O concurso Prefeitura Municipal de Lorena (SP) de 2024 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca Instituto AvançaSP. A prova tinha 50 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial e 10 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (19), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Microbiologia (1). Os temas mais cobrados foram Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação), Eletrólitos e osmolalidade, Função renal, Lipídios e dislipidemias, Erros inatos e outros.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (10), Informática (5).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso Prefeitura Municipal de Lorena (SP) 2024 para Biomédico?
A banca foi Instituto AvançaSP. Temos 2 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de Lorena (SP) 2024?
A prova teve 50 questões.
O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura Municipal de Lorena (SP) 2024?
Nas específicas: Bioquímica Clínica (19), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Microbiologia (1). Temas mais cobrados: Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação), Eletrólitos e osmolalidade, Função renal.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura Municipal de Lorena (SP) 2024?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso Prefeitura Municipal de Lorena (SP)?
Resolva esta e as outras provas da banca Instituto AvançaSP, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
De acordo com o texto, conclui-se que:
- A) Luiz Augusto deixou Beatriz para ficar com Jacinta por conta da omelete perfeita.
- B) Jacinta não aprendeu a omelete perfeita porque fez apenas a parte teórica do curso de culinária.
- C) Jacinta contava com o apoio de suas amigas para recuperar Luiz Augusto.
- D) Luiz Augusto deu uma segunda chance, mas não aprovou a nova versão da omelete de Jacinta.
- E) Jacinta não atingiu a omelete perfeita porque tinha um entendimento distinto de baveuse.
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Gabarito oficial: D
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Questão 2 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O pronome demonstrativo em “— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.” funciona como um recurso de coesão textual de:
- A) anáfora.
- B) catáfora.
- C) elipse.
- D) substituição.
- E) sinonímia.
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Gabarito oficial: B
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Questão 3 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Das associações sobre as personagens propostas nas alternativas a seguir, aquela que pode ser depreendida corretamente do texto é:
- A) Caio Ribeiro – referência de bom preparo de omeletes, segundo o gosto de Luiz Augusto.
- B) Jacinta – atingiu, por fim, o preparo da omelete perfeita, ao gosto de Luiz Augusto, após o curso de culinária, mas perdeu o interesse por ele.
- C) Luiz Augusto – apreciador exigente de omeletes, demandava que sua companheira preparasse omeletes tão bem quanto ele.
- D) Beatriz – pessoa com quem Luiz Augusto foi morar após se separar de Jacinta, fazia omeletes quase tão boas quanto as de Caio Ribeiro.
- E) Professora do curso de culinária – sugeriu a Jacinta usar uma frigideira de ferro, para o caso de a omelete não ficar perfeita.
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Gabarito oficial: A
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Questão 4 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças retiradas do texto e assinale aquela em que o vocábulo “se” é um pronome expletivo.
- A) “Mas Jacinta não se conformava.”
- B) “Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino”.
- C) “Luiz Augusto sentou-se.”
- D) “O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita?”
- E) “Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro.”
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Gabarito oficial: C
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Questão 5 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Excerto (questões 5, 6 e 7), com os “que” em destaque entre « »: Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara «que» encontrara uma mulher «que» fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, «que» as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.
No contexto apresentado, em relação à classe gramatical, os vocábulos “que” em destaque atuam, respectivamente, como:
- A) conjunção integrante, pronome relativo e conjunção comparativa.
- B) conjunção integrante, pronome relativo e conjunção integrante.
- C) preposição, pronome relativo e preposição.
- D) conjunção causal, conjunção integrante e conjunção integrante.
- E) conjunção causal, pronome interrogativo e conjunção comparativa.
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Gabarito oficial: A
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Questão 6 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Excerto (questões 5, 6 e 7), com os “que” em destaque entre « »: Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara «que» encontrara uma mulher «que» fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, «que» as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.
Dentre todas as palavras que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical das preposições:
- A) à, do.
- B) durante, com.
- C) a, quando, de, com.
- D) durante, à, inclusive, do.
- E) durante, a, de, com.
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Gabarito oficial: E
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Questão 7 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Omelete Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu é que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer. — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita... — Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta. Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto. — Precisamos conversar. — Está bem. — Aqui. — Certo. — Outra coisa. — O quê? — Não coma nada antes. Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse? — Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse. E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete. VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Excerto (questões 5, 6 e 7), com os “que” em destaque entre « »: Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara «que» encontrara uma mulher «que» fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, «que» as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.
Os verbos “ouvira”, “anunciara” e “encontrara”, que ocorrem no excerto apresentado, estão conjugados no tempo:
- A) pretérito imperfeito do modo indicativo.
- B) pretérito perfeito do modo indicativo.
- C) pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.
- D) futuro do pretérito do modo indicativo.
- E) pretérito imperfeito do modo subjuntivo.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
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Questão 8 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
De acordo com a gramática normativa, a ênclise está vetada se:
I. O verbo está flexionado em uma oração subordinada.
II. A oração é iniciada por palavra interrogativa.
III. Em uma locução verbal, o verbo auxiliar está flexionado no presente do indicativo. É (são) verdadeira(s) apenas a(s) afirmativa(s) em:
- A) I.
- B) II.
- C) III.
- D) I e II.
- E) II e III.
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Gabarito oficial: D
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Questão 9 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, a qualidade expressa pelo adjetivo é comparativa.
- A) Maria é tão caprichosa quanto sua irmã.
- B) Estou extremamente cansada.
- C) A atriz estava elegantíssima no desfile de moda.
- D) Daniel é o mais engajado dentre os participantes do programa.
- E) Quando percebeu minha tristeza, passou a ser gentil.
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Gabarito oficial: A
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Questão 10 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que ocorre desvio ortográfico.
- A) O casal se separou recentemente, razão por que não foram juntos ao evento.
- B) Isto é só mais um empecilho para dificultar as coisas.
- C) Os funcionários estão reinvindicando melhores condições de trabalho.
- D) Que coincidência nos encontrarmos aqui!
- E) Espetáculos teatrais são ótimas formas de entretenimento.
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Gabarito oficial: C
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Questão 11 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Em uma certa loja, o preço das camisas era o mesmo para todas as camisas e o preço das calças era o mesmo para todas as calças. Leandro comprou nessa loja 2 camisas e 3 calças e pagou R$ 510,00. Ele também comprou 1 camisa e 2 calças para seu filho e pagou R$ 320,00. Podemos afirmar que o preço de cada camisa nessa loja é:
- A) R$ 60,00.
- B) R$ 65,00.
- C) R$ 58,00.
- D) R$ 72,00.
- E) R$ 55,00.
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Gabarito oficial: A
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Questão 12 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Segundo dados do IBGE de 2021, o município de Ararendá, no Ceará, possui o maior IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) nos anos iniciais do ensino fundamental. No ano de 2019 o IDEB foi de 8,3 e no ano de 2021 o IDEB foi de 9,5. Podemos afirmar que o crescimento percentual do IDEB de 2019 para 2021 foi aproximadamente de:
- A) 10%.
- B) 14%.
- C) 25%.
- D) 22%.
- E) 20%.
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Gabarito oficial: B
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Questão 14 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Considere verdadeira a seguinte proposição condicional: “Se Paulo sabe fazer bolo, então ele sabe fazer biscoitos.” A partir dessa proposição, também é verdade que:
- A) Se Paulo não sabe fazer biscoitos, então ele não sabe fazer bolo.
- B) Provavelmente Paulo sabe fazer bolo e sabe fazer biscoitos.
- C) Ou Paulo sabe fazer bolo ou Paulo sabe fazer biscoitos.
- D) Se Paulo souber fazer bolo, também saberá fazer biscoitos.
- E) Paulo não sabe fazer bolo, nem sabe fazer biscoitos.
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Gabarito oficial: A
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Questão 15 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
O dono de um brechó decidiu fazer uma promoção para as camisas que ele vende. Ele observou que as vendas das camisas durante o mês anterior ocorreram segundo a tabela:
Marca A: R$ 20,00; 20 camisas vendidas
Marca B: R$ 18,00; 22 camisas vendidas
Marca C: R$ 25,00; 20 camisas vendidas
Ele decidiu que no mês atual as camisas de todas as marcas possuíram o mesmo preço. O dono do brechó definiu o novo preço da camisa como sendo o preço médio de todas as camisas vendidas independentemente de sua marca. Assim, no mês atual, o preço da camisa é aproximadamente:
- A) R$ 18,90.
- B) R$ 20,90.
- C) R$ 21,70.
- D) R$ 22,80.
- E) R$ 24,60.
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Gabarito oficial: B
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Questão 16 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
A sequência abaixo mostra os 4 primeiros números primos: 2,3,5,7 … Os números primos são números que somente são divisíveis por 1 e por eles mesmos. Qual é o sétimo termo dessa sequência?
- A) 12.
- B) 13.
- C) 15.
- D) 17.
- E) 19.
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Gabarito oficial: D
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Questão 17 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Carlos fez uma aplicação de R$ 12.000,00 a uma taxa de 5% ao mês durante 3 anos em regime de juros simples. Ao final dessa aplicação qual é o montante que Carlos possuirá?
- A) R$ 26.800,00.
- B) R$ 30.600,00.
- C) R$ 33.600,00.
- D) R$ 34.000,00.
- E) R$ 36.700,00.
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Gabarito oficial: C
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Questão 18 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Suponha que no ano de 2023, 8% de todas as despesas do governo de um determinado país foram com Educação. Já dentre as despesas com a Educação, as despesas com educação profissionalizante representaram 10%. Se o valor de todas as despesas do governo foi de R$ 4 trilhões, então qual o valor as despesas com educação profissionalizante?
- A) R$ 3,2 bilhões.
- B) R$ 320 bilhões.
- C) R$ 32 bilhões.
- D) R$ 400 bilhões.
- E) R$ 40 bilhões.
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Gabarito oficial: C
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Questão 19 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Queremos construir duas figuras geométricas, um quadrado de lado a e um triângulo equilátero de lado d, de modo que os dois tenham o mesmo perímetro. Qual é a razão entre a área e o perímetro do quadrado em termos de d?
- A) (2/7)·d.
- B) (3/8)·d.
- C) (3/32)·d.
- D) (3/16)·d.
- E) (1/2)·d.
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Gabarito oficial: D
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Questão 20 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Um projetista recomenda que para fazer o concreto utilize-se, para cada porção de cimento, 2 porções de areia e 3 porções de pedra brita, em massa. Sendo assim, na mistura final que o projetista recomenda a quantidade de areia representa qual porcentagem da massa total?
- A) 19%.
- B) 20%.
- C) 25%.
- D) 30%.
- E) 33%.
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Gabarito oficial: E
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Questão 21 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Sobre a função “responder” no MS-Outlook 2016, é incorreto o que se afirma em:
I - O anexo será mantido na mensagem.
II - O campo “Para” deverá ser preenchido.
III - A mensagem de resposta será enviada apenas para o remetente original.
IV - O campo “Assunto” não será preenchido automaticamente.
V - O texto original do remetente não será mantido.
- A) I e III, apenas.
- B) I, II e V, apenas.
- C) I, II, IV e V, apenas.
- D) I, II, III e V, apenas.
- E) Nenhuma das afirmativas estão incorretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 24 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Uma URL é um endereço que é usado para identificar recursos na internet e fornecer um meio fácil de acessar esses recursos. Nesse contexto, são palavras que integram o significado de URL:
( ) Uniform.
( ) Resource
( ) Lover.
( ) User.
( ) Locator. Indique “V” para verdadeiro e “F” para falso.
- A) V, F, V, F, V.
- B) F, F, V, V, F.
- C) V, V, F, F, V.
- D) V, V, F, V, V.
- E) F, F, V, F, F.
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Gabarito oficial: C
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Questão 25 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Leia atentamente os trechos a seguir: Trecho 1: As configurações de impressão permitem escolher entre as opções de orientação retrato (vertical) e paisagem (horizontal) para determinar a direção da impressão na página. Trecho 2: É possível selecionar o tamanho do papel a ser utilizado na impressão, como A4, carta, ofício, entre outros, para corresponder ao formato desejado. Trecho 3: Não é possível ajustar as margens da página, determinando a quantidade de espaço em branco ao redor do conteúdo impresso, personalizando a formatação da página. Diante da análise, assinale a alternativa correta.
- A) Todos os trechos apresentados fazem afirmações corretas acerca da digitalização de um documento.
- B) Todos os trechos apresentados fazem afirmações incorretas acerca da impressão de um documento.
- C) O trecho 1 está correto ao afirmar que é possível selecionar o tamanho do papel a ser utilizado na impressão .
- D) O trecho 3 se equivoca ao mencionar que não possível ajustar as margens da página.
- E) O trecho 2 está correto ao afirmar que as configurações de impressão permitem escolher entre as opções de orientação retrato.
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Gabarito oficial: D
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Questão 26 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
B.S. Júnior, 34 anos, coletou o espectro de absorção de determinado corante em etanol, com sinal 650 nm. Os dados obtidos são apresentados a seguir:
Volume analisado: 2 mL
Absorbância em 650 nm: 0,55 ua
Caminho ótico: 1 cm
Absortividade molar (λ em 650 nm): 60.000 L.mol⁻¹.cm⁻¹
Temperatura: 25 °C
*A absorbância representa a média de quatro leituras.
Com base nas informações apresentadas, a concentração do corante será aproximadamente:
- A) 7 µmol/L
- B) 2 µmol/L
- C) 9 µmol/L
- D) 16 µmol/L
- E) 5 µmol/L
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Gabarito oficial: C
Pela Lei de Beer-Lambert, c = A ÷ (ε·b) = 0,55 ÷ 60.000 ≈ 9 µmol/L.
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Questão 27 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
No contexto laboratorial clínico, a lipoproteína de muito baixa densidade, uma das frações do colesterol total, pode ser estimada utilizando a equação de:
- A) Friedewald.
- B) Bingham.
- C) Buchield.
- D) Fantigan.
- E) Staliward.
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Gabarito oficial: A
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Questão 28 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
No exame bioquímico de A.P. Silva, a concentração plasmática de sódio foi de 142 mEq/L, a de cloretos 102 mEq/L e a de bicarbonato de 25 mEq/L. O cálculo do Hiato Aniônico para esse paciente será de:
- A) 22
- B) 37
- C) 65
- D) 27
- E) 15
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Gabarito oficial: E
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Questão 29 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Ao preparar uma solução de glicose a 5% (p/v) em um volume final de 350 mL, a massa de glicose (em gramas) necessária será de:
- A) 3,90
- B) 8,60
- C) 21,4
- D) 17,5
- E) 12,7
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Gabarito oficial: D
5% (p/v) = 5 g por 100 mL; em 350 mL são 17,5 g.
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Questão 30 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Sobre os marcadores da função renal, avalie as afirmativas a seguir:
I. A creatinina é um teste menos sensível que a ureia, uma vez que sofre grande influência da dieta e da hidratação.
II. Na análise da urina de rotina, a detecção de proteinúria pode ser o primeiro sinal de comprometimento da função renal.
III. A homocisteína é marcador da função renal mais utilizado em análises clínicas. Está correto o que se afirma em:
- A) I e II, apenas.
- B) II, apenas.
- C) III, apenas.
- D) I, II e III.
- E) II e III, apenas.
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Gabarito oficial: B
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Questão 31 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
A absorbância (A) e a transmitância (T) são duas medidas relacionadas à interação da luz com uma amostra em espectrofotometria. Assinale a alternativa que expressa corretamente essa relação.
- A) A= log10(T/2)
- B) A= −log10(T)
- C) A= (T)2
- D) T= 2 x A
- E) T= (A)1/2
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Gabarito oficial: B
A absorbância é o logaritmo negativo da transmitância: A = −log10(T).
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Questão 32 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Esta proteína, produzida por todas as células nucleadas, inibe enzimas que degradam proteínas. Ela é um indicador confiável da função renal, superando a precisão da creatinina sérica. Sua produção ocorre a uma taxa constante e é filtrada, reabsorvida e catabolizada no túbulo proximal do néfron. A proteína descrita é denominada:
- A) Tireoglobulina.
- B) Globulina.
- C) Cistatina C.
- D) Tiroxina.
- E) Mioglobina.
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Gabarito oficial: C
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Questão 33 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Em espectroscopia, a lei fundamental usada para quantificar a concentração de uma substância em uma solução com base na medida de sua absorbância é denominada Lei de:
- A) Friedrich Wöhler.
- B) Kary Mullis.
- C) Lambert-Beer.
- D) Fermi.
- E) Paul Berg.
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Gabarito oficial: C
A lei que relaciona absorbância e concentração é a de Lambert-Beer (Beer-Lambert).
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Questão 34 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Um biomédico precisa preparar 500 mL de uma solução diluída de Safranina, na concentração de 0,3 mol/L. Para isso, o profissional dispõe de 400 mL de uma solução mãe padronizada, cuja concentração é 0,80 mol/L. O volume da solução-mãe que o profissional deve utilizar para preparar a solução diluída será de aproximadamente:
- A) 187,5 mL
- B) 210,2 mL
- C) 241,3 mL
- D) 301,5 mL
- E) 320,0 mL
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Gabarito oficial: A
V1 = C2·V2 ÷ C1 = 0,3 × 500 ÷ 0,80 = 187,5 mL da solução-mãe.
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Questão 35 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Há um marcador amplamente utilizado em testes de fisiologia do exercício e avaliações relacionadas à hipoglicemia, especialmente na análise do metabolismo anaeróbio em contextos de estresse fisiológico. Assinale a alternativa que nomeia o marcador descrito.
- A) Ureia.
- B) Protrombina.
- C) Homocisteína.
- D) Lactato.
- E) Proteína C reativa.
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Gabarito oficial: D
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Questão 36 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Para realizar uma análise espectroscópica, utilizando uma cubeta de quartzo de 1 cm, o analista adicionou 10µL de determinado corante (3,0 mol/L) em 2,5 mL de água bidestilada. A concentração final do corante na cubeta (mmol/L) será de aproximadamente:
- A) 5
- B) 12
- C) 8
- D) 3
- E) 18
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Gabarito oficial: B
30 µmol de corante em ≈ 2,51 mL: ≈ 12 mmol/L.
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Questão 37 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Certo biomédico, pesquisador, avaliou um novo corante (nomeado genericamente por AX34) sintetizado para aplicação na Terapia Fotodinâmica. Ao efetuar a análise espectroscópica do AX34 em água, o bioquímico obteve os seguintes resultados: Absorbância em 550 nm: 0,80 ua. Concentração: 5 µmol/L Caminho ótico: 1 cm Temperatura: 25 °C. Com base nessas informações, a absortividade molar (em L.mol-1.cm-1) do corante em 550 nm será de aproximadamente:
- A) 160.000
- B) 75.000
- C) 61.000
- D) 98.000
- E) 145.000
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Gabarito oficial: A
ε = A ÷ (b·c) = 0,80 ÷ (1 × 5 × 10⁻⁶) = 160.000 L·mol⁻¹·cm⁻¹.
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Questão 38 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Um biomédico dispõe de 300 mL de uma solução aquosa diluída de Azul de Metileno com uma concentração de 0,15 mol/L. A adição de mais 500 mL de água destilada nessa solução resultará na seguinte concentração final de aproximadamente:
- A) 0,06 mol/L
- B) 4,00 mmol/L
- C) 0,05 µmol/L
- D) 0,10 µmol/L
- E) 0,03 mol/L
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Gabarito oficial: A
45 mmol de corante em 800 mL totais: ≈ 0,056 ≈ 0,06 mol/L.
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Questão 39 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Os biomédicos devem possuir amplo conhecimento sobre o sistema endócrino e as funções pancreáticas, as quais são essenciais para a interpretação precisa de exames laboratoriais, especialmente relacionados a hormônios e metabolismo. As ilhotas de Langerhans no tecido endócrino pancreático desempenham um papel crucial ao produzir:
- A) Somatostatina e Vasopressina.
- B) Leptina e Insulina.
- C) Insulina e Glucagon.
- D) Ghrelina e Adrenalina.
- E) Adiponectina e Adrenomedulina.
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Gabarito oficial: C
As ilhotas de Langerhans produzem insulina (células beta), glucagon (alfa), somatostatina (delta) e polipeptídeo pancreático.
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Questão 40 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Assinale a alternativa que apresenta um marcador típico para a função pancreática.
- A) Lipase.
- B) Hepcidina.
- C) Ferritina sérica.
- D) Paratormônio.
- E) Tiroxina.
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Gabarito oficial: A
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Questão 41 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
A redução da concentração plasmática de sódio no sangue para valores inferiores a 136 mEq/L configura um quadro denominado:
- A) Hipersodemia.
- B) Hipercalemia.
- C) Hipocalemia.
- D) Hiponatremia.
- E) Hiperuricemia.
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Gabarito oficial: D
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Questão 42 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
O íon cloreto é crucial na avaliação de desequilíbrios hidroeletrolíticos e ácido-base. É correto afirmar que um nível elevado de cloreto é esperado na seguinte condição:
- A) Acidose tubular renal.
- B) Vômito.
- C) Acidose metabólica.
- D) Insuficiência adrenal.
- E) Insuficiência cardíaca.
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Gabarito oficial: A
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Questão 46 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Sobre o equilíbrio ácido básico do sangue, analise as afirmativas a seguir e marque V para verdadeira e F para falsa. Logo após, assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os rins são incapazes de reabsorver ácidos e bases no organismo.
( ) À medida que a frequência respiratória aumenta, há um acréscimo na concentração de CO2 no sangue, resultando em um ambiente mais ácido.
( ) O sistema tampão mais proeminente emprega o íon bicarbonato, o qual está em equilíbrio com o ácido carbônico.
- A) V-F-F
- B) V-V-V
- C) F-F-V
- D) F-F-F
- E) V-V-F
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Gabarito oficial: C
Sequência F-F-V: os rins regulam o bicarbonato e reabsorvem-no; aumentar a frequência respiratória reduz o CO2; o bicarbonato é o tampão mais importante.
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Questão 47 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
Um indivíduo do sexo masculino, 50 anos, apresentou-se com dor lombar persistente. Suspeitando de nefropatia, o médico requisitou uma análise para leucocitúria. A leucocitúria é detectada em amostras de:
- A) Fezes.
- B) Escarro.
- C) Biópsia renal.
- D) Urina.
- E) Sangue.
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Gabarito oficial: D
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Questão 50 · Instituto AvançaSP · 2024 · Prefeitura Municipal de Lorena (SP)
No que tange ao transporte de amostras clínicas destinadas à cultura bacteriana, analise os dados a seguir e marque V para a informação verdadeira e F para as falsa.
( ) Sangue — Material para a coleta: Frasco específico para hemocultura, uma seringa e agulha estéreis, álcool a 70% e clorexidina alcoólica a 0,5%. Transporte: Ideal até 2 horas. Máximo até 12 h.
( ) Biópsia — Material para a coleta: Frasco ou tubo estéril contendo solução fisiológica estéril. Transporte: 15 minutos.
( ) Escarro — Material para a coleta: Frasco estéril. Transporte: 2 horas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
- A) F-F-F
- B) F-V-V
- C) V-V-V
- D) V-F-F
- E) F-V-F
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Gabarito oficial: C
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