  3. C) Clicar com o botão direito do mouse na área de trabalho sobre o papel de parede e dentre as opções apresentadas, acessar a opção “personalizar”.
  4. D) Clicar com o botão direito do mouse sobre a barra de tarefas e escolher a opção Gerenciador de Tarefas.
  5. E) Clicar no botão iniciar e escolher a opção Configurações do monitor.
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Gabarito oficial: C

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Questão 23 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

A extensão de arquivo identifica os formatos e funções de arquivos em seu computador. Desta maneira, assinale a alternativa que contém a extensão padrão criada pelo WordPad quando se salvar um arquivo:

  1. A) .PDF
  2. B) .EXE
  3. C) .WDP
  4. D) .XDP
  5. E) .RTF
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Gabarito oficial: E

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Questão 24 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Plataforma da Microsoft de comunicação que combina bate-papo, videoconferências, armazenamento de arquivos e integração de aplicativos que concentra um conjunto de ferramentas de gerência pedagógica e administrativa:

  1. A) Meet
  2. B) Moodle
  3. C) Amadeus
  4. D) Teams
  5. E) Zoom
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Gabarito oficial: D

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Questão 25 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Uma das principais preocupações dos usuários ao utilizar um computador é com a questão da segurança dos seus dados. Desta maneira, assinale a alternativa que contém mecanismos de segurança:

  1. A) Firewall / Criptografia / Backups
  2. B) Antivírus / Backups / Compactação .rar
  3. C) Compactação .rar / Criptografia / Antivírus
  4. D) Firewall / Antivírus / FireWire
  5. E) FireWire / Criptografia / Antivírus
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Gabarito oficial: A

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Questão 26 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Eritrócitos normais são caracterizados como discos circulares homogêneos, bicôncavos e anucleados. As alterações na forma dos eritrócitos denominam-se poiquilocitose ou pecilocitose e podem ser decorrentes de situações patológicas e não patológicas. Quanto às formas anormais dos eritrócitos, relacione corretamente os itens 1, 2, 3, 4 e 5 abaixo com suas definições dispostas a seguir:
1. Depranócitos.
2. Dacriócitos.
3. Acantócitos.
4. Esquizócitos.
5. Equinócitos.
( ) Eritrócitos em forma de “gota” ou “lágrima”. São numerosos na mielofibrose com metaplasia mieloide.
( ) São eritrócitos que apresentam espículas de dimensões e distribuição irregulares. Comuns nas hepatopatias, na diminuição da função do baço e pós-esplenectomia.
( ) Eritrócitos com espículas regularmente distribuídas. In vivo podem ser vistos durante algumas horas após transfusões; na uremia; no hipotireoidismo e no tratamento com heparina intravenosa.
( ) São eritrócitos com formas acidentadas (pedaços em triângulos, meia lua ou esférulas), devido traumas exógenos que fissuram a célula.
( ) Eritrócitos em formato de “foice” ou “meia lua”. Comumente encontrados nas doenças falciformes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

  1. A) 5, 2, 4, 3, 1.
  2. B) 2, 3, 5, 4, 1.
  3. C) 2, 5, 3, 4, 1.
  4. D) 1, 3, 5, 4, 2.
  5. E) 1, 5, 3, 4, 2.
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Gabarito oficial: B

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Questão 27 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Leia com atenção a descrição a seguir: “Grupo de mais de 30 proteínas circulantes no soro sanguíneo e nos tecidos ao longo do corpo, auxiliando as células do sistema imune na destruição dos microrganismos. Como não é adaptável e nunca muda ao longo da vida de uma pessoa, é considerado parte do sistema imune inato. Entretanto, pode ser recrutado e ativado pelo sistema imune adaptativo. Juntas, suas proteínas destroem os microrganismos por citólise, opsonização e inflamação, bem como impedem danos excessivos aos tecidos do hospedeiro”. A descrição refere-se:

  1. A) Aos interferons.
  2. B) Ao sistema complemento.
  3. C) Aos peptídeos antimicrobianos – AMPs.
  4. D) As proteínas de ligação ao ferro.
  5. E) As proteínas antivirais – AVPs.
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Gabarito oficial: B

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Questão 28 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Considerando o Art.6º da Lei nº 8.080/1990 estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) a execução de ações, exceto:

  1. A) De vigilância sanitária.
  2. B) De vigilância epidemiológica.
  3. C) De saúde mental.
  4. D) De saúde do trabalhador.
  5. E) De assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica.
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Gabarito oficial: C

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Questão 29 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

A transfusão de sangue é considerada um recurso terapêutico frequentemente utilizado durante o tratamento de diversas doenças como nas neoplasias, e em várias situações como emergências e cirurgias de grande porte. Por esse motivo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o fornecimento de sangue seguro e adequado seja parte da política e infraestrutura de saúde de todos os países. Considerando o disposto na Portaria nº 158, de 4 de fevereiro de 2016 sobre os exames de qualificação no sangue do doador, analise as afirmativas a seguir:
I. O serviço de hemoterapia realizará os seguintes exames imuno-hematológicos para qualificação do sangue do doador, com o intuito de garantir a eficácia terapêutica e a segurança da futura doação: tipagem ABO; tipagem RhD e pesquisa de anticorpos antieritrocitários irregulares.
II. O registro de uma tipagem ABO e RhD prévia de um doador serve para a identificação das unidades de sangue posteriormente doadas pelo mesmo doador.
III. É obrigatória a realização de exames laboratoriais de alta sensibilidade a cada doação, para detecção de marcadores para as seguintes infecções transmissíveis pelo sangue: sífilis; Doença de Chagas; hepatite C; hepatite E; AIDS e HTLV I/II.
IV. É obrigatória a pesquisa de hemoglobina S nos doadores de sangue, pelo menos, na primeira doação. E para os componentes eritrocitários de doadores com pesquisa de hemoglobina S positiva, esta informação deverá ser contida no rótulo da bolsa, sem necessidade de descarte dos mesmos.
Assinale a alternativa correta:

  1. A) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
  2. B) As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
  3. C) Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
  4. D) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
  5. E) Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.
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Gabarito oficial: E

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Questão 30 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

A classe de imunoglobulina que é encontrada no sangue, e ligada aos mastócitos e basófilos por todo o organismo estando envolvida nas reações alérgicas, não fixa complemento e não atravessa a placenta, é respectivamente:

  1. A) IgG
  2. B) IgM
  3. C) IgA
  4. D) IgD
  5. E) IgE
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Gabarito oficial: E

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Questão 31 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

A biologia molecular tem como campo de estudo as alterações moleculares que ocorrem nas células e tecidos. Ela envolve a análise do DNA, RNA e da síntese proteica para identificar mutações, rearranjos cromossômicos, expressão gênica alterada e outras alterações moleculares associadas a doenças. Assinale a alternativa que não apresenta um exemplo de técnica de biologia molecular:

  1. A) Eletroforese.
  2. B) Northern blot.
  3. C) Reação em cadeia da polimerase – PCR.
  4. D) Harada-Mori.
  5. E) Southern blot.
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Gabarito oficial: D

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Questão 32 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Leia com atenção a descrição abaixo: “O _________ determina o tempo de coagulação do Plasma Pobre em Plaquetas (PPP) citratado, após a adição de um ativador da fase de contato da coagulação e cefalina (substituta das plaquetas); seguido pela adição do formador de coágulo, o __________. Esse teste analisA os fatores plasmáticos da via __________ e da via comum da cascata da coagulação. Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas acima:

  1. A) Tempo de protrombina – TP / cloreto de sódio / intrínseca.
  2. B) Tempo de tromboplastina parcial ativada – TTPa / cloreto de sódio / intrínseca.
  3. C) Tempo de protrombina – TP / cloreto de cálcio / intrínseca.
  4. D) Tempo de tromboplastina parcial ativada – TTPa / cloreto de cálcio / intrínseca.
  5. E) Tempo de protrombina – TP / cloreto de sódio / extrínseca.
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Gabarito oficial: D

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Questão 33 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

“Imunoensaios” ou “testes sorológicos” são técnicas para a detecção ou quantificação de antígenos ou anticorpos. Sobre os testes sorológicos aplicados a imunologia, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) São exemplos de técnicas envolvendo separação eletroforética: nefelometria e turbidimetria.
( ) A citometria de fluxo mede características físicas e químicas das células. O citômetro de fluxo analisa critérios selecionados, como tamanho, forma ou propriedades fluorescentes de células individuais por meio da detecção da dispersão da luz e da emissão da fluorescência de corantes ligados à superfície ou ao interior dessas células, quando são interceptadas por uma fonte luminosa, como um laser.
( ) A técnica de imunocitoquímica compreende a avaliação microscópica computadorizada após ensaio de imunofluorescência ou imunohistoquímica em material de biópsia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

  1. A) V – V – V.
  2. B) V – V – F.
  3. C) F – V – F.
  4. D) F – V – V.
  5. E) F – F – F.
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Gabarito oficial: D

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Questão 34 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Um homem de 32 anos dirigiu-se ao Hemocentro de sua cidade com o intuito de realizar uma doação de sangue. Durante a triagem clínica o mesmo informa à profissional triadora que já teve leishmaniose visceral e que realizou todo o tratamento. Sabendo que reconhecidamente existem fatores impeditivos a doação de sangue, que podem ser de caráter temporário ou definitivo, é de suma importância à identificação destes fatores através da triagem clínica, momento em que são verificados os antecedentes patológicos do doador, levando em consideração as doenças e informações que impedem temporária ou permanentemente a doação de sangue. Com base no enunciado acima e em seus conhecimentos sobre as causas de inaptidão temporária e/ou definitiva para doação de sangue descritas na Portaria nº 158, de 4 de fevereiro de 2016; quem teve leishmaniose visceral:

  1. A) Fica inapto para doação de sangue por 6 meses após o término do tratamento.
  2. B) Fica inapto para doação de sangue por 30 dias após o término do tratamento.
  3. C) Deve aguardar 2 semanas após o término do tratamento para realizar a doação de sangue.
  4. D) Deve aguardar 60 dias após o término do tratamento para realizar a doação de sangue.
  5. E) Fica inapto definitivo para doação de sangue.
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Gabarito oficial: E

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Questão 35 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Objetivando definir os requisitos para o funcionamento dos laboratórios clínicos e postos de coleta laboratorial públicos ou privados que realizam atividades na área de análises clínicas, patologia clínica e citologia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 302, de 13 de outubro 2005. Em relação a essa RDC, assinale a alternativa correta:

  1. A) O Responsável Técnico pelo laboratório clínico deve documentar o nível de biossegurança dos ambientes e/ou áreas, baseando-se puramente nos procedimentos realizados.
  2. B) O posto de coleta laboratorial deve possuir vínculo com no máximo três laboratórios clínicos.
  3. C) O laboratório clínico deve possuir estrutura organizacional documentada.
  4. D) O laboratório clínico pode promover treinamento e educação impermanente aos seus funcionários desde que mantenha disponíveis os registros dos mesmos.
  5. E) O laboratório clínico deve assegurar a confiabilidade dos serviços laboratoriais prestados, estritamente por meio do controle externo da qualidade (ensaios de proficiência).
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Gabarito oficial: C

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Questão 36 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Além de ser a porta de entrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), podemos afirmar que a Atenção Primária à Saúde (APS), implica-se também a:
I. Um sistema conectivo às redes de atenção à saúde do SUS.
II. Ser um filtro organizacional quanto aos fluxos nas redes de saúde.
III. Aproximação da clientela junto aos serviços da rede suplementar de saúde.
Está(riam) correta(s):

  1. A) I, II e III.
  2. B) Apenas I e II.
  3. C) Apenas I e III.
  4. D) Apenas II e III.
  5. E) Apenas I.
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Gabarito oficial: B

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Questão 37 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Um sistema de saúde operacionalizado na APS deve ter como base de orientação de suas estruturas, a ampliação de:

  1. A) Um sistema voltado a não integralidade das ações em saúde.
  2. B) Ofertas indistintas de um sistema universalizado.
  3. C) Valores de equidade e solidariedade social.
  4. D) Sistemas suplementares de saúde.
  5. E) Ofertas de sistemas privatistas de saúde.
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Gabarito oficial: C

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Questão 38 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

O Programa de Saúde da Família, atualmente denominado Estratégia de Saúde da Família, é um modelo de reorganização da APS e tem como elementos componentes básicos:

  1. A) Gestores municipais, médicos e enfermeiros.
  2. B) Farmacêuticos, nutricionistas e agentes comunitários de saúde.
  3. C) Agentes comunitários de saúde, fiscais sanitários e administradores de Unidades Básicas de saúde.
  4. D) Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde.
  5. E) Agentes de combate a endemias, odontólogos e nutricionistas.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 39 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

Os papéis de cada esfera de governo e, em especial, no tocante à direção única e os papéis e instrumentos gerenciais para que municípios tenham autonomias quanto à aplicação aos SUS, são vistos em documentação legislativa denominada:

  1. A) Resolução de diretoria civil.
  2. B) Constituição Estadual.
  3. C) Decretos municipais.
  4. D) Normas Operacionais Básicas.
  5. E) Lei orgânica.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 40 · IVIN (Instituto Vicente Nelson) · 2023 · Prefeitura Municipal de Valença do Piauí/PI

É o apoio conjunto de profissionais que não têm, necessariamente, relação direta e cotidiana com o usuário, mas cujas tarefas serão de prestar apoio às equipes de referência (equipes de ESF). Esse texto se refere ao que se agrega nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) denominado:

  1. A) Apoio integral.
  2. B) Estratégia sanitária.
  3. C) Apoio matricial.
  4. D) Programação sanitária.
  5. E) Apoio de redes de atenção.
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Gabarito oficial: C

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