Concurso Biomédico

Concurso EBSERH CHC-UFPR 2015 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso EBSERH CHC-UFPR (2015), banca IBFC: 50 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso EBSERH CHC-UFPR de 2015 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca IBFC. A prova tinha 50 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial e 4 já com comentário.

O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (12), Imunologia (4), Microbiologia (3), Hematologia (2), Urinálise e Líquidos Corporais (1), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (1), Biologia Molecular e Genética (1), Fisiologia e Patologia Geral (1). Os temas mais cobrados foram Água e radicais livres, Lipídios e dislipidemias, Autoanticorpos, Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação), Dosagens hormonais.

Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação Institucional (EBSERH/órgão) (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso EBSERH CHC-UFPR 2015 para Biomédico?

A banca foi IBFC. Temos 11 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso EBSERH CHC-UFPR 2015?

A prova teve 50 questões.

O que mais caiu na prova de Biomédico EBSERH CHC-UFPR 2015?

Nas específicas: Bioquímica Clínica (12), Imunologia (4), Microbiologia (3), Hematologia (2). Temas mais cobrados: Água e radicais livres, Lipídios e dislipidemias, Autoanticorpos.

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso EBSERH CHC-UFPR 2015?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso EBSERH CHC-UFPR?

Resolva esta e as outras provas da banca IBFC, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

A partir da leitura atenta do texto, é correto afirmar que:

  1. A) o autor, ao longo do texto, desconstrói sua tese inicial apresentando exemplos que, por serem triviais, não ilustram um posicionamento efetivo.
  2. B) a duração do amor está diretamente relacionada com o modo pelo qual esse sentimento é tratado pelas pessoas.
  3. C) as diferentes experiências retratadas reforçam o posicionamento que revela a noção de finitude atribuída ao amor.
  4. D) a abordagem objetiva feita pelo autor sobre um tema mais abstrato aproxima o texto de um enfoque jornalístico ou científico.
  5. E) no texto, os exemplos pessoais, caracterizados pela primeira pessoa, complementam a estrutura linguística subjetiva encontrada no título.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 2 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

A pontuação, no texto, cumpre um papel expressivo e delimita sua estrutura sintática. Nesse sentido, é correto afirmar que o texto apresenta:

  1. A) apenas duas orações absolutas.
  2. B) dois períodos compostos.
  3. C) apenas uma frase nominal.
  4. D) um período simples e um composto.
  5. E) mais de dois períodos simples.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 3 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

O texto não aborda apenas o amor de um casal, mas outras manifestações do sentimento amoroso. Assim, assinale a opção que contenha uma passagem do texto que ilustre, exclusivamente, uma manifestação ou referência ao relacionamento de um casal.

  1. A) “às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres;”
  2. B) “no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar;”
  3. C) “na epifania da pretensão ridícula dos bigodes;”
  4. D) “nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas;”
  5. E) “no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu,”
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Gabarito oficial: D

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Questão 4 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Por meio de sua seleção vocabular, o autor também imprime efeitos de sentido ao seu texto. Assim, a linguagem por ele empregada pode ser caracterizada como predominantemente:

  1. A) simbólica
  2. B) técnica
  3. C) objetiva
  4. D) popular
  5. E) informal
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Gabarito oficial: A

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Questão 5 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba. Fragmento: “depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão;”

Observando as possibilidades de recursos coesivos da língua, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.
I. A primeira ocorrência da conjunção “e” contribui para a progressão do texto apresentando valor semântico de alternância.
II. A segunda ocorrência da conjunção “e” também contribui para a progressão do texto, mas apresenta valor semântico de oposição, podendo ser substituída por “mas” sem prejuízo de sentido.
III. Tanto o pronome “elas” quanto o “se” apontam para um mesmo referente que é o vocábulo “mãos”.

  1. A) Todas as afirmativas estão corretas.
  2. B) Apenas I e II estão corretas.
  3. C) Apenas a I está correta.
  4. D) Apenas II e III estão corretas.
  5. E) Apenas a III está correta.
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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Questão 6 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba. Fragmento: “depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão;”

As construções destacadas no fragmento em análise revelam o emprego de figuras de estilo que reforçam o sentido do texto. Trata-se de exemplos de:

  1. A) Hipérboles
  2. B) Comparação
  3. C) Metáfora
  4. D) Metonímia
  5. E) Ironia
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 7 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

No trecho “na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno;” , as palavras em destaque, no contexto em que se encontram, podem ser classificadas, morfologicamente, como:

  1. A) verbos
  2. B) adjetivos
  3. C) advérbios
  4. D) pronomes
  5. E) substantivos
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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Questão 8 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

A opção do autor por enunciar, no título do texto, o verbo “acabar” no presente do Indicativo cumpre o seguinte papel semântico:

  1. A) revela uma ação que ocorre no momento em que é enunciada.
  2. B) indica uma ação presente com valor de passado.
  3. C) aponta para uma ideia que assume sentido de futuro, uma previsão.
  4. D) ilustra uma ação que se repete com “status” de verdade absoluta.
  5. E) denota uma possibilidade relacionada ao presente da enunciação.
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Gabarito oficial: D

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Questão 9 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Observe o fragmento: “depois de três goles mornos de gim à beira da piscina”. Nele, o acento grave é compreendido também pelo papel sintático da construção em que ele se encontra. Considerando o contexto, assinale a opção em que se destaca um exemplo de palavra ou expressão que, embora não corresponda ao mesmo valor semântico, exerça a mesma função sintática do termo destacado neste enunciado.

  1. A) “num domingo de lua nova”
  2. B) “polvilhando de cinzas o escarlate das unhas”
  3. C) “na compulsão da simplicidade simplesmente”
  4. D) “e amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos”
  5. E) “e acaba nas encruzilhadas de Paris”
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Gabarito oficial: C

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Questão 10 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O amor acaba (Paulo Mendes Campos) O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova lorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Acerca da conclusão proposta pelo texto, é INCORRETO afirmar que:

  1. A) A finitude do amor está na impossibilidade de um novo recomeço em função das experiências anteriores.
  2. B) A finalidade do término de um amor está diretamente relacionada à ideia de um recomeço em uma experiência descrita como cíclica pelo autor.
  3. C) Há uma generalização na visão atribuída pelo autor à ideia de recomeço amoroso por meio do emprego do pronome indefinido “todos”.
  4. D) A ideia de recomeço proposta pelo autor não assume conotação plenamente positiva em função de uma relação direta com a ideia de finitude.
  5. E) Não é possível prever o momento em que o amor pode acabar embora o autor aponte, categoricamente, a certeza de seu fim.
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Gabarito oficial: A

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Questão 11 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Marcos utilizou 3/4 de 3/5 do salário que recebeu para pagar dívidas, e gastou ainda 20% do restante do salário para comprar mantimentos. Se ainda lhe restou R$ 1.320,00, então o valor total do salário que Marcos recebeu foi, em reais, igual a:

  1. A) R$ 2.500,00
  2. B) R$ 2.357,14
  3. C) R$ 3.771,43
  4. D) R$ 3.000,00
  5. E) R$ 3.200,00
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Gabarito oficial: D

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Questão 12 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O administrador de uma sorveteria quis saber a preferência de seus clientes sobre três sabores: morango, chocolate e abacaxi. Para isso, elaborou uma ficha em que cada cliente marcaria com um X quais sabores eram de sua preferência, podendo marcar quantos sabores quisesse. O resultado foi o seguinte: 27 clientes marcaram os três sabores, 50 marcaram os sabores morango e chocolate, 48 marcaram chocolate e abacaxi, 52 marcaram morango e abacaxi, 80 marcaram abacaxi, 78 marcaram morango e 82 marcaram chocolate. Se todos os clientes marcaram pelo menos um sabor e preencheram somente uma ficha cada, então o total de clientes consultados foi:

  1. A) 417
  2. B) 390
  3. C) 117
  4. D) 286
  5. E) 142
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Gabarito oficial: C

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Questão 13 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Considerando a sequencia lógica: 3, A, 5, C, 8, E, 12, G,..., o décimo e o décimo terceiro termos da sequência, considerando o alfabeto de 26 letras, são, respectivamente:

  1. A) I ; 30
  2. B) 30 ; L
  3. C) I ; 23
  4. D) K ; 23
  5. E) 23 ; I
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Gabarito oficial: A

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Questão 14 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

A frase “Se a Terra é um planeta, então não emite luz” é equivalente a frase:

  1. A) A Terra é um planeta e não emite luz.
  2. B) A Terra não é um planeta ou não emite luz.
  3. C) A Terra é um planeta ou não emite luz.
  4. D) A Terra não é um planeta e não emite luz.
  5. E) A Terra é um planeta ou emite luz.
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Gabarito oficial: B

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Questão 15 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

P e Q são proposições simples e o valor lógico de P condicional Q é falso. Nessas condições, é correto afirmar que:

  1. A) O valor lógico de P é falso e o valor lógico de Q é verdade.
  2. B) O valor lógico de P é falso e o valor lógico de Q é falso.
  3. C) O valor lógico de P é verdade e o valor lógico de Q é verdade.
  4. D) O valor lógico de P é falso e o valor lógico de Q pode ser falso ou verdade.
  5. E) O valor lógico de P é verdade e o valor lógico de Q é falso.
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Gabarito oficial: E

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Questão 16 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Considerando as disposições da Lei Federal nº 12.550, de 15 de dezembro de 2011, assinale a alternativa correta sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares — EBSERH.

  1. A) A EBSERH tem por finalidade a prestação de serviços pagos de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, excluindo a prestação às instituições de ensino.
  2. B) A EBSERH tem por finalidade a prestação de serviços pagos mediante convênio médico de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, excluindo a prestação às instituições de ensino.
  3. C) A EBSERH tem por finalidade a prestação de serviços pagos mediante convênio médico de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, exclusivamente, pela prestação às instituições de ensino.
  4. D) A EBSERH tem por finalidade a prestação de serviços gratuitos de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, assim como a prestação às instituições públicas federais de ensino ou instituições congêneres de serviços de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública.
  5. E) A EBSERH tem por finalidade a prestação de serviços pagos mediante convênio médico, exclusivamente, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, bem como de serviços de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública.
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Gabarito oficial: D

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Questão 17 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Considerando as disposições do ESTATUTO SOCIAL DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES S.A. - EBSERH, anexo ao decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011, assinale a alternativa correta.

  1. A) O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, semanalmente e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Diretor, a seu critério, ou por solicitação de, pelo menos, quatro de seus membros.
  2. B) O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, mensalmente e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Presidente, a seu critério, ou por solicitação de, pelo menos, seis de seus membros.
  3. C) O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, semanalmente e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Diretor, a seu critério, ou por solicitação unânime de seus membros.
  4. D) O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, quinzenalmente e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Diretor, a seu critério, ou por solicitação unânime de seus membros.
  5. E) O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, mensalmente e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Presidente, a seu critério, ou por solicitação de, pelo menos, quatro de seus membros.
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Gabarito oficial: E

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Questão 18 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Considerando as disposições do ESTATUTO SOCIAL DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES S.A. - EBSERH, anexo ao decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011, quanto ao Conselho Fiscal, assinale a alternativa correta.

  1. A) O Conselho Fiscal, como órgão permanente da EBSERH, compõe-se de três membros efetivos e respectivos suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação, sendo seus mandatos de dois anos contados a partir da data de publicação do ato de nomeação, podendo ser reconduzidos por igual período.
  2. B) O Conselho Fiscal, como órgão provisório da EBSERH, compõe-se de quatro membros efetivos e respectivos suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação, sendo seus mandatos de dois anos contados a partir da data de publicação do ato de nomeação, podendo ser reconduzidos por igual período.
  3. C) O Conselho Fiscal, como órgão permanente da EBSERH, compõe-se de três membros efetivos e respectivos suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação, sendo seus mandatos de três anos contados a partir da data de publicação do ato de nomeação, podendo ser reconduzidos indefinidamente.
  4. D) O Conselho Fiscal, como órgão provisório da EBSERH, compõe-se de quatro membros efetivos e respectivos suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação, sendo seus mandatos de dois anos contados a partir da data de publicação do ato de nomeação, não podendo ser reconduzidos.
  5. E) O Conselho Fiscal, como órgão provisório da EBSERH, compõe-se de cinco membros efetivos e três suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação, sendo seus mandatos de dois anos contados a partir da data de publicação do ato de nomeação, não podendo ser reconduzidos.
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Gabarito oficial: A

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Questão 19 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa INCORRETA nos termos do REGIMENTO INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES S.A. - EBSERH sobre a Diretoria Executiva.

  1. A) Compete à Diretoria Executiva propor os valores dos regimes de alçada para as várias instâncias de gestão da EBSERH.
  2. B) Compete à Diretoria Executiva aprovar os dados, indicadores e sinalizadores para o monitoramento e avaliação contínuos das unidades e órgãos componentes da EBSERH, consolidados e apresentados pela Diretoria de Gestão de Processos e Tecnologia da Informação, em conjunto com a Coordenadoria de Gestão Integrada, a partir de propostas das Diretorias ou em articulação e avaliação conjunta com elas.
  3. C) Compete à Diretoria Executiva administrar e dirigir os bens, serviços e negócios da EBSERH, e decidir, apenas por iniciativa própria, sobre operações de responsabilidade situadas no respectivo nível de alçada decisória estabelecido pelo Conselho de Administração.
  4. D) Compete à Diretoria Executiva monitorar e avaliar continuamente os processos de serviços e de gestão, assim como as condições para o funcionamento adequado da Sede, das filiais da EBSERH ou outras unidades descentralizadas.
  5. E) Compete à Diretoria Executiva propor e implementar as linhas orientadoras das ações da EBSERH.
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Gabarito oficial: C

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Questão 20 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES S.A. - EBSERH sobre a solicitação para inclusão de matérias nas pautas das reuniões ordinárias do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo.

  1. A) Deve ser feita ao órgão referente à respectiva reunião até 10 (dez) dias úteis antes da data de sua realização.
  2. B) Deve ser feita à Secretaria Geral até 6 (seis) dias úteis antes da data de realização da respectiva reunião.
  3. C) Deve ser feita à Secretaria Geral até 6 (seis) dias corridos após a data da convocação da respectiva reunião.
  4. D) Deve ser feita ao órgão referente à respectiva reunião até 10 (dez) dias corridos antes da data de sua realização.
  5. E) Deve ser feita à Diretoria Jurídica até 15 (quinze) dias corridos após a data da convocação da respectiva reunião.
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Gabarito oficial: B

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Questão 21 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa correta sobre a evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto à implantação da Reforma Administrativa Federal, quando ficou estabelecido que o Ministério da Saúde seria o responsável pela formulação e coordenação da Política Nacional de Saúde e ficaram as seguintes áreas de competência: política nacional de saúde; atividades médicas e paramédicas; ação preventiva em geral, vigilância sanitária de fronteiras e de portos marítimos, fluviais e aéreos; controle de drogas, medicamentos e alimentos e pesquisa médico-sanitária.

  1. A) 1963.
  2. B) 1969.
  3. C) 1956.
  4. D) 1961.
  5. E) 1967.
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Gabarito oficial: E

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Questão 22 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa INCORRETA sobre a organização dos Conselhos de Saúde, nos termos da Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde.

  1. A) Quando não houver Conselho de Saúde constituído ou em atividade no Município, caberá ao Conselho Estadual de Saúde assumir, junto ao executivo municipal, a convocação e realização da Conferência Municipal de Saúde, que terá como um de seus objetivos a estruturação e composição do Conselho Municipal. O mesmo será atribuído ao Conselho Nacional de Saúde, quando não houver Conselho Estadual de Saúde constituído ou em funcionamento.
  2. B) A participação dos membros eleitos do Poder Legislativo, representação do Poder Judiciário e do Ministério Público, como conselheiros, é preferencial nos Conselhos de Saúde.
  3. C) As funções, como membro do Conselho de Saúde, não serão remuneradas, considerando-se o seu exercício de relevância pública e, portanto, garante a dispensa do trabalho sem prejuízo para o conselheiro. Para fins de justificativa junto aos órgãos, entidades competentes e instituições, o Conselho de Saúde emitirá declaração de participação de seus membros durante o período das reuniões, representações, capacitações e outras atividades específicas.
  4. D) O conselheiro, no exercício de sua função, responde pelos seus atos conforme legislação vigente.
  5. E) O número de conselheiros será definido pelos Conselhos de Saúde e constituído em lei.
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Gabarito oficial: B

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Questão 23 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa correta quanto às disposições do artigo 195 da Constituição Federal, sobre o financiamento da seguridade social.

  1. A) As receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não integrando o orçamento da União.
  2. B) A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social, como estabelecido em lei, não poderá contratar com o Poder Público, mas poderá dele receber benefícios ou incentivos fiscais.
  3. C) Qualquer benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total.
  4. D) São passíveis de cobrança de contribuição para a seguridade social todas as entidades beneficentes de assistência social.
  5. E) A majoração de qualquer benefício ou serviço da seguridade social independe de fonte de custeio total.
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Gabarito oficial: A

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Questão 24 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Sobre a Lei Federal nº 8.080 de 19/09/1990 que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências, assinale a alternativa correta:

  1. A) A elaboração de programas de aperfeiçoamento não integra a política de recursos humanos.
  2. B) Entre os objetivos da política de recursos humanos estão aquelas que visam a evitar dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
  3. C) Inclui-se nos objetivos da política de recursos humanos a organização de um sistema de formação em todos os níveis de ensino, inclusive de pós-graduação.
  4. D) Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos não poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
  5. E) A política de recursos humanos na área da saúde será formalizada e executada, articuladamente, em uma única esfera de governo.
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Gabarito oficial: C

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Questão 25 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Considerando as disposições da Lei Federal nº 8.142 de 28/12/1990 que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências, assinale a alternativa correta.

  1. A) Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) não incluem investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional.
  2. B) Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) não incluem investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde.
  3. C) Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) incluem cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal, desde que não destinados a investimentos na rede de serviços.
  4. D) Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.
  5. E) Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) não permitem despesas de custeio do Ministério da Saúde.
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Gabarito oficial: D

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Questão 26 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas sentenças abaixo sobre avaliação laboratorial dos distúrbios hormonais da tireóide:
( ) As medições de TSH se tornaram mais confiáveis na triagem de disfunção tireoidiana do que as concentrações dos próprios hormônios tireoidianos.
( ) Ensaios de 1ª geração do TSH pouco auxiliam no diagnóstico de hipertireoidismo primário.
( ) A dosagem do TSH ultrassensível é conduzida em ensaios de 2ª geração ou 3ª geração.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

  1. A) V F F
  2. B) F V F
  3. C) V V V
  4. D) F V V
  5. E) V F V
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Gabarito oficial: C

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Questão 27 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

As partículas lipídicas mais ricas em colesterol são:

  1. A) LDL e VLDL
  2. B) LDL e Quilomícrons;
  3. C) Quilomícrons e VLDL
  4. D) HDL e LDL.
  5. E) Lipoprotepina de densidade intermediária ( IDL) e LDL
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Gabarito oficial: D

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Questão 28 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Na avaliação laboratorial dos lipídeos, as dosagens para as quais o tempo de jejum é mais crítico são:

  1. A) Colesterol total e HDL-colesterol
  2. B) Triglicérides e LDL-colesterol
  3. C) HDL-colesterol e triglicérides
  4. D) Quilomícrons e HDL-colesterol
  5. E) Colesterol total e triglicérides
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Gabarito oficial: B

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Questão 29 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Faça a associação correta entre as isoenzimas da creatina quinase (CK) (números) e suas localizações preponderantes (letras).
1. CK-MM
2. CK-MB
3. CK-BB
A) predominante no músculo esquelético
B) predominante no músculo cardíaco
C) encontrada basicamente no cérebro

  1. A) 1-A; 2-B; 3-C
  2. B) 1-B; 2-A; 3-C
  3. C) 1-A; 2-C; 3-B
  4. D) 1-C; 2-A; 3-B
  5. E) 1-C; 2-B; 3-A
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Gabarito oficial: A

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Questão 30 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Em relação à enzima aspartato amino transferase (AST), assinale a alternativa correta.

  1. A) Trata-se de um marcador de elevada especificidade no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio.
  2. B) A atividade da enzima AST pode estar elevada em processos de acometimento muscular, hemólise e doenças hepatocelulares.
  3. C) No soro com hemólise observa-se diminuição da atividade da AST em função da interferência negativa da hemoglobina.
  4. D) No infarto agudo do miocárdio pode se elevar 1 a 2 horas após o início da dor.
  5. E) A enzima AST é indicada única e exclusivamente para o estudo das doenças hepáticas.
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Gabarito oficial: B

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Questão 31 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas sentenças abaixo sobre a avaliação laboratorial do equilíbrio ácido-básico pela gasometria.
( ) A pressão parcial de oxigênio (pO2) arterial indica a eficácia das trocas de oxigênio entre os alvéolos e os capilares pulmonares.
( ) A alcalose respiratória se caracteriza por pH e pCO2 altos.
( ) O grau de associação ou dissociação do oxigênio com a hemoglobina é determinado pela pO2 e a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio.
( ) Na acidose metabólica, há diminuição do pH e do bicarbonato.

  1. A) V V V V
  2. B) V F F V
  3. C) F F V V
  4. D) V F F F
  5. E) V F V V
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Gabarito oficial: E

Sequência V-F-V-V: a alcalose respiratória tem pH alto e PCO2 BAIXA; as outras três afirmativas estão corretas.

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Questão 32 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Faça a associação correta entre as propriedades físico-químicas da água (letras) e suas características (números).
A) Condutividade
B) Resistividade
C) Dureza
1. Medida da sua capacidade de precipitar sabão, isto é, nas águas duras os sabões transformam-se em complexos insolúveis, não formando espuma até que o processo se esgote.
2. Propriedade física utilizada na caracterização elétrica de uma substância.
3. Capacidade da água em conduzir corrente elétrica, envolvendo a mobilidade eletroquímica dos íons hidrogênio.

  1. A) A-1; B-2; C-3
  2. B) A-3; B-2; C-1
  3. C) A-2; B-1; C-3
  4. D) A-3; B-1; C-2
  5. E) A-1; B-3; C-2
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Gabarito oficial: B

Condutividade = capacidade de conduzir corrente elétrica (3); resistividade = propriedade elétrica da substância (2); dureza = capacidade de precipitar sabão (1).

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Questão 33 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa correta sobre radicais livres.

  1. A) Os radicais livres são produzidos pelo metabolismo dos seres vivos somente em situações patológicas.
  2. B) Os nucléolos são a maior fonte endógena de produção de radicais livres nos eucariotos.
  3. C) Os radicais livres são átomos ou moléculas que possuem pelo menos um elétron desemparelhado em seus orbitais externos.
  4. D) Os radicais livres podem agir somente como doadores de elétrons.
  5. E) O HOH• (íon peroxil) é o radical livre mais comumente gerado.
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Gabarito oficial: C

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Questão 34 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

A contagem automatizada de reticulócitos, além de ajudar na diferenciação entre anemias hemolíticas e anemias por baixa produção permite avaliar a saída prematura dos reticulócitos da medula óssea através:

  1. A) da comparação entre os valores dos índices hematimétricos eritrócitários (VCM, RDW) com os reticulocitários (VCMr, RDWr)
  2. B) dos valores da hemoglobina do reticulócito (CHr ou Ret-He)
  3. C) da sua contagem absoluta (reticulócitos/mm³).
  4. D) da comparação entre os valores das frações de reticulócitos no sangue.
  5. E) avaliação das características das hemácias, como tamanho, volume e forma.
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Gabarito oficial: D

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Questão 35 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa que contemple as alterações do hemograma que podem ser encontradas na Leucemia Mielóide Crônica

  1. A) Leucocitose discreta, sem alterações no diferencial, basofilia.
  2. B) Leucócitos numericamente normais, desvio para esquerda até blasto, basofilia,
  3. C) Leucopenia, plaquetas normais, sem desvio, basofilia.
  4. D) Leucocitose alta, trombocitose, desvio para esquerda até blasto, basofilia.
  5. E) Leucopenia, plaquetopenia e linfócitos atípicos.
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Gabarito oficial: D

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Questão 36 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Faça a associação correta entre as classes de imunoglobulinas (letras) e suas características (números).
A) IgA
B) IgE
C) IgG
1. Capacidade de atravessar a placenta.
2. Proteção de mucosa e secreções.
3. Capacidade de se fixar a mastócitos.

  1. A) A-2; B-3; C-1
  2. B) A-2; B-1; C-3
  3. C) A-3; B-1; C-2
  4. D) A-1; B-2; C-3
  5. E) A-3; B-2; C-3
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Gabarito oficial: A

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Questão 37 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas sentenças abaixo sobre os autoanticorpos na artrite reumatóide
( ) O fator reumatóide pode estar positivo em artrite reumatóide e doenças infecciosas.
( ) A positividade do anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico é mais específica para artrite reumatoide que a positividade isolada de fator reumatóide.
( ) O fator reumatoide pode ser positivo em outras doenças autoimunes.
( ) A positividade e títulos do fator reumatóide não se correlacionam com gravidade da doença articular.

  1. A) F V V V
  2. B) F V F F
  3. C) V V F F
  4. D) V F F F
  5. E) V V V F
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Gabarito oficial: E

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Questão 38 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa correta considerando o auto anticorpo anti-DNA nativo (anti-DNAds).

  1. A) O anti-DNAds é o menos específico dos auto anticorpos encontrados no LES.
  2. B) O anti-DNAds tem especial tropismo por membranas basais e freqüentemente se depositam no glomérulo renal.
  3. C) Não há evidências da contribuição do anti-DNAds na patogênese do LES.
  4. D) O anti-DNAds é marcador da artrite reumatóide.
  5. E) Indivíduos com o teste anti-DNA nativo positivo apresentam maior risco de sangramento que a população geral.
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Gabarito oficial: B

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Questão 39 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

A água purificada, utilizada como água reagente em laboratórios clínicos, deve ser avaliada quanto aos aspectos microbiológicos cujos resultados devem conter _______ UFC/mL.

  1. A) de 10 a 20
  2. B) de 100 a 200
  3. C) menos que 10
  4. D) 100 a 1000
  5. E) de 10 a 100
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Gabarito oficial: C

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Questão 40 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale a alternativa que define adequadamente hemocultura:

  1. A) Amostras de sangue obtidas de duas punções venosas em diferentes sítios sendo que após cada punção a amostra deverá ser inoculada em um frasco aeróbio e outro anaeróbio (2 pares de frascos)
  2. B) Amostra de sangue obtida de punção venosa inoculada em dois frascos sendo cada frasco inoculado com sangue colhido de um local de punção diferente (braço esquerdo e depois direito, 1 par de frascos).
  3. C) Coleta de um frasco aeróbio de uma única punção.
  4. D) Coleta de dois pares de frascos (4 frascos) de uma única punção venosa.
  5. E) Coleta de 4 ou mais frascos em uma única punção venosa.
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Gabarito oficial: A

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Questão 41 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O laboratório de microbiologia recebeu amostra de urina em saco coletor de uma criança de 1,5 anos. Foram solicitados cultura e exame de urina. O volume total de urina recebido foi de 1 ml. Assinale a alternativa que contemple o melhor procedimento.

  1. A) Semear a amostra com alça calibrada de 10 µl em meio de cultura apropriado. Colocar 10 µl da urina em uma lâmina para fazer um Gram e encaminhar o material para o setor que irá realizar o exame de urina.
  2. B) Solicitar nova amostra porque o volume não é o ideal para realizar o exame de cultura e de urina.
  3. C) Colocar 10 µl da urina não centrifugada em uma lâmina para fazer um Gram e encaminhar o restante da amostra para o setor de urinálise.
  4. D) Encaminhar a amostra para o setor de urinálise e informar que o volume não é suficiente para a realização dos dois exames e o melhor é realizar o exame de urina e não a cultura.
  5. E) Colocar o volume total da amostra em frasco de hemocultura e incubar.
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Gabarito oficial: A

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Questão 42 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O teste do nitrito em fitas reagentes para análise da urina indica presença de bactérias que são capazes de converter nitrato em nitrito. Este teste seria positivo na presença de:

  1. A) Streptococcus pneumoniae.
  2. B) Streptococcus pyogenes.
  3. C) Citrobacter.
  4. D) Lactobacillus spp.
  5. E) Clostridium tetani.
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Gabarito oficial: C

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Questão 43 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O controle de qualidade dos meios de cultura preparados no laboratório de microbiologia prevê a observação de esterilidade, pH e performance. Para este fim utilizam-se cepas padrão que, após semeadura, devem exibir determinados resultados. Assinale a alternativa que contemple o resultado esperado para determinado meio de cultura.

  1. A) Agar chocolate semeado com Neisseria gonorrhoeae e observação de nenhum crescimento.
  2. B) Ágar MacConkey semeado com Escherichia coli e observação de crescimento com colônias negras.
  3. C) Ágar SS semeado com Salmonella spe observação de nenhum crescimento.
  4. D) Agar sangue semeado com Streptococcus pneumonia e observação de alfa hemólise.
  5. E) Ágar MacConkey semeado com Streptococcus pyogenes e observação de crescimento com colônias transparentes.
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Gabarito oficial: D

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Questão 44 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Os leitores de placa de imunoensaio enzimático utilizam o método de:

  1. A) Fotometria de chama
  2. B) Nefelometria
  3. C) Agluitnação
  4. D) Fixação de complemento
  5. E) Espectrofotometria.
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Gabarito oficial: E

Os leitores de placas ELISA são fotômetros (espectrofotômetros) de microplacas que medem a absorbância da cor desenvolvida.

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Questão 45 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

“Equipamento composto por uma câmara (tanque) construída em inox ou em alumínio, uma tampa com vedação e um sistema de aquecimento. Para funcionar, o uso de água é imprescindível. Através do aquecimento da água, é formado dentro do tanque um vapor d’água pressurizado numa temperatura entre 121°C e 135°C com pressão de 1,2 kgf/cm².”
Esta descrição refere-se ao equipamento denominado:

  1. A) Estufa de CO2.
  2. B) Potenciômetro.
  3. C) Termociclador
  4. D) Autoclave.
  5. E) Incinerador.
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Gabarito oficial: D

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Questão 46 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas sentenças abaixo sobre citometria de fluxo.
( ) Permite a avaliação de características físicas, químicas e biológicas de vários tipos celulares (humanas, de animais, protozoários, fungos, ou bactérias).
( ) Os tipos celulares são previamente preparados e marcados com anticorpos monoclonais conjugados a fluorocromos, com afinidade por determinada molécula de interesse.
( ) Para utilizar a citometria de fluxo como ferramenta de estudo as amostras devem estar em uma forma sólida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

  1. A) V V V
  2. B) V V F
  3. C) V F V
  4. D) F V V
  5. E) F F V
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Gabarito oficial: B

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Questão 47 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

Faça a associação correta entre os sistemas purificadores de água (números) e suas característica (letras).
1. Deionização
2. Osmose Reversa
3. Destilação
A) Processo de vaporização e condensação de um líquido para purificar ou concentrar uma substância;
B) Neste processo a água passa por um sistema contendo resinas insolúveis, aniônicas ou catiônicas, onde os íons presentes na água são trocados pelos íons presentes nas resinas.
C) Processo pelo qual a água é forçada a passar por uma membrana semipermeável que age como um filtro molecular.

  1. A) 1-A; 2-B; 3-C
  2. B) 1-B; 2-C; 3-A
  3. C) 1-B; 2-A; 3-C
  4. D) 1-A; 2-C; 3-B
  5. E) 1-C; 2-B; 3-A
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 48 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O objetivo da cromatografia é separar individualmente os diversos constituintes de uma mistura. A separação dá-se pela:

  1. A) Diferença de afinidade das substâncias por um material ativo ou adsorvente.
  2. B) Destilação fracionada.
  3. C) Diferença na constante de distribuição (partição) dos componentes em dois solventes.
  4. D) Diferença de ponto de ebulição.
  5. E) Filtração de partículas de acordo com a carga molecular.
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: A

A separação cromatográfica ocorre pela diferença de afinidade das substâncias por um material adsorvente (fase estacionária), segundo o gabarito; a alternativa C também descreve um mecanismo válido (partição).

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Questão 49 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

A PCR (Reação de Polimerização em Cadeia) é uma metodologia que se baseia na amplificação exponencial seletiva de uma quantidade reduzida de DNA de uma única célula. Um ciclo de PCR consiste em três fases, que são executadas utilizando-se:

  1. A) Eletroforese em gel de gradiente desnaturante
  2. B) Hibridação in situ
  3. C) Termociclador
  4. D) Hibridação genómica comparativa
  5. E) Variable Numbers of Tadem Repeats (VNTR)
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 50 · IBFC · 2015 · EBSERH CHC-UFPR

O processo de carcinogênese passa por vários estágios antes de chegar ao tumor. Faça a associação correta entre os estágios (números) e suas características (letras).
1. Iniciação
2. Promoção
3. Progressão
A) Multiplicação descontrolada e irreversível das células alteradas.
B) Células sofrem o efeito dos agentes cancerígenos que provocam modificações em alguns de seus genes.
C) As células geneticamente alteradas sofrem o efeito dos agentes cancerígenos que promovem sua multiplicação, de forma lenta e gradual.

  1. A) 1-A; 2-B; 3-C
  2. B) 1-C; 2-B; 3-A
  3. C) 1-A; 2-C; 3-B
  4. D) 1-B; 2-A; 3-C
  5. E) 1-B; 2-C; 3-A
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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