Questão 1 · ABCP · 2025 · CRBM-1 (Conselho Regional de Biomedicina 1ª Região)
Naufrágio de quase 2 mil anos preserva coleção com centenas de cerâmicas intactas
Centenas de cerâmicas antigas bem conservadas foram encontradas em um naufrágio na costa de Adrasan, na Turquia, a uma profundidade de 33 a 46 metros da superfície. Estima-se que os pratos, as bandejas e as tigelas datem do período helenístico tardio e do início do período romano, indicando que a embarcação pode ter afundado há quase dois mil anos.
A descoberta veio à tona graças a um mergulho conduzido pelo próprio ministro da Cultura e do Turismo do país, Mehmet Nuri Ersoy. Imagens e vídeos da expedição demonstram que as louças antigas estão em excelente estado de conservação, com suas cores e características originais preservadas.
Neste navio cargueiro, descobrimos centenas de peças revestidas com argila crua, dispostas umas dentro das outras para protegê-las durante o transporte. Graças a essa técnica, até mesmo os padrões da cerâmica sobreviveram até os dias atuais quase intactos.
Como muitas das peças sobreviveram em suas posições originais, elas fornecem informações valiosas sobre a forma de produção, embalagem e transporte de bens de consumo na antiguidade. Além de gerar insights sobre as vantagens do revestimento com argila bruta, uma abordagem que nunca tinha sido vista de maneira tão completa em nenhum outro lugar.
Alguns exemplares da carga naufragada foram levados de volta para a superfície, de forma a permitir análises mais detalhadas do material. Encaminhadas para os Laboratórios Regionais de Restauração e Conservação, essas obras serão limpas, manipuladas e estudadas em detalhes no sentido de completar lacunas sobre a história desse naufrágio, bem como das atividades comerciais da região.
(Fonte adaptada: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2025/07/naufragio-preserva-colecao-com-centenas-de-ceramicas-intactas-veja.ghtml, acesso em 07 de julho de 2025.)
A desinência flexional “-r” do verbo no infinitivo “proteger” (linha 19) sofre processo morfológico de supressão e substituição fonológica quando ocorre a ênclise do pronome oblíquo átono “as”, formando o segmento “-ê-las”. Considerando a função sintática do pronome incorporado ao verbo, analise as alternativas e aponte a classificação correta desse termo no contexto da oração:
- A) Núcleo do sujeito elíptico, com valor anafórico referente a antecedente feminino plural expresso no discurso.
- B) Adjunto adverbial com valor intensificador de ação, demonstrando circunstância de modo no processo verbal.
- C) Pronome oblíquo átono.
- D) Objeto direto realizado pelo pronome oblíquo átono.
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Gabarito oficial: D
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Questão 2 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Brejo da Madre de Deus (PE)
“São competentes técnicos, ......... opinião não podemos prescindir.”
A alternativa que preenche corretamente a lacuna dessa frase é:
- A) De cuja.
- B) Cuja.
- C) De que a.
- D) Que a.
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Gabarito oficial: A
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Questão 3 · Avança SP · 2024 · Prefeitura Municipal da Estância Climática de Caconde/SP
Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo
Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer.
Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça. “Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos. O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas. A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos. “Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis. Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.” A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais. Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologi a/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-vivam-mais-aponta-estudo.ghtml>
No excerto “Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos?”, verificam-se apenas pronomes dos tipos:
- A) interrogativo e pessoal.
- B) interrogativo, possessivo e relativo.
- C) interrogativo e possessivo.
- D) relativo e possessivo.
- E) relativo e pessoal.
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Gabarito oficial: C
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Questão 4 · Fundatec · 2024 · Prefeitura Municipal de Cruz Alta/RS
Tigrinho vai à escola: apostas invadem recreios e salas de aula
Por Vanessa Fajardo e Portal Lunetas
01 Quanto mais prejuízo no Jogo do Tigrinho, mais vontade de apostar Gabriel, 16 anos, tinha.
02 “Quando eu perdia, acordava querendo jogar para tentar recuperar. Isso não é bom, você se
03 vicia”, conta. “Eu ganho R$ 50 por dia fazendo um bico de descarregamento de carga de
04 caminhão. Cheguei a perder 400 reais – o equivalente a oito dias de trabalho – em uma hora”.
05 Recentemente, o adolescente parou de jogar. Além de se arrepender dos meses que passou
06 apostando, não incentiva ninguém a jogar.
07 Apesar de proibido no Brasil, o Jogo do Tigrinho ou Fortune Tiger funciona em sites e
08 aplicativos de apostas, e viralizou nas redes sociais neste ano. O professor de informática, João
09 Paulo Freitas de Oliveira, do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), ____ acompanhado o
10 envolvimento de crianças e adolescentes com esse tema, inclusive na escola. “Até os alunos mais
11 novos já jogam”, diz.
12 Segundo um estudo da Unicef, agência da Organização das Nações Unidas (ONU), para a
13 infância, 22% dos adolescentes entrevistados afirmam que apostaram em jogos de azar pela
14 primeira vez aos 11 anos ou menos; a maioria começou aos 12 anos ou mais (78%).
15 Em junho, o programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, denunciou a Meta ao
16 Ministério Público do Estado de São Paulo após identificar perfis de influenciadores mirins, entre
17 6 e 17 anos, que promovem sites de apostas disponibilizando links de acesso para crianças e
18 adolescentes. Para o coordenador do MBA em cibersegurança da Faculdade de Informática e
19 Administração Paulista (FIAP), Marcelo Lau, é difícil responsabilizar e penalizar os culpados. Isso
20 porque “muitas das plataformas que ofertam esse tipo de serviço não ____ qualquer
21 representação no Brasil”.
22 Apesar de ter bastante gente jogando na escola, Gabriel diz que nunca jogou lá porque
23 preferia estar em um ambiente “sozinho e silencioso”. Mas essa não é a realidade de um aluno
24 do 1º ano do ensino médio [por volta de 15 anos] que, na primeira quinzena do mês, já tinha
25 gastado mais de R$ 1.000 com o Jogo do Tigrinho, como relata o professor João Paulo Freitas
26 de Oliveira. “Ao questionar se os pais não o controlavam, ele contou que a mãe gastava mais do
27 que ele no jogo. Convoquei a reitoria e vamos montar um plano de ação”.
28 Mesmo crianças que estudam em escolas onde o uso do celular é proibido estão sujeitas a
29 conhecer os jogos de aposta. É o caso de Felipe, 11 anos. Ele se deparou com o Tigrinho no
30 curso de inglês que frequenta no contraturno escolar quando um colega de 14 anos jogava pelo
31 celular. “Eu já tinha visto propagandas e tinha ouvido falar sobre o jogo em vários lugares, mas
32 nunca tinha visto ninguém jogar. Não fiquei curioso porque não gosto desse tipo de jogo de
33 aposta”, conta.
34 Mas o que mais preocupa Oliveira é que os alunos beneficiados pelo Pé-de-Meia [programa
35 que busca incentivar os estudantes de famílias de baixa renda a frequentar as aulas do ensino
36 médio] estão se viciando e usam o dinheiro para fazer apostas on-line. “Isso é gravíssimo”, diz.
(Disponível em: https://apublica.org/2024/09/tigrinho-vai-a-escola-apostas-invadem-recreios-e-salas-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento retirado do texto “Quando eu perdia, acordava querendo jogar para tentar recuperar. Isso não é bom, você se vicia”, analise o conceito abaixo:
• São palavras que substituem os substantivos ou os determinam, indicando a pessoa do discurso. O conceito acima define a classe gramatical:
- A) Adjetivo, como os vocábulos “bom” e “se”.
- B) Advérbio, como os termos “para” e “é”.
- C) Artigo, como as palavras “é” e “se”.
- D) Preposição, como os vocábulos “para” e “Isso”.
- E) Pronome, como os termos “eu” e “Isso”.
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Gabarito oficial: E
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Questão 5 · Instituto Verbena/UFG · 2024 · Prefeitura Municipal de Jussara (GO)
Texto 4 Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios Por Luna D’Alama Início Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei. Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento. Inspiração Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel. Investimentos A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos. Otimismo Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final. Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
No trecho “A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos”, ao fazer uso de “a gente”, Rebeca visa
- A) engajar em seu discurso outros interlocutores.
- B) enfatizar discursivamente a terceira pessoal do plural.
- C) sintetizar semanticamente as marcas verbais de plural.
- D) antecipar os sentidos presentes na mensagem dos ouvintes.
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Gabarito oficial: A
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Questão 6 · MS Concursos · 2023 · Pref. Ituberá (BA)
A ESCRITA NA SUA IMPORTÂNCIA GRÁFICO – COMUNICATIVA! (1º§) A escrita é um ato difícil. Escritores, compositores, jornalistas, professores e todos os profissionais que têm na escrita um instrumento de trabalho, em geral dizem que "suam a camisa" para redigir seus textos. Mas dizem também que a satisfação do texto pronto vale o esforço de produzi-lo. (2º§) Você gosta de escrever? É muito importante que você escreva para treinar a organização das ideias. Pense nisso. Escreva! Treine! (3º§) Há quem formule muitas falsas ideias sobre a escrita. (4º§) Há quem pense que os que gostam de escrever têm o dom das palavras, e que para estes as palavras "saem mais fácil". Não é verdade. (5º§) Escrever não depende de dom, mas de empenho, dedicação, compromisso, seriedade, desejo e crença na possibilidade de ter algo a dizer que vale a pena. (6º§) Escrever é um procedimento e, como tal, depende de exercitação: o talento da escrita nasce da frequência com que ela é experimentada. (7º§) Escrever é preciso! (8º§) Há quem pense que só os que gostam devem escrever. Não é verdade. Todos que têm algo a dizer, que têm o que compartilhar, que precisam documentar o que vivem, que querem refletir sobre as coisas da vida e sobre o próprio trabalho, que ensinam a ler e escrever... precisam escrever. (9º§) Por isso, nós, professores, precisamos escrever: porque temos o que dizer, porque temos o que compartilhar, porque precisamos documentar o que vivemos e refletir sobre isso, e porque ensinamos a escrever – somos profissionais da escrita! (10º§) Se a escola não nos ensinou a intimidade com a escrita e o gosto por escrever, só nos resta dar a volta por cima, arregaçar as mangas e assumir os riscos: escrever é preciso! (http://www.dominiopublico.mec.gov.br/download/texto/me000500.pdf) – (p.16)
Marque a frase que inicia com pronome que indicativo de interlocutor direto.
- A) Por isso, nós, professores, precisamos escrever.
- B) Todos que têm algo a dizer.
- C) Você gosta de escrever?
- D) Pense nisso.
- E) É muito importante que você escreva para treinar a organização das ideias.
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Gabarito oficial: C
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Questão 7 · IMPARH · 2023 · Prefeitura Municipal de Pedra Branca/CE
O que é resiliência?
01 A resiliência é um termo muito trabalhado na Psicologia e que diz respeito à capacidade de uma
02 pessoa de conseguir lidar com problemas e mudanças, de superar desafios — de forma a manter o equilíbrio
03 — e de conseguir alcançar os seus objetivos. Inclusive, ao mesmo tempo, trata-se da capacidade de sair de
04 circunstâncias adversas mais fortalecido e capaz de continuar a sua jornada.
05 Ou seja, o conceito está intimamente ligado com a forma como interpretamos e como agimos
06 diante dos problemas no dia a dia. Se você tem a postura de encarar os desafios e seguir em frente, lidando
07 com os abalos de uma maneira mais tranquila, é sinal de que tem uma maior resiliência. Já aqueles que se
08 sentem paralisados e são mais afetados diante dos obstáculos, via de regra, são menos resilientes.
09 Saiba, porém, que não há problema algum em fazer parte do segundo grupo, afinal, isso não
10 significa que você precisa se manter condicionado a essa situação para sempre. Se isso o incomoda, é possível,
11 sim, segundo a Psicologia, trabalhar essa habilidade para que você possa lidar com os problemas com maior
12 resistência e mais poder e, até mesmo, para dar maior apoio para os seus familiares e para os entes queridos.
13 É importante lembrarmos que essa não é uma característica inata. Assim, você pode desenvolvê-la
14 ao longo da vida. Também há situações que são mais confortáveis para nós e, por conseguinte, lidaremos com
15 elas com maior resiliência, enquanto outras já serão mais complexas.
Disponível em: https://blog.primaveras.com.br/o-que-e-resiliencia/. Acesso em: 26 jul. 2023.
Existem quantos pronomes no último parágrafo (da l. 13 à l. 15)?
- A) 03.
- B) 05.
- C) 07.
- D) 09.
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Gabarito oficial: C
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Questão 8 · ADVISE · 2021 · Prefeitura de Coremas (PB)
Idoso comove ao fazer sinfonia para mulher em janela de hospital na Itália
Um italiano de 81 anos comoveu muita gente ao fazer uma serenata na janela do hospital onde sua mulher está internada, em Castel San-Giovanni, na região de Emilia-Romagna. Juntos há 47 anos, eles não podem se encontrar pessoalmente porque visitas estão proibidas. Um vídeo registrou Stefano Bozzini tocando acordeão, sentado em um banquinho no meio da rua, enquanto Carla Sacchi ouve, emocionada, suas músicas preferidas, acompanhada por mais duas pessoas (assista acima). Todos usam máscaras de proteção. O hospital onde ela está internada não recebe pacientes com Covid-19, segundo a agência italiana de notícias Ansa, mas proíbe visitas no momento devido à pandemia. Bozzini, que é membro da reserva da infantaria montanhesa Alpina, usa ainda o chapéu que fazia parte de seu uniforme, com uma longa pena.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>Acesso em 11 de novembro de 2020)
A partícula “que” empregada na linha 16 do Texto poderia ser CORRETAMENTE substituída pela seguinte alternativa:
- A) “no qual”;
- B) “o qual”;
- C) “em que”;
- D) “a qual”;
- E) “para o qual”.
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Gabarito oficial: B
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Questão 9 · CEBRASPE · 2020 · Prefeitura de Barra dos Coqueiros (SE)
O estudo do desenvolvimento das ciências vai muito além da simples percepção da progressão da técnica ou do entendimento de como determinado objeto surgiu e de como ele funciona. Acima de tudo, trata de compreender as variáveis incutidas nos desdobramentos da evolução científico-tecnológica. Saber quem melhor se aproveitou dessa evolução, qual teria sido sua finalidade e quais mudanças sociais e de concepções culturais a ciência operou constitui o objetivo último do historiador da ciência. Partir da máxima de Francis Bacon, de que o saber confere poder, pode ser um início muito esclarecedor para essa questão. A ciência tem como pressuposto de sua práxis a utilização de modelos teóricos que obedeçam a determinados princípios, sem que isso implique a aceitação de uma razão universal e impessoal, à medida que os indivíduos inventam e constroem diversas racionalidades inerentes a cada sociedade e seus respectivos tipos de saberes. Estes, por sua vez, exprimem estruturas, valores e projetos específicos que geram, no interior dessas sociedades, concepções peculiares de conhecimento, posto que o modo de questionar é solidário com o modo de ser e viver, de crenças e valores, de práticas e instituições, presentes em cada grupo social. Paulo Ferraz de Camargo Oliveira. Herança ou ruptura? In: Revista Leituras da História, n.º 129. São Paulo: Editora Escala, 2019, p. 17 (com adaptações).
Dados os sentidos do segundo parágrafo do texto CG1A1-I, as formas pronominais “Estes” (R.17) e “que” (R.18) referem-se, respectivamente, a
- A) “os indivíduos” (R.15) e “concepções peculiares de conhecimento” (R. 19 e 20).
- B) “determinados princípios” (R. 13 e 14) e “respectivos tipos de saberes” (R.17).
- C) “cada sociedade e seus respectivos tipos de saberes” (R. 16 e 17) e “concepções peculiares de conhecimento” (R. 19 e 20).
- D) “os indivíduos” (R.15) e “estruturas, valores e projetos específicos” (R.18).
- E) “seus respectivos tipos de saberes” (R.17) e “estruturas, valores e projetos específicos” (R.18).
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Gabarito oficial: E
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Questão 10 · AOCP · 2017 · EBSERH (HRL-UFS)
LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do papel da mídia no painel sobre a Implementação da Agenda 2030 à luz da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: O Futuro que Queremos. Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, que considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do que pessoas sem deficiência.
A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas que incluem personagens com deficiência, construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva. Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, que prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias, cofundadora da GADIM e fundadora da Starting with Julius, organização que promove a inclusão de modelos com deficiência na publicidade na Austrália, falou sobre a importância das pessoas com deficiência serem vistas como consumidoras, funcionárias e prestadoras de serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia Almeida convocou o movimento social dos diferentes países a cobrar de seus governos medidas concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação e barreiras que impedem que outros artigos importantes da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão na mídia de maneira positiva tem o poder de acelerar o processo de mudança cultural.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/arquivos/29803
Assinale a alternativa em que o termo em destaque NÃO exerce função de pronome relativo.
- A) “[...] considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do _que_ pessoas sem deficiência[...]”.
- B) “Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, _que_ considera pessoas com deficiência.”.
- C) “A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas _que_ incluem personagens com deficiência[...]”.
- D) “[...]construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, _que_, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva.”.
- E) “Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, _que_ prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.”.
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Gabarito oficial: A
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Resolver as 17 questões de Pronomes Outros temas de Língua Portuguesa