O concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) de 2014 teve prova para o cargo de Análises Clínicas - Citogenética, organizada pela banca BIORIO. A prova tinha 60 questões, das quais 1 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 3 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Biologia Molecular e Genética (28), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (8), Bioquímica Clínica (4). Os temas mais cobrados foram Citogenética clássica, Citogenética molecular, Fase pré-analítica, Ciclo celular e divisão, Síndromes cromossômicas.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014 para Biomédico?
A banca foi BIORIO. Temos 5 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
A prova teve 60 questões, 1 delas anuladas pela banca.
O que mais caiu na prova de Biomédico BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
Nas específicas: Biologia Molecular e Genética (28), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (8), Bioquímica Clínica (4). Temas mais cobrados: Citogenética clássica, Citogenética molecular, Fase pré-analítica.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)?
Resolva esta e as outras provas da banca BIORIO, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
“46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.” A frase abaixo em que a concordância verbal é inaceitável é:
- A) mais de 1% da turma deixaram a escola este ano.
- B) cerca de 2% do grupo chegou antes da hora.
- C) perto de 43% dos prêmios são pagos na hora.
- D) 23% dos escanteios resultam em gol.
- E) 0,5% dos homicídios fica sem solução.
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Gabarito oficial: A
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Questão 2 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“Convém lembrar que (1)jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que (2) significa que (3) a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que (4)o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que (5) são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos.” Das ocorrências do vocábulo sublinhado nesse segmento do texto, pertencem à mesma classe gramatical:
- A) 1-2-3
- B) 1-5, apenas
- C) 2-4-5
- D) 2-3-5
- E) 2-5, apenas
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Gabarito oficial: E
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Questão 3 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
Sobre o racismo, a opinião básica do texto é a de que:
- A) predomina em todas as nações.
- B) se destaca em países culturalmente atrasados.
- C) é fruto de grande imigração.
- D) perdura na grande maioria dos países.
- E) resulta da visão política positiva.
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Gabarito oficial: D
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Questão 4 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro...”. O segmento sublinhado é uma explicação de valor:
- A) temporal.
- B) concessivo.
- C) consecutivo.
- D) causal.
- E) proporcional.
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Gabarito oficial: B
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Questão 5 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
Ao iniciar um parágrafo pela palavra “parênteses”, o autor do texto quer mostrar que o texto do parágrafo tem a seguinte função:
- A) destacar um aspecto importante do tema.
- B) intercalar uma observação numa sequência diferente.
- C) levar o leitor a uma reflexão de caráter político.
- D) inserir a realidade brasileira como exceção à regra.
- E) mostrar um aspecto original do racismo no Brasil.
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Gabarito oficial: B
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Questão 6 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
O ato de o jogador de futebol Daniel Alves ter apanhado a banana que pretendia atingi-lo e tê-la comido mostra a intenção de:
- A) ridicularizar o agressor.
- B) aceitar a condição de negro.
- C) retirar a intenção do ato.
- D) igualar-se positivamente aos animais.
- E) desqualificar a banana como símbolo racista.
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Gabarito oficial: C
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Questão 7 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu.” Sobre os componentes desse segmento do texto, só NÃO se pode afirmar que:
- A) o vocábulo “também” indica que a França já foi citada anteriormente.
- B) a expressão “outro país multirracial” mostra igualdade com o Reino Unido.
- C) o vocábulo “xenófoba” significa “aversão a estrangeiros”.
- D) a “Frente Nacional” designa um grupo político.
- E) a expressão “lidera as pesquisas” é resultante de informações confiáveis.
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Gabarito oficial: A
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Questão 8 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“É verdade que se deve dar um desconto”; essa frase do texto equivale a:
- A) É verdade que dar um desconto é sempre conveniente.
- B) Deve-se dar um desconto de verdade.
- C) É verdade que um desconto deve ser dado.
- D) Não é mentira que não se deva dar um desconto.
- E) Deve-se dar um desconto conveniente, é verdade.
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Gabarito oficial: C
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Questão 9 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
A frase “A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando" mostra que o racismo:
- A) deixou de ser uma atitude vergonhosa.
- B) está crescendo em todo o mundo.
- C) serve como bandeira para partidos políticos.
- D) atua como mancha vergonhosa nas nações.
- E) está desaparecendo das relações humanas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 10 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Os dois vocábulos abaixo que são formados com a ajuda de sufixos são:
- A) multirracial / europeu
- B) europeu / pesquisas
- C) pesquisas / desconto
- D) desconto / jogadores
- E) jogadores / verdade
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Gabarito oficial: A
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Questão 11 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Observe a sequência: 43, 54, 66, 79,... O próximo termo é:
- A) 91
- B) 93
- C) 95
- D) 97
- E) 99
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Gabarito oficial: B
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Questão 12 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
João só come empada quando vai à feira e sempre que vai à feira toma um caldo de cana. Hoje João não foi à feira. Assim, hoje:
- A) João não comeu empada nem tomou caldo de cana.
- B) João pode ter comido empada.
- C) João comeu empada, mas não tomou caldo de cana.
- D) João tomou caldo de cana, mas não comeu empada.
- E) João pode ter tomado caldo de cana.
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Gabarito oficial: E
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Questão 13 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A média das idades de 98 pessoas é 24,5 anos. Se duas novas pessoas, uma de 32 anos, outra de 27 anos, se juntarem ao grupo, então a média das idades dessas cem pessoas será:
- A) 24,4.
- B) 24,5.
- C) 24,6.
- D) 24,7.
- E) 24,8.
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Gabarito oficial: C
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Questão 14 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Um treinador de futebol de salão quer formar uma equipe com um goleiro, dois zagueiros e dois atacantes. Ele tem à sua disposição dois goleiros, quatro zagueiros e três atacantes. O número de equipes diferentes que ele pode formar é igual a:
- A) 16.
- B) 24.
- C) 30.
- D) 36.
- E) 48.
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Gabarito oficial: D
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Questão 15 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Uma sequência é tal que cada termo a partir do terceiro é a soma de todos os termos anteriores. Assim, se o quinto termo é 56, então o sexto termo é:
- A) igual a 112.
- B) um número ímpar.
- C) menor que 100.
- D) maior que 124.
- E) igual a 124.
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Gabarito oficial: A
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Questão 17 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a:
- A) não notificação por parte do médicos.
- B) notificação da não ocorrência de casos da doença.
- C) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas.
- D) notificação de número de casos abaixo do esperado no período.
- E) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica.
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Gabarito oficial: B
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Questão 18 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
No Brasil, a assistência à saúde é livre à iniciativa privada, de acordo com a Constituição Brasileira. Em relação à assistência à saúde, NÃO é correto afirmar que:
- A) é livre a participação direta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no país.
- B) é vedada a destinação de recursos públicos para auxílio às instituições privadas com fins lucrativos.
- C) é vedada a comercialização de órgãos ou tecidos para fins de transplantes.
- D) é permitida a participação de instituições privadas de forma complementar ao SUS.
- E) é permitida a participação de instituições privadas mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 19 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Avalie se a epidemiologia, nas populações humanas, integra os princípios e diretrizes do SUS como ferramenta capaz de estabelecer:
I. prioridades para serviços públicos e contratação de serviços privados.
II. a alocação de recursos e promover a orientação programática em atenção à saúde.
III. a priorização da participação de empresas de planos de saúde na contratação dos serviços.
É correto o que consta apenas em:
- A) I e III.
- B) II e III.
- C) I.
- D) II.
- E) I e II.
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Gabarito oficial: E
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Questão 20 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Considerando os níveis de prevenção, os eventos (i) consulta com cardiologista, (ii) exame de E.C.G. e (iii) cirurgia de revascularização classificam-se respectivamente como:
- A) primário, secundário e terciário.
- B) secundário, secundário e terciário.
- C) secundário, primário e secundário.
- D) terciário, primário e terciário.
- E) primário, primário e secundário.
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Gabarito oficial: B
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Questão 21 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Segundo a ANVISA, o tamanho mínimo de um box de coleta de material biológico para análise é:
- A) 1,2 m²
- B) 1,5 m²
- C) 1,6 m²
- D) 2,6 m²
- E) 3,6 m²
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Gabarito oficial: C
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Questão 22 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Segundo a RDC/ANVISA 306/2004, os resíduos do Grupo E são resíduos:
- A) com risco biológico
- B) comuns
- C) perfurocortantes
- D) microbiológicos
- E) radioativos
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Gabarito oficial: C
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Questão 24 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte conversão está correta:
- A) 1 pm = 10⁹ m
- B) 1 nM = 10⁹ M
- C) 1 fL = 10⁶ nL
- D) 0,1 ng = 1 mg
- E) 0,1 mg = 10⁵ ng
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Gabarito oficial: E
0,1 mg = 10⁻⁴ g e 1 ng = 10⁻⁹ g, então 0,1 mg = 10⁵ ng.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 25 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Ao se preparar 1 mL de uma solução de anticorpos a 100 μM, a partir de um estoque a 1 mM, o volume do estoque que deve ser utilizado é de;
- A) 0.0001 mL
- B) 0.001 mL
- C) 0.01 mL
- D) 0.1 mL
- E) 1 mL
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Gabarito oficial: D
De 1 mM para 100 µM o fator de diluição é 10, então 1 mL ÷ 10 = 0,1 mL do estoque.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 26 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A veia preferencial da fossa antecubital a ser acessada para coleta de sangue venoso é a:
- A) braquial
- B) jugular
- C) radial
- D) cefálica
- E) femural
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Gabarito oficial: D
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Questão 27 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Acerca da qualidade da água utilizada no preparo de soluções de uso laboratorial, o parâmetro a ser avaliado a fim de atestar sua altíssima qualidade é;
- A) alta condutividade
- B) ausência de odor
- C) alta dureza
- D) alta resistência
- E) ausência de sabor
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Gabarito oficial: D
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Questão 28 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A fase conhecida como “S” do ciclo celular é a:
- A) prófase
- B) anáfase
- C) telófase
- D) metátase
- E) protáfase
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Gabarito oficial: B
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Questão 30 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Microdeleções da região AZF, mais especificamente nas regiões AZFa, AZFb e AZFc, são comuns na seguinte patologia:
- A) Infertilidade obstrutiva masculina
- B) doença de Lewis
- C) síndrome de Down
- D) mal de Alzheimer
- E) doença de Huntington
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Gabarito oficial: A
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Questão 33 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O diâmetro externo em milímetros de uma agulha 23G (Gauge) é de:
- A) 0,4 mm
- B) 0,6 mm
- C) 0,8 mm
- D) 1 mm
- E) 1,2 mm
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Gabarito oficial: B
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Questão 34 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Ao se avaliar o material genético de um indivíduo, podemos isolar exclusivamente o material genético herdado do progenitor materno pelo:
- A) cromossoma Y
- B) cromossoma X
- C) DNA extracelular
- D) DNA mitocondrial
- E) cromossoma 21
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Gabarito oficial: D
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Questão 35 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O processo celular gerador de uma nova célula que apresenta metade da carga genética é a:
- A) mitose
- B) meiose
- C) metafase
- D) telófase
- E) anáfase
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Gabarito oficial: B
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Questão 36 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A função do choque hipotônico no processo de cultura primária celular é:
- A) diminuir a concentração de sais na célula
- B) promover a divisão celular
- C) promover a agregação cromossômica
- D) promover a anáfase
- E) promover o espalhamento dos cromossomos
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Gabarito oficial: E
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Questão 37 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Uma cultura de sangue periférico deve ser mantida a uma temperatura de:
- A) -80 °C
- B) -20 °C
- C) 4 °C
- D) 25 °C
- E) 37 °C
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Gabarito oficial: E
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Questão 38 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O corante utilizado para a identificação da Banca Q é a:
- A) cumarina
- B) quimalina laranja
- C) cumarina vermelha
- D) quinarina vermelha
- E) quinacrina mostarda
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Gabarito oficial: E
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Questão 39 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte alteração cromossômica NÃO pode ser observada em mosaicismo:
- A) trissomia do cromossomo 21
- B) trissomia do cromossomo 18
- C) cariótipo XXY
- D) trissomia do cromossomo 17
- E) tetrassomia 9p
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Gabarito oficial: E
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Questão 40 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
São variantes da técnica de FISH:
- A) mBAND; PRINS; SKY
- B) SKY; FISHm; COERS
- C) COERS; SISH; BBAND
- D) MLPA; MLLP; MLAA
- E) MMTORS; MttOR; mTORR
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Gabarito oficial: A
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Questão 41 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Com relação ao cromossomo X, é correto afirmar que:
- A) é holocêntrico
- B) é discêncrito
- C) é metacêntrico
- D) não apresenta região de homologia com o cromossomo Y
- E) apresenta parte haploide
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Gabarito oficial: E
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Questão 42 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Com relação à heparina, é correto afirmar que:
- A) é carregada positivamente
- B) não liga cátions divalentes
- C) afeta a reação da polimerase
- D) não apresenta porções glicídicas
- E) não está presente na pele
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Gabarito oficial: C
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Questão 43 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O seguinte caso justifica a avaliação de cariótipo:
- A) casamento entre adolescentes
- B) casamento consanguíneo
- C) gravidez na adolescência
- D) primeira gestação
- E) amenorreia
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Gabarito oficial: B
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Questão 44 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O cromossomo 2 é:
- A) ressessivo
- B) o resultado da fusão de cromossomos ancestrais
- C) idêntico ao cromossomo 1
- D) par do cromossomo 1
- E) dominante
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Gabarito oficial: B
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Questão 45 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A colchicina tem o seguinte efeito:
- A) parar o ciclo celular na metáfase
- B) iniciar a metáfase
- C) promover a metáfase
- D) interromper a anáfase
- E) parar o ciclo celular na anáfase
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Gabarito oficial: A
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Questão 48 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A mitose foi descoberta em;
- A) 1982
- B) 1882
- C) 1989
- D) 1970
- E) 1959
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Gabarito oficial: B
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Questão 49 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A trissomia 13 é conhecida como síndrome de:
- A) Patau
- B) Paul
- C) Down
- D) Adson
- E) Lewis
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Gabarito oficial: A
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Questão 50 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A trissomia conhecida como Síndrome de Edwards é a:
- A) trissomia 2
- B) trissomia 12
- C) trissomia 14
- D) trissomia 18
- E) trissomia 22
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Gabarito oficial: D
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Questão 51 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte anormalidade cromossômica está associada à leucemia mieloide crônica:
- A) cromossomo Filadélfia
- B) cromossoma Boston
- C) cromossoma XXY
- D) cromossoma bifásico
- E) trissomia 14
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Gabarito oficial: A
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Questão 52 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A característica do cromossomo Filadélfia é a fusão dos:
- A) cromossomas 9 e 22
- B) genes abl e bcr
- C) genes Filadélfia e Boston
- D) cromossomas 2 e 9
- E) cromossomas 9 e 18
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Gabarito oficial: B
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Questão 53 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O preparo de 1 L de uma solução de NaCl a 10 mM, a partir de um estoque a 5 M, requer o uso do seguinte volume da solução estoque;
- A) 1 μL
- B) 2 μL
- C) 5 μL
- D) 10 μL
- E) 100 μL
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Gabarito oficial: B
Pela conta, o volume do estoque é 2 mL (2.000 µL), não 2 µL: o gabarito B mantém o número 2, mas com a unidade errada.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 54 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A síndrome de Angelman é caracterizada por:
- A) trissomia 15
- B) deleção 15
- C) deleção ou inativação de genes do cromossomo 15
- D) inativação 15
- E) monossomia 15
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Gabarito oficial: C
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Questão 55 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Cariotipagem virtual é a análise de cariótipos;
- A) feita através da internet
- B) feita de forma exclusivamente teórica
- C) a partir da análise de sequências curtas de DNA de loci específicos
- D) sem envolver SNPs
- E) independentes de hibridização
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Gabarito oficial: C
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Questão 56 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A hibridização genômica comparativa avalia:
- A) poligamias
- B) inativações
- C) ploidia
- D) deleções
- E) mutações
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Gabarito oficial: C
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Questão 57 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Pelo código de cores mais comum, a cor de um escalpe 21G é:
- A) azul
- B) amarelo
- C) verde
- D) laranja
- E) preto
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Gabarito oficial: C
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Questão 58 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Pelo código de cores mais comum, a cor de um escalpe 23G é:
- A) azul
- B) amarelo
- C) verde
- D) laranja
- E) preto
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Gabarito oficial: A
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Questão 59 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Está entre as características da Banda N:
- A) corar por prata
- B) corar por lantânio
- C) corar por ouro coloidal
- D) corar por platina coloidal
- E) não corar
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Gabarito oficial: A
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Questão 60 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
É altamente recomendado que os profissionais que atuam em laboratórios de análises clínicas estejam imunizados contra:
- A) hepatite B
- B) hepatite A
- C) hepatite C
- D) HIV
- E) Ebola
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Gabarito oficial: A
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