Concurso Biomédico

Concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Análises Clínicas - Biologia Molecular do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) (2014), banca BIORIO: 50 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) de 2014 teve prova para o cargo de Análises Clínicas - Biologia Molecular, organizada pela banca BIORIO. A prova tinha 60 questões, das quais 4 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 3 já com comentário.

O que caiu nas disciplinas específicas: Biologia Molecular e Genética (26), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (9), Bioquímica Clínica (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Os temas mais cobrados foram Fase pré-analítica, PCR e extração de ácidos nucleicos, PCR em tempo real, Estrutura e função dos ácidos nucleicos, Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação).

Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014 para Biomédico?

A banca foi BIORIO. Temos 5 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?

A prova teve 60 questões, 4 delas anuladas pela banca.

O que mais caiu na prova de Biomédico BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?

Nas específicas: Biologia Molecular e Genética (26), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (9), Bioquímica Clínica (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Temas mais cobrados: Fase pré-analítica, PCR e extração de ácidos nucleicos, PCR em tempo real.

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)?

Resolva esta e as outras provas da banca BIORIO, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

“46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.” A frase abaixo em que a concordância verbal é inaceitável é:

  1. A) mais de 1% da turma deixaram a escola este ano.
  2. B) cerca de 2% do grupo chegou antes da hora.
  3. C) perto de 43% dos prêmios são pagos na hora.
  4. D) 23% dos escanteios resultam em gol.
  5. E) 0,5% dos homicídios fica sem solução.
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Gabarito oficial: A

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Questão 2 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

“Convém lembrar que (1)jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que (2) significa que (3) a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que (4)o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que (5) são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos.” Das ocorrências do vocábulo sublinhado nesse segmento do texto, pertencem à mesma classe gramatical:

  1. A) 1-2-3
  2. B) 1-5, apenas
  3. C) 2-4-5
  4. D) 2-3-5
  5. E) 2-5, apenas
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Gabarito oficial: E

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Questão 3 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

Sobre o racismo, a opinião básica do texto é a de que:

  1. A) predomina em todas as nações.
  2. B) se destaca em países culturalmente atrasados.
  3. C) é fruto de grande imigração.
  4. D) perdura na grande maioria dos países.
  5. E) resulta da visão política positiva.
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Gabarito oficial: D

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Questão 4 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

“No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro...”. O segmento sublinhado é uma explicação de valor:

  1. A) temporal.
  2. B) concessivo.
  3. C) consecutivo.
  4. D) causal.
  5. E) proporcional.
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Gabarito oficial: B

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Questão 5 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

Ao iniciar um parágrafo pela palavra “parênteses”, o autor do texto quer mostrar que o texto do parágrafo tem a seguinte função:

  1. A) destacar um aspecto importante do tema.
  2. B) intercalar uma observação numa sequência diferente.
  3. C) levar o leitor a uma reflexão de caráter político.
  4. D) inserir a realidade brasileira como exceção à regra.
  5. E) mostrar um aspecto original do racismo no Brasil.
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Gabarito oficial: B

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Questão 6 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

O ato de o jogador de futebol Daniel Alves ter apanhado a banana que pretendia atingi-lo e tê-la comido mostra a intenção de:

  1. A) ridicularizar o agressor.
  2. B) aceitar a condição de negro.
  3. C) retirar a intenção do ato.
  4. D) igualar-se positivamente aos animais.
  5. E) desqualificar a banana como símbolo racista.
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Gabarito oficial: C

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Questão 7 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

“Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu.” Sobre os componentes desse segmento do texto, só NÃO se pode afirmar que:

  1. A) o vocábulo “também” indica que a França já foi citada anteriormente.
  2. B) a expressão “outro país multirracial” mostra igualdade com o Reino Unido.
  3. C) o vocábulo “xenófoba” significa “aversão a estrangeiros”.
  4. D) a “Frente Nacional” designa um grupo político.
  5. E) a expressão “lidera as pesquisas” é resultante de informações confiáveis.
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Gabarito oficial: A

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Questão 8 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

“É verdade que se deve dar um desconto”; essa frase do texto equivale a:

  1. A) É verdade que dar um desconto é sempre conveniente.
  2. B) Deve-se dar um desconto de verdade.
  3. C) É verdade que um desconto deve ser dado.
  4. D) Não é mentira que não se deva dar um desconto.
  5. E) Deve-se dar um desconto conveniente, é verdade.
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Gabarito oficial: C

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Questão 9 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

A frase “A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando" mostra que o racismo:

  1. A) deixou de ser uma atitude vergonhosa.
  2. B) está crescendo em todo o mundo.
  3. C) serve como bandeira para partidos políticos.
  4. D) atua como mancha vergonhosa nas nações.
  5. E) está desaparecendo das relações humanas.
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Gabarito oficial: A

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Questão 10 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Os dois vocábulos abaixo que são formados com a ajuda de sufixos são:

  1. A) multirracial / europeu
  2. B) europeu / pesquisas
  3. C) pesquisas / desconto
  4. D) desconto / jogadores
  5. E) jogadores / verdade
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Gabarito oficial: A

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Questão 11 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Observe a sequência: 43, 54, 66, 79,... O próximo termo é:

  1. A) 91
  2. B) 93
  3. C) 95
  4. D) 97
  5. E) 99
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Gabarito oficial: B

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Questão 12 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

João só come empada quando vai à feira e sempre que vai à feira toma um caldo de cana. Hoje João não foi à feira. Assim, hoje:

  1. A) João não comeu empada nem tomou caldo de cana.
  2. B) João pode ter comido empada.
  3. C) João comeu empada, mas não tomou caldo de cana.
  4. D) João tomou caldo de cana, mas não comeu empada.
  5. E) João pode ter tomado caldo de cana.
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Gabarito oficial: E

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Questão 13 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A média das idades de 98 pessoas é 24,5 anos. Se duas novas pessoas, uma de 32 anos, outra de 27 anos, se juntarem ao grupo, então a média das idades dessas cem pessoas será:

  1. A) 24,4.
  2. B) 24,5.
  3. C) 24,6.
  4. D) 24,7.
  5. E) 24,8.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 14 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Um treinador de futebol de salão quer formar uma equipe com um goleiro, dois zagueiros e dois atacantes. Ele tem à sua disposição dois goleiros, quatro zagueiros e três atacantes. O número de equipes diferentes que ele pode formar é igual a:

  1. A) 16.
  2. B) 24.
  3. C) 30.
  4. D) 36.
  5. E) 48.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 15 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Uma sequência é tal que cada termo a partir do terceiro é a soma de todos os termos anteriores. Assim, se o quinto termo é 56, então o sexto termo é:

  1. A) igual a 112.
  2. B) um número ímpar.
  3. C) menor que 100.
  4. D) maior que 124.
  5. E) igual a 124.
Ver gabarito

Gabarito oficial: A

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Questão 17 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a:

  1. A) não notificação por parte do médicos.
  2. B) notificação da não ocorrência de casos da doença.
  3. C) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas.
  4. D) notificação de número de casos abaixo do esperado no período.
  5. E) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica.
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Gabarito oficial: B

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Questão 18 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

No Brasil, a assistência à saúde é livre à iniciativa privada, de acordo com a Constituição Brasileira. Em relação à assistência à saúde, NÃO é correto afirmar que:

  1. A) é livre a participação direta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no país.
  2. B) é vedada a destinação de recursos públicos para auxílio às instituições privadas com fins lucrativos.
  3. C) é vedada a comercialização de órgãos ou tecidos para fins de transplantes.
  4. D) é permitida a participação de instituições privadas de forma complementar ao SUS.
  5. E) é permitida a participação de instituições privadas mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas.
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Gabarito oficial: A

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Questão 19 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Avalie se a epidemiologia, nas populações humanas, integra os princípios e diretrizes do SUS como ferramenta capaz de estabelecer:
I. prioridades para serviços públicos e contratação de serviços privados.
II. a alocação de recursos e promover a orientação programática em atenção à saúde.
III. a priorização da participação de empresas de planos de saúde na contratação dos serviços.
É correto o que consta apenas em:

  1. A) I e III.
  2. B) II e III.
  3. C) I.
  4. D) II.
  5. E) I e II.
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Gabarito oficial: E

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Questão 20 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Considerando os níveis de prevenção, os eventos (i) consulta com cardiologista, (ii) exame de E.C.G. e (iii) cirurgia de revascularização classificam-se respectivamente como:

  1. A) primário, secundário e terciário.
  2. B) secundário, secundário e terciário.
  3. C) secundário, primário e secundário.
  4. D) terciário, primário e terciário.
  5. E) primário, primário e secundário.
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 22 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Pela contaminação bacteriana de amostra de urina mantida por mais de uma hora à temperatura ambiente, é esperado encontrar a seguinte alteração:

  1. A) aumento de ureia
  2. B) diminuição de ureia
  3. C) aumento de nitritos
  4. D) diminuição de nitritos
  5. E) aumento de glicose
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 23 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

a seguinte conversão está correta:

  1. A) 1 pm = 10⁹ m
  2. B) 1 nM = 10⁻⁹ M
  3. C) 1 fL = 10⁶ nL
  4. D) 0,1 g = 1 mg
  5. E) 0,1 g = 10 mg
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: B

1 nM = 10⁻⁹ M, pois o prefixo nano vale 10⁻⁹.

Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →

Questão 24 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Ao se preparar 100 μL de uma solução de anticorpos a 10 nM a partir de um estoque a 1 mM, o volume do estoque que deve ser utilizado é de:

  1. A) 0.0001 μL
  2. B) 0.001 μL
  3. C) 0.01 μL
  4. D) 0.1 μL
  5. E) 1 μL
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: B

Fator de diluição de 10⁵ (1 mM → 10 nM): V1 = 100 µL ÷ 10⁵ = 0,001 µL.

Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →

Questão 25 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A coleta de sangue mais adequada para avaliação de glicemia deve ser realizada em tubos com EDTA um inibidor da glicólise. O inibidor mais utilizado é:

  1. A) Heparina
  2. B) Cistocinina
  3. C) Glicose-6-fostato
  4. D) Fosfato de sódio
  5. E) Fluoreto de sódio
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Gabarito oficial: E

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Questão 26 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Técnicas de avaliação de fluorescência são comuns para exames clínicos laboratoriais. Uma característica da fluorescência é apresentar:

  1. A) energia de emissão maior que da excitação
  2. B) energia de emissão e excitação iguais
  3. C) energia da emissão menor que da excitação
  4. D) pode ser avaliada em espectrofotômetro
  5. E) requer licença especial para utilização
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: C

Na fluorescência, o fluorocromo excitado emite luz de comprimento de onda maior e, portanto, de energia menor que a da excitação.

Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →

Questão 27 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

O seguinte anticoagulante é específico para o sequestro de cálcio para desempenhar sua ação, agindo pouco em íons como magnésio e manganês:

  1. A) EGTA
  2. B) EDTA
  3. C) citrato
  4. D) oxalato
  5. E) fosfato
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Gabarito oficial: A

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Questão 28 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para a determinação de uma amplificação gênica a partir de RNA extraído de amostras biológicas, é necessário o tratamento das amostras com a seguinte enzima, a fim de converter o RNA em DNAc:

  1. A) DNAse reversa
  2. B) RNAse direta
  3. C) Transcriptase direta
  4. D) Transcriptase reversa
  5. E) DNA polimerase
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Gabarito oficial: D

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Questão 29 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A reação de PCR baseia-se na atividade da seguinte enzima:

  1. A) DNA sintetase
  2. B) DNA transcriptase
  3. C) DNA lisosterase
  4. D) DNA sintase
  5. E) DNA polimerase
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Gabarito oficial: E

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Questão 31 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Avaliando uma reação de PCR quantitativo, o parâmetro conhecido como CT significa:

  1. A) limiar de detecção
  2. B) centro de temperatura
  3. C) ciclo de transição
  4. D) ciclo que atinge o limiar de detecção
  5. E) ciclo de temperatura
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Gabarito oficial: D

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Questão 32 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Dentre os sistemas de detecção inespecíficos para PCR quantitativo podemos citar o:

  1. A) TaqMan
  2. B) TaqP
  3. C) SYBR-Green
  4. D) SYBR-Blue
  5. E) TaqPolimerase
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Gabarito oficial: C

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Questão 33 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para avaliação da carga viral através de uma análise de PCR quantitativo, deve-se utilizar a técnica de quantificação:

  1. A) absoluta
  2. B) relativa
  3. C) semi-absoluta
  4. D) real
  5. E) total
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Gabarito oficial: A

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Questão 36 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para a avaliação da infecção por Chlamydia trachomatis em processos que não requerem culturas de células, é usada a seguinte técnica:

  1. A) PCR quantitativo
  2. B) PCR convencional
  3. C) PCR em tempo real
  4. D) anticorpos monoclonais
  5. E) anticorpos policlonais
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Gabarito oficial: B

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Questão 37 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para a técnica de PCR, a mistura dXTP é a mistura de;

  1. A) desoxi-xilose trifosfatos
  2. B) dATP, dCTP, dUTP e dTTP
  3. C) nucleotídeos trifostato
  4. D) dATP e dUTP
  5. E) dATP, dGTP, dCTP e dTTP
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Gabarito oficial: E

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Questão 38 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A avaliação da carga viral de HIV em amostras de sangue humana é feita por:

  1. A) contagem de CD4
  2. B) contagem de CD8
  3. C) relação entre CD4 e CD8
  4. D) relação entre CD8 e CD4
  5. E) PCR em tempo real
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Gabarito oficial: E

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Questão 39 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A curva de “melting” numa análise por PCR quantitativo serve para avaliar:

  1. A) a qualidade dos amplificados
  2. B) o ponto de fusão dos amplificados
  3. C) a temperatura ideal da reação
  4. D) a temperatura limite da reação
  5. E) a temperatura média da reação
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Gabarito oficial: A

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Questão 40 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

O seguinte reagente é utilizado para extrair RNA de amostras biológicas;

  1. A) trizma
  2. B) trizol
  3. C) fenol
  4. D) bifenol
  5. E) tris
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Gabarito oficial: B

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Questão 41 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Após a extração de RNA de amostras, o principal cuidado que se deve tomar por causa das características intrínsecas da amostra é evitar:

  1. A) a hidratação da amostra
  2. B) a degradação da amostra
  3. C) a desidratação da amostra
  4. D) a contaminação da amostra
  5. E) a exposição à luz
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Gabarito oficial: B

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Questão 42 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Os nucleotídeos que servem de substrato para a RNA polimerase sintetizar RNA a partir de DNA são;

  1. A) adenina, citosina, guanina, uracila
  2. B) adenina, citosina, guanina, timidina
  3. C) adenosina, citosina, guanidina, uracila
  4. D) ATP, CTP, UTP, GTP
  5. E) dATP, dCTP, dUTP, dGTP
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Gabarito oficial: D

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Questão 43 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Segundo a ANVISA, o tamanho mínimo de uma sala de coleta de material biológico para análise é:

  1. A) sem especificação
  2. B) 1,5 m²
  3. C) 1,6 m²
  4. D) 2,6 m²
  5. E) 3,6 m²
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Gabarito oficial: E

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Questão 44 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Segundo a RDC/ANVISA 306/2004, os resíduos do Grupo A são os resíduos:

  1. A) com risco biológico
  2. B) comuns
  3. C) perfurocortantes
  4. D) microbiológicos
  5. E) radioativos
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Gabarito oficial: A

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Questão 45 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

O seguinte analito NÃO requer o uso do ácido clorídrico como conservante para a coleta de urina de 24 horas;

  1. A) potássio
  2. B) fósforo
  3. C) magnésio
  4. D) oxalato
  5. E) citrato
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Gabarito oficial: A

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Questão 46 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

O diâmetro em milímetros de uma agulha 21G (Gauge) é:

  1. A) 0,4 mm
  2. B) 0,6 mm
  3. C) 0,8 mm
  4. D) 1,0 mm
  5. E) 1,2 mm
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Gabarito oficial: C

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Questão 47 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

O seguinte parâmetro sofre influência se o prazo mínimo de duas horas para a centrifugação do sangue não for seguido:

  1. A) albumina
  2. B) fosfatase alcalina
  3. C) potássio
  4. D) colesterol
  5. E) bilirrubina
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Gabarito oficial: C

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Questão 48 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Para avaliação de carga viral por HIV, é recomendado que a amostra de sangue seja coletada após o seguinte período de jejum:

  1. A) 2 horas
  2. B) 6 horas
  3. C) 8 horas
  4. D) 12 horas
  5. E) independe, pois o jejum não afeta o resultado
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Gabarito oficial: E

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Questão 52 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Uma amostra de RNA deve ser mantida:

  1. A) em água a -20 °C
  2. B) em água a -80 °C
  3. C) em água a -198 °C
  4. D) em etanol a -80 °C
  5. E) em DMSO a -20 °C
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Gabarito oficial: D

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Questão 53 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A técnica de PCR em tempo real é uma técnica:

  1. A) quantitativa de alta aplicabilidade em função de sua altíssima sensibilidade
  2. B) de uso limitado devido ao altíssimo custo
  3. C) exclusivamente qualitativa já que não permite quantificar o material genético
  4. D) pouco empregada na clínica laboratorial
  5. E) limitada do ponto de vista tecnológico dada às poucas possibilidades de detecção
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Gabarito oficial: A

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Questão 55 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Ao se avaliar o material genético de um indivíduo, podemos isolar exclusivamente o material genético herdado do progenitor materno pelo:

  1. A) cromossoma Y
  2. B) cromossoma X
  3. C) DNA extracelular
  4. D) DNA mitocondrial
  5. E) cromossoma 21
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Gabarito oficial: D

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Questão 57 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Enzimas de restrição são enzimas capazes de:

  1. A) clivar sequências específicas de DNA
  2. B) restringir o tamanho do DNA
  3. C) ligar fragmentos de DNA
  4. D) degradar totalmente o DNA
  5. E) gerar novo DNA a partir de um molde
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Gabarito oficial: A

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Questão 58 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

As extremidades de um DNA são conhecidas como:

  1. A) alfa e beta
  2. B) 1 e 2
  3. C) 1’e 2’
  4. D) R e S
  5. E) 3’e 5’
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Gabarito oficial: E

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Questão 59 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

A molécula de RNA apresenta em sua formação o seguinte açúcar:

  1. A) frutose
  2. B) ribulose
  3. C) ribose
  4. D) glicose
  5. E) sacarose
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 60 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)

Em uma molécula de DNA, a porção do nucleotídeo que se liga ao nucleotídeo vizinho é;

  1. A) base nitrogenada
  2. B) desoxi-pentose
  3. C) fostato
  4. D) pentose
  5. E) nitrogênio
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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