Concurso Biomédico

Concurso HUGO Goiânia (AGIR) 2014 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso HUGO Goiânia (AGIR) (2014), banca UEG: 36 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso HUGO Goiânia (AGIR) de 2014 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca UEG. A prova tinha 40 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo.

Disciplinas gerais: Legislação do SUS e Saúde Pública (20), Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (10).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso HUGO Goiânia (AGIR) 2014 para Biomédico?

A banca foi UEG. Temos 2 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso HUGO Goiânia (AGIR) 2014?

A prova teve 40 questões.

O que mais caiu na prova de Biomédico HUGO Goiânia (AGIR) 2014?

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso HUGO Goiânia (AGIR) 2014?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso HUGO Goiânia (AGIR)?

Resolva esta e as outras provas da banca UEG, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4. "Não há dúvidas de que a memória é o estômago da mente. Da mesma forma como o alimento é trazido à boca pela ruminação, assim as coisas são trazidas da memória pela lembrança." Santo Agostinho, autor dessa afirmação, percebeu com clareza as relações existentes entre o ato de pensar e o ato de comer. Nietzsche também se deu conta dessas relações e afirmou que "a mente é um estômago". A analogia entre o estômago e a mente nos permite saltar daquilo que sabemos sobre o estômago para o que não sabemos acerca da mente. Quando a ciência usa as palavras "onda" e "partícula" ela está se valendo de analogias tiradas do mundo visível para dizer o universo naquilo que ele tem de invisível. O estômago é órgão processador de alimentos, os quais são objetos exteriores, estranhos ao corpo. Ele os transforma em objetos interiores, semelhantes ao corpo. É isso que torna possível a assimilação. A mente é um processador de informações, as quais são objetos exteriores, estranhos à mente. Ela os transforma em objetos interiores, isto é, pensáveis. Pelo pensamento as informações são assimiladas, tornam-se da mesma substância da mente. O pensamento estranho se torna pensamento compreendido. Entre todos os estômagos, os humanos são os mais extraordinários, dada a sua versatilidade. Eles têm uma capacidade inigualável para digerir os mais diferentes tipos de comida. Por vezes essa versatilidade é submetida a restrições. Há estômagos que só conseguem digerir um tipo de comida. É o caso dos tigres. Eles só reconhecem carne como alimento. Diante dos legumes, os tigres dirão: "Isso não é comida!" Por outro lado, os estômagos das vacas só digerem capim. A mente é um estômago. Há muitos tipos de mente-estômago. Alguns se parecem com os estômagos humanos e processam os mais variados tipos de informações. Leonardo da Vinci é um exemplo extraordinário desse estômago omnívoro, capaz de digerir poesia, música, arquitetura, urbanismo, pintura, engenharia, ciência, criptografia, filosofia. Outros estômagos, porém, se especializaram e só são capazes de digerir um tipo de alimento. A ciência é um dos nossos estômagos possíveis, produzido historicamente por meio de uma disciplina alimentar única. Eu sugiro que o estômago da ciência é análogo ao das vacas. A ciência tem um estômago especializado que só é capaz de digerir um tipo de comida. Se eu oferecer à ciência uma “comida” não apropriada, ela dirá, na linguagem que lhe é própria: "Isso não é científico." Portanto, não pode ser digerida pelo estômago da ciência. Quando a vaca, diante do suculento bife, declara de forma definitiva que aquilo não é comida, falta, à sua afirmação, senso crítico. Sua resposta deveria ser: "Isso não é comida para o meu estômago." Sim, porque para muitos outros estômagos aquilo é comida. Assim, quando a ciência diz "isso não é científico", é preciso ter em mente que, para muitos outros estômagos, aquilo é comida (boa, gostosa; que dá vida, sabedoria). Acontece que existe uma inclinação natural da mente em acreditar que só é real aquilo que é real para ela (o que é, cientificamente, uma estupidez). Por que escolhi o estômago da vaca e não do tigre como análogo ao da ciência? O tigre parece ser mais nobre, mais inteligente. A ESSO escolheu o tigre como seu símbolo; jamais escolheria a vaca. Ao que me consta, existe uma única instituição de saber superior cujo nome está ligado à vaca: é a universidade de Oxford. "Ox", como é bem sabido, é a palavra inglesa para vaca. Eu teria sido mais prudente escolhendo a analogia do tigre ao invés da vaca, posto que ambos os estômagos conhecem apenas um tipo de comida. Mas há uma diferença. Não há nada que façamos com os produtos dos estômagos dos tigres. Mas daquilo que o estômago da vaca produz, os homens fazem maravilhosos produtos que contribuem para a vida e a cultura. Assim o estômago da ciência, com seus produtos infinitos, incontáveis, maravilhosos, mais se assemelha ao estômago das vacas que ao dos tigres. ALVES, Rubem. “O que é científico?” (II). In: Entre a ciência e a sapiência. São Paulo: Loyola, 1999. p. 87-92. (adaptado).

No texto, o autor tem por objetivo principal

  1. A) relatar opiniões e características de personalidades como Santo Agostinho, Nietzsche e Leonardo da Vinci.
  2. B) defender a partir de analogias e metáforas ideias sobre as relações existentes entre o ato de pensar o e o ato de comer.
  3. C) criticar a ciência por ser produzida historicamente por meio de uma disciplina alimentar única e por digerir apenas um tipo de comida.
  4. D) descrever por meio de comparação características de marketing da companhia de petróleo ESSO e da Universidade de Oxford.
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Gabarito oficial: B

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Questão 2 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4. "Não há dúvidas de que a memória é o estômago da mente. Da mesma forma como o alimento é trazido à boca pela ruminação, assim as coisas são trazidas da memória pela lembrança." Santo Agostinho, autor dessa afirmação, percebeu com clareza as relações existentes entre o ato de pensar e o ato de comer. Nietzsche também se deu conta dessas relações e afirmou que "a mente é um estômago". A analogia entre o estômago e a mente nos permite saltar daquilo que sabemos sobre o estômago para o que não sabemos acerca da mente. Quando a ciência usa as palavras "onda" e "partícula" ela está se valendo de analogias tiradas do mundo visível para dizer o universo naquilo que ele tem de invisível. O estômago é órgão processador de alimentos, os quais são objetos exteriores, estranhos ao corpo. Ele os transforma em objetos interiores, semelhantes ao corpo. É isso que torna possível a assimilação. A mente é um processador de informações, as quais são objetos exteriores, estranhos à mente. Ela os transforma em objetos interiores, isto é, pensáveis. Pelo pensamento as informações são assimiladas, tornam-se da mesma substância da mente. O pensamento estranho se torna pensamento compreendido. Entre todos os estômagos, os humanos são os mais extraordinários, dada a sua versatilidade. Eles têm uma capacidade inigualável para digerir os mais diferentes tipos de comida. Por vezes essa versatilidade é submetida a restrições. Há estômagos que só conseguem digerir um tipo de comida. É o caso dos tigres. Eles só reconhecem carne como alimento. Diante dos legumes, os tigres dirão: "Isso não é comida!" Por outro lado, os estômagos das vacas só digerem capim. A mente é um estômago. Há muitos tipos de mente-estômago. Alguns se parecem com os estômagos humanos e processam os mais variados tipos de informações. Leonardo da Vinci é um exemplo extraordinário desse estômago omnívoro, capaz de digerir poesia, música, arquitetura, urbanismo, pintura, engenharia, ciência, criptografia, filosofia. Outros estômagos, porém, se especializaram e só são capazes de digerir um tipo de alimento. A ciência é um dos nossos estômagos possíveis, produzido historicamente por meio de uma disciplina alimentar única. Eu sugiro que o estômago da ciência é análogo ao das vacas. A ciência tem um estômago especializado que só é capaz de digerir um tipo de comida. Se eu oferecer à ciência uma “comida” não apropriada, ela dirá, na linguagem que lhe é própria: "Isso não é científico." Portanto, não pode ser digerida pelo estômago da ciência. Quando a vaca, diante do suculento bife, declara de forma definitiva que aquilo não é comida, falta, à sua afirmação, senso crítico. Sua resposta deveria ser: "Isso não é comida para o meu estômago." Sim, porque para muitos outros estômagos aquilo é comida. Assim, quando a ciência diz "isso não é científico", é preciso ter em mente que, para muitos outros estômagos, aquilo é comida (boa, gostosa; que dá vida, sabedoria). Acontece que existe uma inclinação natural da mente em acreditar que só é real aquilo que é real para ela (o que é, cientificamente, uma estupidez). Por que escolhi o estômago da vaca e não do tigre como análogo ao da ciência? O tigre parece ser mais nobre, mais inteligente. A ESSO escolheu o tigre como seu símbolo; jamais escolheria a vaca. Ao que me consta, existe uma única instituição de saber superior cujo nome está ligado à vaca: é a universidade de Oxford. "Ox", como é bem sabido, é a palavra inglesa para vaca. Eu teria sido mais prudente escolhendo a analogia do tigre ao invés da vaca, posto que ambos os estômagos conhecem apenas um tipo de comida. Mas há uma diferença. Não há nada que façamos com os produtos dos estômagos dos tigres. Mas daquilo que o estômago da vaca produz, os homens fazem maravilhosos produtos que contribuem para a vida e a cultura. Assim o estômago da ciência, com seus produtos infinitos, incontáveis, maravilhosos, mais se assemelha ao estômago das vacas que ao dos tigres. ALVES, Rubem. “O que é científico?” (II). In: Entre a ciência e a sapiência. São Paulo: Loyola, 1999. p. 87-92. (adaptado).

Para atingir seus objetivos de interação com o leitor, o autor usa predominantemente, na organização textual, os modos

  1. A) argumentativo e descritivo.
  2. B) narrativo e descritivo.
  3. C) argumentativo e injuntivo.
  4. D) expositivo e argumentativo.
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Gabarito oficial: D

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Questão 3 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4. "Não há dúvidas de que a memória é o estômago da mente. Da mesma forma como o alimento é trazido à boca pela ruminação, assim as coisas são trazidas da memória pela lembrança." Santo Agostinho, autor dessa afirmação, percebeu com clareza as relações existentes entre o ato de pensar e o ato de comer. Nietzsche também se deu conta dessas relações e afirmou que "a mente é um estômago". A analogia entre o estômago e a mente nos permite saltar daquilo que sabemos sobre o estômago para o que não sabemos acerca da mente. Quando a ciência usa as palavras "onda" e "partícula" ela está se valendo de analogias tiradas do mundo visível para dizer o universo naquilo que ele tem de invisível. O estômago é órgão processador de alimentos, os quais são objetos exteriores, estranhos ao corpo. Ele os transforma em objetos interiores, semelhantes ao corpo. É isso que torna possível a assimilação. A mente é um processador de informações, as quais são objetos exteriores, estranhos à mente. Ela os transforma em objetos interiores, isto é, pensáveis. Pelo pensamento as informações são assimiladas, tornam-se da mesma substância da mente. O pensamento estranho se torna pensamento compreendido. Entre todos os estômagos, os humanos são os mais extraordinários, dada a sua versatilidade. Eles têm uma capacidade inigualável para digerir os mais diferentes tipos de comida. Por vezes essa versatilidade é submetida a restrições. Há estômagos que só conseguem digerir um tipo de comida. É o caso dos tigres. Eles só reconhecem carne como alimento. Diante dos legumes, os tigres dirão: "Isso não é comida!" Por outro lado, os estômagos das vacas só digerem capim. A mente é um estômago. Há muitos tipos de mente-estômago. Alguns se parecem com os estômagos humanos e processam os mais variados tipos de informações. Leonardo da Vinci é um exemplo extraordinário desse estômago omnívoro, capaz de digerir poesia, música, arquitetura, urbanismo, pintura, engenharia, ciência, criptografia, filosofia. Outros estômagos, porém, se especializaram e só são capazes de digerir um tipo de alimento. A ciência é um dos nossos estômagos possíveis, produzido historicamente por meio de uma disciplina alimentar única. Eu sugiro que o estômago da ciência é análogo ao das vacas. A ciência tem um estômago especializado que só é capaz de digerir um tipo de comida. Se eu oferecer à ciência uma “comida” não apropriada, ela dirá, na linguagem que lhe é própria: "Isso não é científico." Portanto, não pode ser digerida pelo estômago da ciência. Quando a vaca, diante do suculento bife, declara de forma definitiva que aquilo não é comida, falta, à sua afirmação, senso crítico. Sua resposta deveria ser: "Isso não é comida para o meu estômago." Sim, porque para muitos outros estômagos aquilo é comida. Assim, quando a ciência diz "isso não é científico", é preciso ter em mente que, para muitos outros estômagos, aquilo é comida (boa, gostosa; que dá vida, sabedoria). Acontece que existe uma inclinação natural da mente em acreditar que só é real aquilo que é real para ela (o que é, cientificamente, uma estupidez). Por que escolhi o estômago da vaca e não do tigre como análogo ao da ciência? O tigre parece ser mais nobre, mais inteligente. A ESSO escolheu o tigre como seu símbolo; jamais escolheria a vaca. Ao que me consta, existe uma única instituição de saber superior cujo nome está ligado à vaca: é a universidade de Oxford. "Ox", como é bem sabido, é a palavra inglesa para vaca. Eu teria sido mais prudente escolhendo a analogia do tigre ao invés da vaca, posto que ambos os estômagos conhecem apenas um tipo de comida. Mas há uma diferença. Não há nada que façamos com os produtos dos estômagos dos tigres. Mas daquilo que o estômago da vaca produz, os homens fazem maravilhosos produtos que contribuem para a vida e a cultura. Assim o estômago da ciência, com seus produtos infinitos, incontáveis, maravilhosos, mais se assemelha ao estômago das vacas que ao dos tigres. ALVES, Rubem. “O que é científico?” (II). In: Entre a ciência e a sapiência. São Paulo: Loyola, 1999. p. 87-92. (adaptado).

No contexto em que se insere, o significado mais adequado da palavra “versatilidade” (linha 13) é:

  1. A) tendência para possuir diversas características.
  2. B) o que não sustenta um só ponto de vista.
  3. C) o que apresenta inconstância nas decisões.
  4. D) falta de estabilidade e de segurança.
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Gabarito oficial: A

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Questão 4 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4. "Não há dúvidas de que a memória é o estômago da mente. Da mesma forma como o alimento é trazido à boca pela ruminação, assim as coisas são trazidas da memória pela lembrança." Santo Agostinho, autor dessa afirmação, percebeu com clareza as relações existentes entre o ato de pensar e o ato de comer. Nietzsche também se deu conta dessas relações e afirmou que "a mente é um estômago". A analogia entre o estômago e a mente nos permite saltar daquilo que sabemos sobre o estômago para o que não sabemos acerca da mente. Quando a ciência usa as palavras "onda" e "partícula" ela está se valendo de analogias tiradas do mundo visível para dizer o universo naquilo que ele tem de invisível. O estômago é órgão processador de alimentos, os quais são objetos exteriores, estranhos ao corpo. Ele os transforma em objetos interiores, semelhantes ao corpo. É isso que torna possível a assimilação. A mente é um processador de informações, as quais são objetos exteriores, estranhos à mente. Ela os transforma em objetos interiores, isto é, pensáveis. Pelo pensamento as informações são assimiladas, tornam-se da mesma substância da mente. O pensamento estranho se torna pensamento compreendido. Entre todos os estômagos, os humanos são os mais extraordinários, dada a sua versatilidade. Eles têm uma capacidade inigualável para digerir os mais diferentes tipos de comida. Por vezes essa versatilidade é submetida a restrições. Há estômagos que só conseguem digerir um tipo de comida. É o caso dos tigres. Eles só reconhecem carne como alimento. Diante dos legumes, os tigres dirão: "Isso não é comida!" Por outro lado, os estômagos das vacas só digerem capim. A mente é um estômago. Há muitos tipos de mente-estômago. Alguns se parecem com os estômagos humanos e processam os mais variados tipos de informações. Leonardo da Vinci é um exemplo extraordinário desse estômago omnívoro, capaz de digerir poesia, música, arquitetura, urbanismo, pintura, engenharia, ciência, criptografia, filosofia. Outros estômagos, porém, se especializaram e só são capazes de digerir um tipo de alimento. A ciência é um dos nossos estômagos possíveis, produzido historicamente por meio de uma disciplina alimentar única. Eu sugiro que o estômago da ciência é análogo ao das vacas. A ciência tem um estômago especializado que só é capaz de digerir um tipo de comida. Se eu oferecer à ciência uma “comida” não apropriada, ela dirá, na linguagem que lhe é própria: "Isso não é científico." Portanto, não pode ser digerida pelo estômago da ciência. Quando a vaca, diante do suculento bife, declara de forma definitiva que aquilo não é comida, falta, à sua afirmação, senso crítico. Sua resposta deveria ser: "Isso não é comida para o meu estômago." Sim, porque para muitos outros estômagos aquilo é comida. Assim, quando a ciência diz "isso não é científico", é preciso ter em mente que, para muitos outros estômagos, aquilo é comida (boa, gostosa; que dá vida, sabedoria). Acontece que existe uma inclinação natural da mente em acreditar que só é real aquilo que é real para ela (o que é, cientificamente, uma estupidez). Por que escolhi o estômago da vaca e não do tigre como análogo ao da ciência? O tigre parece ser mais nobre, mais inteligente. A ESSO escolheu o tigre como seu símbolo; jamais escolheria a vaca. Ao que me consta, existe uma única instituição de saber superior cujo nome está ligado à vaca: é a universidade de Oxford. "Ox", como é bem sabido, é a palavra inglesa para vaca. Eu teria sido mais prudente escolhendo a analogia do tigre ao invés da vaca, posto que ambos os estômagos conhecem apenas um tipo de comida. Mas há uma diferença. Não há nada que façamos com os produtos dos estômagos dos tigres. Mas daquilo que o estômago da vaca produz, os homens fazem maravilhosos produtos que contribuem para a vida e a cultura. Assim o estômago da ciência, com seus produtos infinitos, incontáveis, maravilhosos, mais se assemelha ao estômago das vacas que ao dos tigres. ALVES, Rubem. “O que é científico?” (II). In: Entre a ciência e a sapiência. São Paulo: Loyola, 1999. p. 87-92. (adaptado).

No trecho "Isso não é comida para o meu estômago" (linha 29), a parte destacada estabelece, com o termo “comida”, uma relação de

  1. A) separação
  2. B) generalização
  3. C) especificação
  4. D) distinção
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Gabarito oficial: C

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Questão 6 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 6 a 9. Será que se livrar das rotinas é se libertar? Não consigo pensar em efetuar intervenções ou mudanças na vida sem hábitos bem estabelecidos. Vejo essas ordenações como Arquimedes via o ponto de apoio e a alavanca com a qual pretendia mover o mundo. Eu diria: "Dê-me uma rotina e uma vontade de mudar para mudar o mundo". Sem rotina, invenção é difícil. Sem rotina, não existiria nem jeitinho - coisa tão nossa, com a qual abrimos novos caminhos. Sem rotina, com tudo permitido, na ausência de ordenação, como e com que romper? Não tenho em mente a rotina das máquinas, que se repetem sem saber por quê. Falo daquela ordem que resulta de múltiplos acertos e erros. É sempre melhor lavar o rosto só depois de lavar os dentes, tudo para não sujar com a pasta o rosto já lavado. Sabia? Mínimos detalhes do cotidiano não estão aí à toa. Têm uma razão de ser. Ter lugar para as coisas pode chegar a ser uma obsessão, mas pode ser também o melhor jeito de não ter que procurá-las a cada vez que precisamos delas, perdendo preciosos minutos. Ordem e rotina sagradas e intocáveis paralisam as mudanças. Mas, entre rotina sagrada e vida sem qualquer rotina, vai uma boa distância. Felizmente. Uma boa mãe atende aos resmungos de seu bebê. A partir da certeza de ser atendido, ele vivencia suas primeiras rotinas: sabe que quando reclama provavelmente será atendido. Pouco a pouco, vai usufruir dessa constância repetitiva e perceber algumas coisas como familiares e outras como estranhas. Conforme as estranhas se repetem, vão sendo incorporadas ao universo conhecido. Se o bebê viver imerso num mundo com falta de previsibilidade, olhará o mundo apreensivamente. Tem gente que passa a vida só evitando surpresas. Os carcereiros vigilantes também são prisioneiros de quem cuidam e não querem saber de surpresas. A rotina é, pois, não só o sustentáculo da liberdade mas também o aprisionamento dela. Incapazes de usar a rotina, perdemos a segurança necessária para criar e ser livre. É porque certas certezas existem que eu posso usar a minha mente para brincar, inventar, criar coisas novas. As rotinas geram confiabilidade no mundo que nos rodeia e permitem libertar nossa atenção para divagar por terras novas. Uma barra rígida sem ponto de apoio não é alavanca, diria Arquimedes. É conhecendo os fenômenos do mundo que posso mudá-lo. É com a confluência dos dois que gero a força para mover o mundo. Educar para a rotina, ao contrário do que se possa crer, é uma forma de gerar liberdade. Imponha-se rotina para que as crianças possam se exercitar em contorná-la. MAUTNER, Anna Veronica. O caráter revolucionário das rotinas. Disponível em:

No texto, a autora defende a tese de que

  1. A) se livrar das rotinas é abrir caminho para vários graus de liberdade.
  2. B) as rotinas levam à falta de flexibilidade para resolver novos problemas.
  3. C) a ideia de repetição presente nas rotinas foi relegada à reprovação geral.
  4. D) as rotinas são ponto de apoio indispensável para atos revolucionários.
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Gabarito oficial: D

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Questão 7 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 6 a 9. Será que se livrar das rotinas é se libertar? Não consigo pensar em efetuar intervenções ou mudanças na vida sem hábitos bem estabelecidos. Vejo essas ordenações como Arquimedes via o ponto de apoio e a alavanca com a qual pretendia mover o mundo. Eu diria: "Dê-me uma rotina e uma vontade de mudar para mudar o mundo". Sem rotina, invenção é difícil. Sem rotina, não existiria nem jeitinho - coisa tão nossa, com a qual abrimos novos caminhos. Sem rotina, com tudo permitido, na ausência de ordenação, como e com que romper? Não tenho em mente a rotina das máquinas, que se repetem sem saber por quê. Falo daquela ordem que resulta de múltiplos acertos e erros. É sempre melhor lavar o rosto só depois de lavar os dentes, tudo para não sujar com a pasta o rosto já lavado. Sabia? Mínimos detalhes do cotidiano não estão aí à toa. Têm uma razão de ser. Ter lugar para as coisas pode chegar a ser uma obsessão, mas pode ser também o melhor jeito de não ter que procurá-las a cada vez que precisamos delas, perdendo preciosos minutos. Ordem e rotina sagradas e intocáveis paralisam as mudanças. Mas, entre rotina sagrada e vida sem qualquer rotina, vai uma boa distância. Felizmente. Uma boa mãe atende aos resmungos de seu bebê. A partir da certeza de ser atendido, ele vivencia suas primeiras rotinas: sabe que quando reclama provavelmente será atendido. Pouco a pouco, vai usufruir dessa constância repetitiva e perceber algumas coisas como familiares e outras como estranhas. Conforme as estranhas se repetem, vão sendo incorporadas ao universo conhecido. Se o bebê viver imerso num mundo com falta de previsibilidade, olhará o mundo apreensivamente. Tem gente que passa a vida só evitando surpresas. Os carcereiros vigilantes também são prisioneiros de quem cuidam e não querem saber de surpresas. A rotina é, pois, não só o sustentáculo da liberdade mas também o aprisionamento dela. Incapazes de usar a rotina, perdemos a segurança necessária para criar e ser livre. É porque certas certezas existem que eu posso usar a minha mente para brincar, inventar, criar coisas novas. As rotinas geram confiabilidade no mundo que nos rodeia e permitem libertar nossa atenção para divagar por terras novas. Uma barra rígida sem ponto de apoio não é alavanca, diria Arquimedes. É conhecendo os fenômenos do mundo que posso mudá-lo. É com a confluência dos dois que gero a força para mover o mundo. Educar para a rotina, ao contrário do que se possa crer, é uma forma de gerar liberdade. Imponha-se rotina para que as crianças possam se exercitar em contorná-la. MAUTNER, Anna Veronica. O caráter revolucionário das rotinas. Disponível em:

No primeiro parágrafo, o trecho “Será que se livrar das rotinas é se libertar?” expressa

  1. A) revolta
  2. B) contestação
  3. C) desabafo
  4. D) consternação
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 8 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 6 a 9. Será que se livrar das rotinas é se libertar? Não consigo pensar em efetuar intervenções ou mudanças na vida sem hábitos bem estabelecidos. Vejo essas ordenações como Arquimedes via o ponto de apoio e a alavanca com a qual pretendia mover o mundo. Eu diria: "Dê-me uma rotina e uma vontade de mudar para mudar o mundo". Sem rotina, invenção é difícil. Sem rotina, não existiria nem jeitinho - coisa tão nossa, com a qual abrimos novos caminhos. Sem rotina, com tudo permitido, na ausência de ordenação, como e com que romper? Não tenho em mente a rotina das máquinas, que se repetem sem saber por quê. Falo daquela ordem que resulta de múltiplos acertos e erros. É sempre melhor lavar o rosto só depois de lavar os dentes, tudo para não sujar com a pasta o rosto já lavado. Sabia? Mínimos detalhes do cotidiano não estão aí à toa. Têm uma razão de ser. Ter lugar para as coisas pode chegar a ser uma obsessão, mas pode ser também o melhor jeito de não ter que procurá-las a cada vez que precisamos delas, perdendo preciosos minutos. Ordem e rotina sagradas e intocáveis paralisam as mudanças. Mas, entre rotina sagrada e vida sem qualquer rotina, vai uma boa distância. Felizmente. Uma boa mãe atende aos resmungos de seu bebê. A partir da certeza de ser atendido, ele vivencia suas primeiras rotinas: sabe que quando reclama provavelmente será atendido. Pouco a pouco, vai usufruir dessa constância repetitiva e perceber algumas coisas como familiares e outras como estranhas. Conforme as estranhas se repetem, vão sendo incorporadas ao universo conhecido. Se o bebê viver imerso num mundo com falta de previsibilidade, olhará o mundo apreensivamente. Tem gente que passa a vida só evitando surpresas. Os carcereiros vigilantes também são prisioneiros de quem cuidam e não querem saber de surpresas. A rotina é, pois, não só o sustentáculo da liberdade mas também o aprisionamento dela. Incapazes de usar a rotina, perdemos a segurança necessária para criar e ser livre. É porque certas certezas existem que eu posso usar a minha mente para brincar, inventar, criar coisas novas. As rotinas geram confiabilidade no mundo que nos rodeia e permitem libertar nossa atenção para divagar por terras novas. Uma barra rígida sem ponto de apoio não é alavanca, diria Arquimedes. É conhecendo os fenômenos do mundo que posso mudá-lo. É com a confluência dos dois que gero a força para mover o mundo. Educar para a rotina, ao contrário do que se possa crer, é uma forma de gerar liberdade. Imponha-se rotina para que as crianças possam se exercitar em contorná-la. MAUTNER, Anna Veronica. O caráter revolucionário das rotinas. Disponível em:

No trecho “A rotina é, pois, não só o sustentáculo da liberdade mas também o aprisionamento dela”, a expressão “mas também” estabelece relação de

  1. A) alternância
  2. B) adição
  3. C) explicação
  4. D) oposição
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 9 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 6 a 9. Será que se livrar das rotinas é se libertar? Não consigo pensar em efetuar intervenções ou mudanças na vida sem hábitos bem estabelecidos. Vejo essas ordenações como Arquimedes via o ponto de apoio e a alavanca com a qual pretendia mover o mundo. Eu diria: "Dê-me uma rotina e uma vontade de mudar para mudar o mundo". Sem rotina, invenção é difícil. Sem rotina, não existiria nem jeitinho - coisa tão nossa, com a qual abrimos novos caminhos. Sem rotina, com tudo permitido, na ausência de ordenação, como e com que romper? Não tenho em mente a rotina das máquinas, que se repetem sem saber por quê. Falo daquela ordem que resulta de múltiplos acertos e erros. É sempre melhor lavar o rosto só depois de lavar os dentes, tudo para não sujar com a pasta o rosto já lavado. Sabia? Mínimos detalhes do cotidiano não estão aí à toa. Têm uma razão de ser. Ter lugar para as coisas pode chegar a ser uma obsessão, mas pode ser também o melhor jeito de não ter que procurá-las a cada vez que precisamos delas, perdendo preciosos minutos. Ordem e rotina sagradas e intocáveis paralisam as mudanças. Mas, entre rotina sagrada e vida sem qualquer rotina, vai uma boa distância. Felizmente. Uma boa mãe atende aos resmungos de seu bebê. A partir da certeza de ser atendido, ele vivencia suas primeiras rotinas: sabe que quando reclama provavelmente será atendido. Pouco a pouco, vai usufruir dessa constância repetitiva e perceber algumas coisas como familiares e outras como estranhas. Conforme as estranhas se repetem, vão sendo incorporadas ao universo conhecido. Se o bebê viver imerso num mundo com falta de previsibilidade, olhará o mundo apreensivamente. Tem gente que passa a vida só evitando surpresas. Os carcereiros vigilantes também são prisioneiros de quem cuidam e não querem saber de surpresas. A rotina é, pois, não só o sustentáculo da liberdade mas também o aprisionamento dela. Incapazes de usar a rotina, perdemos a segurança necessária para criar e ser livre. É porque certas certezas existem que eu posso usar a minha mente para brincar, inventar, criar coisas novas. As rotinas geram confiabilidade no mundo que nos rodeia e permitem libertar nossa atenção para divagar por terras novas. Uma barra rígida sem ponto de apoio não é alavanca, diria Arquimedes. É conhecendo os fenômenos do mundo que posso mudá-lo. É com a confluência dos dois que gero a força para mover o mundo. Educar para a rotina, ao contrário do que se possa crer, é uma forma de gerar liberdade. Imponha-se rotina para que as crianças possam se exercitar em contorná-la. MAUTNER, Anna Veronica. O caráter revolucionário das rotinas. Disponível em:

No trecho “As rotinas geram confiabilidade no mundo que nos rodeia e permitem libertar nossa atenção para divagar por terras novas” (linhas 24 - 25), a expressão destacada tem o sentido denotativo de

  1. A) passear em terreno incerto.
  2. B) andar sem rumo certo.
  3. C) conhecer outros caminhos.
  4. D) sair arbitrariamente de um lugar.
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Gabarito oficial: C

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Questão 11 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Observando-se a sequência numérica -3, 2, 1, 11, 10, 25, ... , em que o primeiro termo é -3, constata-se que o décimo termo é

  1. A) 43
  2. B) 54
  3. C) 63
  4. D) 68
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Gabarito oficial: D

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Questão 12 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Em um hospital são utilizados, em média, 25 frascos por dia de um determinado medicamento. Supondo-se que a reposição é feita trimestralmente e que cada caixa comprada possui 200 frascos, o número mínimo de caixas que devem ser compradas para que o hospital esteja abastecido deste medicamento durante todo o trimestre é

  1. A) 10
  2. B) 12
  3. C) 11
  4. D) 13
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Gabarito oficial: B

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Questão 13 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Em uma campanha de vacinação foram vacinadas 650 crianças de 1 a 10 anos de idade. Crianças de 1 a 5 anos receberam duas vacinas e de 6 a 10 anos receberam apenas uma. O total de vacinas aplicadas foi de 950. O número de crianças de 1 a 5 anos e de 6 a 10 anos vacinadas foi, respectivamente,

  1. A) 350 e 300
  2. B) 400 e 250
  3. C) 300 e 350
  4. D) 250 e 450
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Gabarito oficial: C

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Questão 14 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Um grupo de 7 faxineiras limpa um determinado local em 4 horas. Se forem adicionadas 3 pessoas a este grupo, ele conseguirá limpar esse mesmo lugar em

  1. A) 2 horas
  2. B) 2 horas e 8 minutos
  3. C) 2 horas e 48 minutos
  4. D) 2 horas e 30 minutos
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Gabarito oficial: C

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Questão 15 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Dizer a sentença “Se eu estou doente então eu não vou à escola” é equivalente a dizer que:

  1. A) Se eu vou à escola então eu não estou doente.
  2. B) Se eu não vou à escola então eu não estou doente.
  3. C) Se eu não estou doente então eu vou à escola.
  4. D) Se eu não vou à escola então eu estou doente.
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Gabarito oficial: A

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Questão 17 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Uma farmácia vende um medicamento por R$ 85,00 e fornece um desconto de 8% para aposentados. Se um aposentado compra esse medicamento nessa farmácia, ele pagará

  1. A) R$ 77,00
  2. B) R$ 78,20
  3. C) R$ 79,20
  4. D) R$ 84,32
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Gabarito oficial: B

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Questão 19 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Um professor resolveu calcular a nota mensal de seus alunos como uma média ponderada em relação à nota da prova, do trabalho e de comportamento. Para isso, ele resolveu multiplicar por 5, 3 e 2 as notas da prova, do trabalho e de comportamento, respectivamente. Se um aluno obteve no mês nota 8 na prova, 5 no trabalho e 7 de comportamento, a nota mensal desse aluno é de

  1. A) 6,7
  2. B) 7,0
  3. C) 6,9
  4. D) 7,4
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Gabarito oficial: C

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Questão 20 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Dona Neide vai a uma cafeteria tomar um lanche, onde ela tem 5 opções de café e 4 tipos de tortas para escolher. De quantas maneiras Dona Neide pode escolher um lanche composto por um café e uma torta?

  1. A) 2
  2. B) 20
  3. C) 9
  4. D) 16
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Gabarito oficial: B

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Questão 21 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Segundo Batista et al (2012), as taxas de hospitalização por condições cardiovasculares sensíveis à atenção primária diminuíram nos municípios goianos no período de 2000 a 2009, independentemente da cobertura pela Estratégia Saúde da Família. Essa redução ocorreu em ambos os sexos e em todas as faixas etárias consideradas no estudo. Baseando-se nessa premissa, responda às questões de 21 a 24.

Para a realização do estudo, os autores utilizaram dados sobre internação hospitalar e Estratégia Saúde da Família que foram consultados, respectivamente, nos seguintes Sistemas de Informação em Saúde:

  1. A) SINAN e SIH
  2. B) SIAB e SIM
  3. C) SIM e SINAM
  4. D) SIH e SIAB
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Gabarito oficial: D

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Questão 22 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Segundo Batista et al (2012), as taxas de hospitalização por condições cardiovasculares sensíveis à atenção primária diminuíram nos municípios goianos no período de 2000 a 2009, independentemente da cobertura pela Estratégia Saúde da Família. Essa redução ocorreu em ambos os sexos e em todas as faixas etárias consideradas no estudo. Baseando-se nessa premissa, responda às questões de 21 a 24.

Dois pacientes com hipertensão grave podem ter seu acompanhamento diferenciado conforme as características de cada um. Entre essas podemos citar as condições de ser analfabeto e/ou morar sozinho. O princípio do SUS que garante esse cuidado é

  1. A) integralidade
  2. B) equidade
  3. C) universalidade
  4. D) controle social
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Gabarito oficial: B

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Questão 23 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Segundo Batista et al (2012), as taxas de hospitalização por condições cardiovasculares sensíveis à atenção primária diminuíram nos municípios goianos no período de 2000 a 2009, independentemente da cobertura pela Estratégia Saúde da Família. Essa redução ocorreu em ambos os sexos e em todas as faixas etárias consideradas no estudo. Baseando-se nessa premissa, responda às questões de 21 a 24.

Entre as condições cardiovasculares sensíveis à atenção primária encontra-se o acidente vascular cerebral, uma importante causa de hospitalização e mortalidade no país. A linha de cuidado do acidente vascular cerebral (AVC) foi instituída pela Portaria nº 665, de 12 de abril de 2012. Sobre essa linha de cuidado verifica-se o seguinte:

  1. A) os modos de organização das unidades de atendimento ao AVC: U-AVC Agudo e U-AVC Integral diferenciam-se quanto à oferta de tomografia computadorizada de crânio.
  2. B) U-AVC Agudo é a unidade de cuidados clínicos, multiprofissional, dedicada ao cuidado de pacientes acometidos pelo acidente vascular cerebral, durante a fase aguda (até 72 horas da internação), mas não é responsável por oferecer tratamento trombolítico endovenoso.
  3. C) as unidades de atendimento ao AVC podem ser coordenadas por neurologistas ou intensivistas.
  4. D) U-AVC Integral é a unidade de cuidados clínicos, multiprofissional, dedicada ao cuidado dos pacientes acometidos pelo acidente vascular cerebral até 15 dias da internação hospitalar, com a atribuição de dar continuidade ao tratamento da fase aguda, à reabilitação precoce e à investigação etiológica completa.
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Gabarito oficial: D

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Questão 24 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Segundo Batista et al (2012), as taxas de hospitalização por condições cardiovasculares sensíveis à atenção primária diminuíram nos municípios goianos no período de 2000 a 2009, independentemente da cobertura pela Estratégia Saúde da Família. Essa redução ocorreu em ambos os sexos e em todas as faixas etárias consideradas no estudo. Baseando-se nessa premissa, responda às questões de 21 a 24.

A aplicação de tecnologias de micro-gestão dos serviços de saúde com o objetivo de prestar serviços efetivos assegurando padrões clínicos de excelência e diminuindo riscos para os usuários e profissionais refere-se a

  1. A) gestão da clínica
  2. B) acolhimento
  3. C) método clínico centrado na pessoa
  4. D) integralidade
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Gabarito oficial: A

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Questão 25 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Na Política Nacional de Promoção da Saúde (Portaria Gabinete do Ministro nº. 687/2006) são contempladas ações específicas que podem impactar na redução de hospitalização e mortalidade por doença cardiovascular, além de promoverem melhor qualidade de vida para a população. Entre essas incluem-se

  1. A) prevenção e controle do tabagismo, incentivo ao desenvolvimento tecnológico e prevenção da violência e estímulo à cultura de paz.
  2. B) incentivo ao desenvolvimento tecnológico, alimentação saudável e prática corporal/atividade física.
  3. C) alimentação saudável, prevenção e controle do tabagismo e promoção do desenvolvimento sustentável.
  4. D) promoção do desenvolvimento sustentável, promoção da violência e estímulo à cultura de paz e redução da morbimortalidade por doenças cardiovasculares.
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Gabarito oficial: C

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Questão 26 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

O Pacto pela Saúde (2006) apresenta como uma de suas dimensões o Pacto pela Vida, em que há o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. Entre esses compromissos estão a

  1. A) saúde da mulher, saúde do adolescente, saúde do idoso.
  2. B) promoção da saúde, atenção básica à saúde, saúde do idoso.
  3. C) promoção da saúde, controle do câncer de colo de útero e de mama, saúde indígena.
  4. D) saúde da criança, saúde da mulher, saúde indígena.
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Gabarito oficial: B

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Questão 27 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 27 a 31. O aumento da criminalidade tem impacto direto na rede pública de saúde. Assim como a polícia, o sistema de saúde está na linha da frente da situação e consegue mensurar a evolução dos índices de violência, a partir da quantidade de procedimentos realizados. Só no ano passado, quase R$ 31 milhões foram empregados na saúde de Goiânia para custear internações motivadas pelas chamadas causas externas, ou seja, violência e acidentes em geral. A quantia equivale a 13,6% de tudo que foi gasto para pagar todas as internações realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, em 2013. [...] O impacto na saúde se dá de diversas formas. Além de essa situação requerer uma adaptação da rede pública para melhor atender e absorver a crescente demanda desses pacientes, exige-se ainda um investimento grande. O elevado custo é reflexo da complexidade dos casos, dos exames e dos procedimentos realizados. Conta-se, ainda, a necessidade de garantir o pós-cirúrgico, com oferta de reabilitação e reversão de possíveis sequelas e o tempo de internação desse tipo de paciente nas unidades de saúde, que geralmente é grande, se comparado a outros exemplos. GALTIERY RODRIGUES. Violência gera gasto de R$ 31 milhões no SUS. O Popular, 26 mar. 2014. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/viol%C3%AAncia-gera-gasto-de-r-31-milh%C3%B5es-no-sus-1.506038>. Acesso em: 7 ago. 2014.

A atenção às vítimas de violência é realizada em várias esferas do SUS e segue seus princípios doutrinários e organizativos. Em relação a esses princípios verifica-se que

  1. A) descentralização significa a necessidade de um rápido impacto coletivo na saúde do município.
  2. B) participação comunitária significa que todo e qualquer cidadão tem direito de acesso aos serviços públicos de saúde.
  3. C) participação complementar do setor privado significa o provimento de exames complementares sofisticados para um adequado diagnóstico em saúde.
  4. D) resolubilidade significa a capacidade de resolução dos serviços, em todos os níveis de atenção.
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Gabarito oficial: D

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Questão 28 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 27 a 31. O aumento da criminalidade tem impacto direto na rede pública de saúde. Assim como a polícia, o sistema de saúde está na linha da frente da situação e consegue mensurar a evolução dos índices de violência, a partir da quantidade de procedimentos realizados. Só no ano passado, quase R$ 31 milhões foram empregados na saúde de Goiânia para custear internações motivadas pelas chamadas causas externas, ou seja, violência e acidentes em geral. A quantia equivale a 13,6% de tudo que foi gasto para pagar todas as internações realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, em 2013. [...] O impacto na saúde se dá de diversas formas. Além de essa situação requerer uma adaptação da rede pública para melhor atender e absorver a crescente demanda desses pacientes, exige-se ainda um investimento grande. O elevado custo é reflexo da complexidade dos casos, dos exames e dos procedimentos realizados. Conta-se, ainda, a necessidade de garantir o pós-cirúrgico, com oferta de reabilitação e reversão de possíveis sequelas e o tempo de internação desse tipo de paciente nas unidades de saúde, que geralmente é grande, se comparado a outros exemplos. GALTIERY RODRIGUES. Violência gera gasto de R$ 31 milhões no SUS. O Popular, 26 mar. 2014. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/viol%C3%AAncia-gera-gasto-de-r-31-milh%C3%B5es-no-sus-1.506038>. Acesso em: 7 ago. 2014.

Sobre os componentes da Rede de Atenção às Urgências, constata-se o seguinte:

  1. A) As unidades móveis para o atendimento de urgência podem ser Unidade de Suporte Básico de Vida Terrestre (USB), Unidade de Suporte Avançado de Vida Terrestre (USA), Equipe de Aeromédico, Equipe de Embarcação, Motolância e Veículo de Intervenção Rápida (VIR).
  2. B) o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), por meio do componente Inquérito, busca estimar prevalências de acidentes de trânsito, agressões, suicídios e outras causas externas, mas não estuda associações com possíveis fatores de risco.
  3. C) a Atenção Primária deve reconhecer e organizar as necessidades de saúde da população sob sua responsabilidade, referenciando os casos de urgências aos outros pontos de atenção à saúde.
  4. D) As unidades de pronto atendimento 24h são estruturas de alta complexidade entre as unidades básicas de saúde, unidades de saúde da família e a rede hospitalar, devendo funcionar 24h por dia, todos os dias da semana.
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Gabarito oficial: A

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Questão 29 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 27 a 31. O aumento da criminalidade tem impacto direto na rede pública de saúde. Assim como a polícia, o sistema de saúde está na linha da frente da situação e consegue mensurar a evolução dos índices de violência, a partir da quantidade de procedimentos realizados. Só no ano passado, quase R$ 31 milhões foram empregados na saúde de Goiânia para custear internações motivadas pelas chamadas causas externas, ou seja, violência e acidentes em geral. A quantia equivale a 13,6% de tudo que foi gasto para pagar todas as internações realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, em 2013. [...] O impacto na saúde se dá de diversas formas. Além de essa situação requerer uma adaptação da rede pública para melhor atender e absorver a crescente demanda desses pacientes, exige-se ainda um investimento grande. O elevado custo é reflexo da complexidade dos casos, dos exames e dos procedimentos realizados. Conta-se, ainda, a necessidade de garantir o pós-cirúrgico, com oferta de reabilitação e reversão de possíveis sequelas e o tempo de internação desse tipo de paciente nas unidades de saúde, que geralmente é grande, se comparado a outros exemplos. GALTIERY RODRIGUES. Violência gera gasto de R$ 31 milhões no SUS. O Popular, 26 mar. 2014. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/viol%C3%AAncia-gera-gasto-de-r-31-milh%C3%B5es-no-sus-1.506038>. Acesso em: 7 ago. 2014.

O financiamento das ações de assistência necessárias para o atendimento qualificado aos usuários do SUS é uma responsabilidade legal

  1. A) dos governos municipal, estadual e federal
  2. B) do governo municipal com percentual de 12%
  3. C) do governo estadual com percentual de 15%
  4. D) dos governos municipal e federal, cabendo participação do governo estadual apenas em alguns componentes específicos (UTI, por exemplo)
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Gabarito oficial: A

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Questão 30 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 27 a 31. O aumento da criminalidade tem impacto direto na rede pública de saúde. Assim como a polícia, o sistema de saúde está na linha da frente da situação e consegue mensurar a evolução dos índices de violência, a partir da quantidade de procedimentos realizados. Só no ano passado, quase R$ 31 milhões foram empregados na saúde de Goiânia para custear internações motivadas pelas chamadas causas externas, ou seja, violência e acidentes em geral. A quantia equivale a 13,6% de tudo que foi gasto para pagar todas as internações realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, em 2013. [...] O impacto na saúde se dá de diversas formas. Além de essa situação requerer uma adaptação da rede pública para melhor atender e absorver a crescente demanda desses pacientes, exige-se ainda um investimento grande. O elevado custo é reflexo da complexidade dos casos, dos exames e dos procedimentos realizados. Conta-se, ainda, a necessidade de garantir o pós-cirúrgico, com oferta de reabilitação e reversão de possíveis sequelas e o tempo de internação desse tipo de paciente nas unidades de saúde, que geralmente é grande, se comparado a outros exemplos. GALTIERY RODRIGUES. Violência gera gasto de R$ 31 milhões no SUS. O Popular, 26 mar. 2014. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/viol%C3%AAncia-gera-gasto-de-r-31-milh%C3%B5es-no-sus-1.506038>. Acesso em: 7 ago. 2014.

As principais causas de mortalidade no Brasil são, em ordem de importância,

  1. A) cardiovasculares, causas externas e neoplasias.
  2. B) respiratórias, cardiovasculares e causas externas.
  3. C) cardiovasculares, neoplasias e causas externas.
  4. D) cardiovasculares, infectocontagiosas e causas externas.
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Gabarito oficial: C

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Questão 31 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 27 a 31. O aumento da criminalidade tem impacto direto na rede pública de saúde. Assim como a polícia, o sistema de saúde está na linha da frente da situação e consegue mensurar a evolução dos índices de violência, a partir da quantidade de procedimentos realizados. Só no ano passado, quase R$ 31 milhões foram empregados na saúde de Goiânia para custear internações motivadas pelas chamadas causas externas, ou seja, violência e acidentes em geral. A quantia equivale a 13,6% de tudo que foi gasto para pagar todas as internações realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, em 2013. [...] O impacto na saúde se dá de diversas formas. Além de essa situação requerer uma adaptação da rede pública para melhor atender e absorver a crescente demanda desses pacientes, exige-se ainda um investimento grande. O elevado custo é reflexo da complexidade dos casos, dos exames e dos procedimentos realizados. Conta-se, ainda, a necessidade de garantir o pós-cirúrgico, com oferta de reabilitação e reversão de possíveis sequelas e o tempo de internação desse tipo de paciente nas unidades de saúde, que geralmente é grande, se comparado a outros exemplos. GALTIERY RODRIGUES. Violência gera gasto de R$ 31 milhões no SUS. O Popular, 26 mar. 2014. Disponível em: <http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/viol%C3%AAncia-gera-gasto-de-r-31-milh%C3%B5es-no-sus-1.506038>. Acesso em: 7 ago. 2014.

As ações de Vigilância em Saúde são coordenadas com as demais ações e serviços desenvolvidos e ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir a integralidade da atenção à saúde da população. Entre as vigilâncias, aquela que apresenta em seu escopo ações assistenciais é a

  1. A) em saúde do trabalhador
  2. B) sanitária
  3. C) epidemiológica
  4. D) nutricional
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Gabarito oficial: A

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Questão 32 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 32 a 36. A implementação da Rede de Urgência e Emergência deverá se dar de forma pactuada entre as três esferas de gestão, permitindo uma melhor organização da assistência, articulando os diversos pontos de atenção e definindo os fluxos e as referências adequados, buscando transformar o atual modelo de atenção hegemônico, fragmentado e desarticulado, além do dimensionado pautado na oferta de serviços. Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (2013, p. 7).

São estratégias prioritárias dentro da Rede de Atenção às Urgências e Emergências:

  1. A) qualificação da atenção ao paciente crítico ou grave, garantindo equipe de especialistas na porta de entrada da rede.
  2. B) definição da atenção domiciliar organizada por intermédio das equipes de saúde da família.
  3. C) articulação entre os seus componentes, com coordenação da unidade hospitalar.
  4. D) qualificação das portas hospitalares de urgência e emergência.
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Gabarito oficial: D

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Questão 33 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 32 a 36. A implementação da Rede de Urgência e Emergência deverá se dar de forma pactuada entre as três esferas de gestão, permitindo uma melhor organização da assistência, articulando os diversos pontos de atenção e definindo os fluxos e as referências adequados, buscando transformar o atual modelo de atenção hegemônico, fragmentado e desarticulado, além do dimensionado pautado na oferta de serviços. Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (2013, p. 7).

A articulação de recursos e das práticas de produção em saúde, orientada por diretrizes clínicas, entre unidades de uma dada região de saúde, para a condução oportuna, ágil e singular, dos usuários em resposta às necessidades epidemiológicas refere-se ao conceito de

  1. A) regulação
  2. B) ordenação de rede
  3. C) linha de cuidado
  4. D) coordenação de cuidado
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Gabarito oficial: C

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Questão 34 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 32 a 36. A implementação da Rede de Urgência e Emergência deverá se dar de forma pactuada entre as três esferas de gestão, permitindo uma melhor organização da assistência, articulando os diversos pontos de atenção e definindo os fluxos e as referências adequados, buscando transformar o atual modelo de atenção hegemônico, fragmentado e desarticulado, além do dimensionado pautado na oferta de serviços. Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (2013, p. 7).

A organização das linhas de cuidados (LC) cardiovascular, cerebrovascular e traumatológica são prioritárias dentro do Componente da Atenção Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências e Emergências. Sobre essas LC verifica-se o seguinte:

  1. A) têm maior relevância financeira do que epidemiológica.
  2. B) dentro da LC de atenção ao AVC estão contempladas ações para qualificar a capacidade diagnóstica em todos os pontos de atenção da rede de atenção à saúde.
  3. C) devem ser organizadas em pontos (unidades) adicionais dentro da rede de atenção às urgências e emergências.
  4. D) a LC de atenção ao IAM fomenta a habilitação das unidades coronarianas (UCO), normatiza a terapia trombolítica e repassa a obrigação de fornecimento dos medicamentos essenciais ao tratamento do IAM para o estado.
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Gabarito oficial: B

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Questão 35 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 32 a 36. A implementação da Rede de Urgência e Emergência deverá se dar de forma pactuada entre as três esferas de gestão, permitindo uma melhor organização da assistência, articulando os diversos pontos de atenção e definindo os fluxos e as referências adequados, buscando transformar o atual modelo de atenção hegemônico, fragmentado e desarticulado, além do dimensionado pautado na oferta de serviços. Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (2013, p. 7).

A Portaria MS/GM nº 2.994, de 23 de dezembro de 2011, aprova a linha de cuidado do infarto agudo do miocárdio e o protocolo de síndromes coronarianas agudas. Essa linha de cuidado

  1. A) desobriga a submissão à auditoria do gestor local por se tratar de habilitação junto ao Ministério da Saúde.
  2. B) desconsidera a necessidade de realização de tratamento percutâneo e cirúrgico.
  3. C) exclui a taxa de ocupação média mensal da unidade como parâmetro para custeio.
  4. D) promove estratégias para ampliação, agilidade e qualificação do atendimento ao usuário que necessite de cuidados ao IAM no SUS.
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Gabarito oficial: D

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Questão 36 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 32 a 36. A implementação da Rede de Urgência e Emergência deverá se dar de forma pactuada entre as três esferas de gestão, permitindo uma melhor organização da assistência, articulando os diversos pontos de atenção e definindo os fluxos e as referências adequados, buscando transformar o atual modelo de atenção hegemônico, fragmentado e desarticulado, além do dimensionado pautado na oferta de serviços. Manual Instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (2013, p. 7).

A definição “equipamento de saúde que deverá atender às necessidades assistenciais de manutenção/monitoramento do estado clínico do paciente grave/crítico em municípios de grandes distâncias e/ou isolamento geográfico” refere-se a que?

  1. A) Sala de Estabilização
  2. B) SAMU
  3. C) Central de Regulação de Urgência
  4. D) Telessaúde
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Gabarito oficial: A

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Questão 37 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 37 a 39. O Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) possui 25 leitos na UTI neonatal, para tratar recém-nascidos que necessitam de cuidados especiais. Normalmente, são bebês com problemas respiratórios, cardíacos, de alimentação ou de sobrepeso. O atendimento é humanizado e garante o empoderamento da mãe no processo de parto. São 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 15 de UCINs, que são Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal. Dentre os de UCINs, são 10 convencionais e 5 unidades canguru. Na UTI, eles são atendidos por uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, um neonatologista, um intensivista, cirurgiões, equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicólogo e fonoaudiólogo. Os pais têm acesso à UTI para ter certeza que seus filhos estão sendo bem cuidados e estar em contato com a criança. Os bebês recebem alta quando atingem um peso saudável, entre dois e três quilos. Outra inovação da maternidade é o método canguru, no qual o bebê fica na posição que lembra a bolsa de um canguru, em contato com a mãe durante várias horas. O intuito é fortalecer o vínculo entre mãe e filho e deixá-lo mais seguro, além de ensinar os pais a carregar os bebês corretamente. Nesta posição, o recém-nascido tem menos refluxo e menor obstrução das vias aéreas, mantendo também os níveis de temperatura corporal instáveis. [...] BRUNA AIDAR. Maternidade Dona Iris tem 25 leitos de UTI para recém-nascidos. Portal Goiânia, 01 jul. 2014. Disponível em: <http://www.goiania.go.gov.br/portal/pagina/?pagina=noticias&s=1&tt=not&cd=2849&fn=true>. Acesso em: 7 ago. 2014.

A organização do sistema de saúde deve prever a necessidade de vagas de UTI como um componente do sistema que se enquadra no nível

  1. A) primário
  2. B) secundário
  3. C) terciário
  4. D) quaternário
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Gabarito oficial: C

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Questão 38 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 37 a 39. O Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) possui 25 leitos na UTI neonatal, para tratar recém-nascidos que necessitam de cuidados especiais. Normalmente, são bebês com problemas respiratórios, cardíacos, de alimentação ou de sobrepeso. O atendimento é humanizado e garante o empoderamento da mãe no processo de parto. São 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 15 de UCINs, que são Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal. Dentre os de UCINs, são 10 convencionais e 5 unidades canguru. Na UTI, eles são atendidos por uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, um neonatologista, um intensivista, cirurgiões, equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicólogo e fonoaudiólogo. Os pais têm acesso à UTI para ter certeza que seus filhos estão sendo bem cuidados e estar em contato com a criança. Os bebês recebem alta quando atingem um peso saudável, entre dois e três quilos. Outra inovação da maternidade é o método canguru, no qual o bebê fica na posição que lembra a bolsa de um canguru, em contato com a mãe durante várias horas. O intuito é fortalecer o vínculo entre mãe e filho e deixá-lo mais seguro, além de ensinar os pais a carregar os bebês corretamente. Nesta posição, o recém-nascido tem menos refluxo e menor obstrução das vias aéreas, mantendo também os níveis de temperatura corporal instáveis. [...] BRUNA AIDAR. Maternidade Dona Iris tem 25 leitos de UTI para recém-nascidos. Portal Goiânia, 01 jul. 2014. Disponível em: <http://www.goiania.go.gov.br/portal/pagina/?pagina=noticias&s=1&tt=not&cd=2849&fn=true>. Acesso em: 7 ago. 2014.

O acesso aos leitos de UTI dentro do SUS não ocorre de forma direta e deve ser organizado dentro de um processo de pactuação e capacidade instalada por parte dos serviços de saúde, bem como priorização conforme gravidade de cada caso. Essa atividade denomina-se

  1. A) classificação de risco
  2. B) regulação
  3. C) hospitalização
  4. D) monitoramento
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Gabarito oficial: B

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Questão 39 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

Leia o texto a seguir para responder às questões de 37 a 39. O Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) possui 25 leitos na UTI neonatal, para tratar recém-nascidos que necessitam de cuidados especiais. Normalmente, são bebês com problemas respiratórios, cardíacos, de alimentação ou de sobrepeso. O atendimento é humanizado e garante o empoderamento da mãe no processo de parto. São 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 15 de UCINs, que são Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal. Dentre os de UCINs, são 10 convencionais e 5 unidades canguru. Na UTI, eles são atendidos por uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, um neonatologista, um intensivista, cirurgiões, equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicólogo e fonoaudiólogo. Os pais têm acesso à UTI para ter certeza que seus filhos estão sendo bem cuidados e estar em contato com a criança. Os bebês recebem alta quando atingem um peso saudável, entre dois e três quilos. Outra inovação da maternidade é o método canguru, no qual o bebê fica na posição que lembra a bolsa de um canguru, em contato com a mãe durante várias horas. O intuito é fortalecer o vínculo entre mãe e filho e deixá-lo mais seguro, além de ensinar os pais a carregar os bebês corretamente. Nesta posição, o recém-nascido tem menos refluxo e menor obstrução das vias aéreas, mantendo também os níveis de temperatura corporal instáveis. [...] BRUNA AIDAR. Maternidade Dona Iris tem 25 leitos de UTI para recém-nascidos. Portal Goiânia, 01 jul. 2014. Disponível em: <http://www.goiania.go.gov.br/portal/pagina/?pagina=noticias&s=1&tt=not&cd=2849&fn=true>. Acesso em: 7 ago. 2014.

São evidências de que a referida maternidade prima pelo processo de humanização em saúde:

  1. A) corpo clínico multiprofissional
  2. B) presença de psicólogo na equipe
  3. C) a complexidade dos atendimentos realizados na maternidade
  4. D) empoderamento da mãe no processo do parto
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Gabarito oficial: D

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Questão 40 · UEG · 2014 · HUGO Goiânia (AGIR)

São fóruns amplos onde se reúnem representantes da sociedade (usuários do SUS), profissionais de saúde, gestores, prestadores de serviços de saúde, parlamentares e outros para “avaliar a situação de saúde e propor diretrizes para a formulação de política de saúde” (Artigo 1º., § 1º., Lei 8142/90). Trata-se da definição de

  1. A) Conselho Municipal de Saúde
  2. B) Conselho Nacional de Saúde
  3. C) Conferências de Saúde
  4. D) Comissão de Saúde do Legislativo
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Gabarito oficial: C

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